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	<title>Digital Happenings &#187; Artigos</title>
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		<title>Internet: Reforma E, Agora, Contra-Reforma?</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 16:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[No s&#233;culo 16, a Igreja Cat&#243;lica, que constitu&#237;a o poder m&#225;ximo da Europa de ent&#227;o, era alvo de muitas insatisfa&#231;&#245;es, acusada de luxo excessivo, usura e falta de &#233;tica. Isso resultou em um movimento de rebeli&#227;o e ruptura, a Reforma<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/internet-reforma-e-agora-contra-reforma/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; font-size: 20px; ">No s&eacute;culo 16, a Igreja Cat&oacute;lica, que constitu&iacute;a o poder m&aacute;ximo da Europa de ent&atilde;o, era alvo de muitas insatisfa&ccedil;&otilde;es, acusada de luxo excessivo, usura e falta de &eacute;tica. Isso resultou em um movimento de rebeli&atilde;o e ruptura, a Reforma Protestante.<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">A rea&ccedil;&atilde;o inicial da Igreja foi punir os rebeldes, mas n&atilde;o funcionou e o poder estabelecido partiu para o que ficou conhecido como Contra-Reforma, a reorganiza&ccedil;&atilde;o das estruturas administrativas, que incluiu iniciativas como a cria&ccedil;&atilde;o da ordem linha-dura dos jesu&iacute;tas, a convoca&ccedil;&atilde;o do Conc&iacute;lio de Trento e o restabelecimento da Inquisi&ccedil;&atilde;o.</span></font></span></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">A revista <u><a href="http://economist.com/node/16941635" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">The Economist</a></u> acaba de soltar um artigo comparando o que est&aacute; acontecendo agora na sociedade, por conta da internet, com o que aconteceu na sociedade no s&eacute;culo 16, por conta da Igreja. Seu racioc&iacute;nio &eacute; o seguinte: 15 anos atr&aacute;s, quando foi criada, a internet equivaleu a uma Reforma, insurgindo-se contra o que seriam a usura e os excessos do capitalismo. Pregava uma plataforma aberta, livre, sem donos e &uacute;nica, um para&iacute;so celestial digital com proposta de democracia direta. Isso ficou evidenciado na &ldquo;<u><a href="https://projects.eff.org/~barlow/Declaration-Final.html" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">Declaration of the Independence of Cyberspace</a></u>&rdquo; de John-Perry Barlow (o rapaz da foto deste post).</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Agora, contudo, estar&iacute;amos assistindo a um movimento contr&aacute;rio a isso, que &eacute; a fragmenta&ccedil;&atilde;o dessa internet aberta em v&aacute;rias &ldquo;internets fechadas&rdquo;, no sentido de passarem a possuir fronteiras geogr&aacute;ficas e comerciais. &Eacute; como se surgissem &ldquo;internets pedagiadas&rdquo;. A met&aacute;fora-chave curiosamente deixa de ser &ldquo;para&iacute;so celestial&rdquo;, como no in&iacute;cio, e passa a ser &ldquo;nuvem&rdquo;, referindo-se a cada um desses armaz&eacute;ns lotados de computadores, denominados &ldquo;data centers&rdquo;, distribu&iacute;dos por toda internet (seriam o oposto do princ&iacute;pio libert&aacute;rio &ldquo;um computador = uma conex&atilde;o&rdquo;). Escolhendo um termo forte, a Economist sugere que est&aacute; ocorrendo uma &ldquo;balcaniza&ccedil;&atilde;o&rdquo; da internet, que vem sendo dividida entre for&ccedil;as de tr&ecirc;s tipos:</span></span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Governos que querem reassegurar sua soberania. N&atilde;o se trata apenas da censura da China ao Google, que pode ser vista como algo &ldquo;do mal&rdquo;. Nem sempre as motiva&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sinistras. O firewall da Austr&aacute;lia n&atilde;o o &eacute;, por exemplo, e os pedidos de governos para retirar material do Google/YouTube, no ranking que ilustra este post (encabe&ccedil;ado pelo Brasil) tamb&eacute;m n&atilde;o o s&atilde;o necessariamente. Um exemplo significativo s&atilde;o os v&aacute;rios pa&iacute;ses exigindo que suas ag&ecirc;ncias tenham acesso a emails enviados de smartphones Blackberry, culminando com a &Iacute;ndia amea&ccedil;ando cortar o servi&ccedil;o Blackberry da RIM na semana que passou &ndash; e a &Iacute;ndia j&aacute; deu a entender que outros provedores de comunica&ccedil;&atilde;o, como Google e Skype, est&atilde;o na mira.