Apesar de muitas empresas reconhecerem o poder das mídias sociais e o seu potencial impacto na reputação de suas marcas e produtos, poucas dedicam tempo e recurso para o efetivo monitoramento das redes, sem contar que o desenvolvimento de estratégias para evitar e lidar com incidentes ainda é quase nula.
Hoje, com um número cada vez maior de adeptos nas redes sociais, as empresas devem monitorar não apenas o que falam seus consumidores, mas também o que dizem seus funcionários.
A melhor forma de não se tornar uma vítima das circunstancias é deixar claro os limites existentes na relação entre empresa e funcionário. Entretanto, não basta elencar uma relação de regras de conduta, é necessário esclarecer como funcionam as mídias sociais e os perigos existentes para a reputação de ambas as partes, além de apresentar caminhos e possibilidades.
Algumas empresas já fizeram sua lição de casa e criaram seus Social Media Guideline que, em alguns casos, se tornaram verdadeiras bíblias entre os funcionários.
O curioso é que muitos desses guidelines estão disponíveis na web para qualquer um acessar. Penso que isso faça parte da estratégia das empresas, pois, à medida que divulgam para o mercado, e não apenas para os seus funcionários, as empresas demarcam seus territórios e deixam claro para todos o que esperam de seus profissionais (o que aumenta ainda mais responsabilidade do outro lado).
Se a sua empresa ainda não tem um guia de como usar as mídias sociais e quer ter um, veja alguns exemplos que com certeza vão servir de inspiração para você.

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