</span></span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Grandes companhias de TI que est&atilde;o construindo seus territ&oacute;rios digitais, limitando conex&otilde;es com outras partes a internet e estabelecendo regras e controles espec&iacute;ficos. O exemplo t&iacute;pico &eacute; o da Apple, mas ela n&atilde;o est&aacute; sozinha.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Donos de redes sociais que est&atilde;o tratando diferentemente tipos diferentes de tr&aacute;fegos &ndash; por exemplo, proporcionando vias mais r&aacute;pidas para os pagantes e vias mais lentas para os usu&aacute;rios gratuitos. &Eacute; o caso de redes de relacionamento amoroso, como a brasileira ParPerfeito.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><img align="left" alt="" height="353" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/please.png" width="310" /></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que esses servi&ccedil;os propriet&aacute;rios emergentes s&atilde;o uma tentativa (v&aacute;lida) de encontrar um modelo de remunera&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel para os neg&oacute;cios, que sustente a cont&iacute;nua inova&ccedil;&atilde;o digital. Mas n&atilde;o se sabe at&eacute; que ponto eles macular&atilde;o o valor essencial da internet, que &eacute; o de de neutralidade e universalidade. A universalidade como possibilidade n&atilde;o vai acabar, arrisca-se a prever a Economist, mas &eacute; preciso ver qu&atilde;o altos ser&atilde;o os muros que separar&atilde;o as novas internets, caso a tend&ecirc;ncia se confirme.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Enfim, a tend&ecirc;ncia de fragmenta&ccedil;&atilde;o da internet parece ser ineg&aacute;vel e est&aacute; apenas come&ccedil;ando. A &ldquo;contra-reforma&rdquo; merece nossa aten&ccedil;&atilde;o, at&eacute; porque a Economist pode estar nos dando um aviso do tipo &ldquo;o gato subiu no telhado&rdquo; ou seja, &ldquo;a internet desejada pelos cidad&atilde;os consumidores talvez seja invi&aacute;vel no nosso sistema econ&ocirc;mico; &eacute; preciso haver sub-redes &lsquo;pedagiadas de algum modo&rsquo; para a rede ser sustent&aacute;vel no longo prazo&rdquo;. Essa &eacute; a l&oacute;gica econ&ocirc;mica, pelo menos. Mas a economia n&atilde;o explica tudo. A absolutamente extraordin&aacute;ria ascens&atilde;o da internet, por exemplo, n&atilde;o &eacute; explic&aacute;vel em termos estritamente econ&ocirc;micos. Nenhum economista ousaria prever que uma rede acad&ecirc;mica criada dentro do Departamento de Defesa dos EUA chegaria aonde chegou, com tal velocidade e gerando tantos benef&iacute;cios para a sociedade e para a economia, incluindo ganhos de efici&ecirc;ncia para os neg&oacute;cios.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">E voc&ecirc;, o que acha?</span></font></span></p>
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		<title>Como Destruir A Reputação de Uma Marca Em 4 Dias</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/09/como-destruir-a-reputacao-de-uma-marca-em-4-dias/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 14:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[E surge um novo case de como “não se deve fazer na internet” para a gente contar e recontar aos quatro cantos e a quem interessar. Tudo começou com uma simples resenha de seis linhas. Sim, seis linhas. O redator e blogueiro Raphael Quatrocciz fez, como de costume, uma resenha do que achou de um bar na Vila Madalena.<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/09/como-destruir-a-reputacao-de-uma-marca-em-4-dias/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; ">Por Raquel Costa</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:22px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">E surge um novo case de como &ldquo;n&atilde;o se deve fazer na internet&rdquo; para a gente contar e recontar aos quatro cantos e a quem interessar.<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Tudo come&ccedil;ou com uma simples resenha de seis linhas. Sim, seis linhas. O redator e blogueiro Raphael Quatrocciz fez, como de costume, uma resenha do que achou de um bar na Vila Madalena. Com um linguajar coloquial, t&iacute;pico da mo&ccedil;ada, registrou no dia 25 de setembro seus dissabores com o tal bar. Criticou o chopp, a insist&ecirc;ncia e a cara feia dos gar&ccedil;ons, o p&eacute;ssimo atendimento do local.</span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">At&eacute; a&iacute; tudo bem. Certo? Errado. O fato &eacute; que apareceu algu&eacute;m l&aacute; no <u><a href="http://resenhaem6.blogspot.com/" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">blog</a></u> se dizendo funcion&aacute;rio do bar, fez cr&iacute;tica &agrave; resenha e amea&ccedil;ou processar o blog.</span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Depois disso, uma enxurrada de coment&aacute;rios apareceu em defesa do blog, pico de acessos, posts no twitter, coment&aacute;rios de clientes (do bar) insatisfeitos, v&iacute;deo no youtube, mat&eacute;rias em <u><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u630810.shtml" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">portais de grande audi&ecirc;ncia e afins</a></u>.</span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Resumo: o tal bar encaminhou uma notifica&ccedil;&atilde;o extrajudicial e o blog teve que retirar a cr&iacute;tica do ar.</span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><o:p>&nbsp;</o:p></span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;"><em><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&ldquo;Pessoal,</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;"><em><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Uma grande oportunidade de melhorar os servi&ccedil;os foi desperdi&ccedil;ada. &Eacute; uma pena. Claro que certamente &eacute; mais f&aacute;cil calar as cr&iacute;ticas e fingir que tudo est&aacute; bem do que melhorar.</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;"><em><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Ainda que com a consci&ecirc;ncia de n&atilde;o ter feito absolutamente nada de errado, n&atilde;o temos nenhuma inten&ccedil;&atilde;o de entrar numa batalha jur&iacute;dica &ndash; que, dependendo do caso, deve ser mais f&aacute;cil de levar do que investir na qualidade do servi&ccedil;o.&rdquo;</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><u><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><a href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/comunicado.html" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">Leia aqui a &iacute;ntegra do comunicado</a>.</span></u></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Pergunta: O que os donos do bar e seus advogados pretendiam com isso? Ser&aacute; que cessar a discuss&atilde;o? Bem prov&aacute;vel, mas se enganaram! O que eles fizeram foi justamente o contr&aacute;rio, colocaram mais lenha na fogueira.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Agora, al&eacute;m dos clientes insatisfeitos, surge um batalh&atilde;o de pessoas que n&atilde;o conhece o bar mas discorda da postura agressiva e autorit&aacute;ria de seus donos. E um post aparentemente simples, em um blog com baixa audi&ecirc;ncia, gerou um preju&iacute;zo incalcul&aacute;vel.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O que as empresas precisam entender &eacute; que as m&iacute;dias sociais possibilitam que pequenos grupos se manifestem e ganhem voz facilmente. E que no mundo digital, a reputa&ccedil;&atilde;o das empresas depende muito de como elas se relacionam, do que dizem, das percep&ccedil;&otilde;es que criam e, principalmente, de suas atitudes. Neste caso, o bar deveria ter se colocado a disposi&ccedil;&atilde;o do blogueiro para entender o que aconteceu, aceitar e identificar os poss&iacute;veis erros e, ainda, aproveitar a ocasi&atilde;o para melhorar seus servi&ccedil;os e transformar uma cr&iacute;tica em percep&ccedil;&otilde;es positivas para a marca.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Uma pena, agora j&aacute; &eacute; tarde!</span></p>
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		<title>Organizações Em Rede, Além Da Desconfiança E Da Moda</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/08/artigo-3/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>

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		<description><![CDATA[A “freeconomics”, ou economia do grátis, talvez seja o fato que mais explica isoladamente o temor e a desconfiança das empresas em relação à internet. Que história é essa de potenciais consumidores quererem produtos e serviços grátis em vez de pagar por eles? Como vamos cobrir nossos custos e gerar valor para o acionista? Colocar um paywall (como é conhecido internacionalmente esse pedágio de cobrança nos websites) em nosso portal resolve o problema?<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/08/artigo-3/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222"><span style="font-size:18px;">A &ldquo;freeconomics&rdquo;, ou economia do gr&aacute;tis, talvez seja o fato que mais explica isoladamente o temor e a desconfian&ccedil;a das empresas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; internet. Que hist&oacute;ria &eacute; essa de potenciais consumidores quererem produtos e servi&ccedil;os gr&aacute;tis em vez de pagar por eles? Como vamos cobrir nossos custos e gerar valor para o acionista? Colocar um paywall (como &eacute; conhecido internacionalmente esse ped&aacute;gio de cobran&ccedil;a nos websites) em nosso portal resolve o problema?</span></span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "><img alt="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" height="1" src="file:///C:\DOCUME~1\ERICBR~1\CONFIG~1\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.jpg" v:shapes="Imagem_x0020_20" width="560" /></span><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', sans-serif; ">Ainda n&atilde;o h&aacute; respostas definitivas para tais indaga&ccedil;&otilde;es, como todos sabem. No momento, o que vivemos &eacute; uma sobreposi&ccedil;&atilde;o de processos de tentativa-e-erro em busca de um novo modelo de neg&oacute;cio. Isso pede de n&oacute;s, inclusive, distanciamento para valorizar o fato de sermos testemunhas oculares da hist&oacute;ria. Devemos poder apreciar a mudan&ccedil;a em marcha, e participar da marcha ativamente, em vez de apenas sofrer com a mudan&ccedil;a.</span></p>
<p style="background:white">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans Unicode', sans-serif"><span class="apple-style-span"><span style="font-size:9.0pt;<br />
line-height:115%;font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;color:#222222">CONTUDO, NESTES TEMPOS DE INCERTEZAS, ALGUMAS COISAS COME&Ccedil;AM A FICAR CLARAS:<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></span></font></p>
<p style="background:white"><span lang="EN-US" style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222;mso-ansi-language:EN-US">1. <span style="font-size:14px;">Paywall is neither the question nor the answer</span>. </span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">A decis&atilde;o de cobrar pura e simplesmente pelo que for distribu&iacute;do na internet n&atilde;o funciona, a exemplo do que mostraram as primeiras estimativas de leitura da edi&ccedil;&atilde;o online do tradicional&iacute;ssimo jornal brit&acirc;nico The Times, do magnata Rupert Murdoch, depois de ter instalado seu &ldquo;paywall&rdquo;. Os acessos teriam ca&iacute;do nada menos do que 65%. O problema, como se analisou no blog GigaOm, n&atilde;o &eacute; tanto a redu&ccedil;&atilde;o dos leitores atuais &ndash;teriam separado o joio do trigo, em teoria, ou os leitores que realmente interessam aos anunciantes dos leitores casuais desimportantes. O problema &eacute; que isso reduz drasticamente as possibilidades de crescimento futuro do neg&oacute;cio e atrapalha qualquer estrat&eacute;gia empresarial de longo prazo. N&atilde;o estamos dizendo que nenhum tipo de cobran&ccedil;a ser&aacute; poss&iacute;vel no ambiente digital (talvez cobran&ccedil;a contra um n&uacute;mero ampliado de entregas, quem sabe?), mas a cobran&ccedil;a pura e simples parece ing&ecirc;nua.</span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">2. <span style="font-size:14px;">Os custos fixos de qualquer empresa precisar&atilde;o ser reduzidos ao m&iacute;nimo</span>, o que significa, muito provavelmente, que a economia em rede e a organiza&ccedil;&atilde;o em rede n&atilde;o s&atilde;o apenas doces met&aacute;foras, nem modismos, mas prevalecer&atilde;o no longo prazo. As iniciativas de c&oacute;digo aberto nas &aacute;reas de inova&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o em empresas grandes e estabelecidas s&atilde;o indicadores ineg&aacute;veis dessa tend&ecirc;ncia, assim como as hip&oacute;teses levantadas sobre o planejamento passar a ser feito em espiral daqui por diante (com cria&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o andando juntas e se repetindo ao infinito) e a organiza&ccedil;&atilde;o estabelecida em torno de pessoas e n&atilde;o em torno de processos (pessoas em rede).</span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">Em outras palavras, est&aacute; em andamento uma reestrutura&ccedil;&atilde;o essencial do modo como se produzem coisas, mas falta descobrir como esse novo modo pode se tornar razoavelmente est&aacute;vel e sustent&aacute;vel para os diversos stakeholders.</span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">3. <span style="font-size:14px;">Ser&aacute; necess&aacute;rio menos dinheiro com a reestrutura&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es</span>, mas ele ter&aacute; de entrar por algum lugar, sem d&uacute;vida. Prova disso &eacute; que a pr&oacute;pria &aacute;gua do planeta, que sempre foi gratuita, come&ccedil;ar&aacute; a ser paga em algum momento no futuro, evidenciando a insustentabilidade do &ldquo;free&rdquo; pelo &ldquo;free&rdquo;. Possivelmente o dinheiro tomar&aacute; vias indiretas, contudo.<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></p>
<p style="background:white"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">Algumas variantes de modelo de neg&oacute;cio que comportam o gr&aacute;tis j&aacute; podem ser observadas no setor de tecnologia (e podem, sim, ser copiadas em outras setores), embora tendam a aparecer muitas mais. O especialista em estrat&eacute;gias no setor de tecnologia Keith McFarland mencionou esses tr&ecirc;s recentemente na revista brasileira HSM Management:</span></span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">a. <span style="font-size:14px;">Modelo de desdobramento</span>. Atividades de inova&ccedil;&atilde;o elevam a experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio a outro patamar, e por isso o usu&aacute;rio se disp&otilde;e a pagar ela experi&ecirc;ncia de consumo, mesmo que a tecnologia inicial seja gr&aacute;tis. Acontece muito na telefonia celular.</span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">b. <span style="font-size:14px;">Modelo h&iacute;brido</span>. Investimentos em inova&ccedil;&atilde;o privada s&atilde;o feitos para os add-ons ou ocorre o versioning, no qual v&aacute;rias vers&otilde;es de uma tecnologia, como uma gr&aacute;tis e uma paga, s&atilde;o oferecidas.</span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">c. <span style="font-size:14px;">Modelo de complementos</span>. Um fornecedor pode vender um dispositivo que rode um aplicativo de c&oacute;digo aberto ou um sistema operacional. &Agrave; medida que o pre&ccedil;o da tecnologia aberta cai, o pre&ccedil;o do pacote ao consumidor diminui, aumentando a demanda pelo dispositivo, sem que o fabricante reduza o pre&ccedil;o desse dispositivos.</span><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222"><o:p></o:p></span></p>
<p style="background:white"><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222"><o:p>&nbsp;</o:p></span></p>
<p style="background:white"><u><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans Unicode&quot;,&quot;sans-serif&quot;;<br />
color:#222222">PS: Vale esclarecer o que &eacute; modelo de neg&oacute;cio, conceito talvez muito difundido mas talvez pouco entendido. Ele descreve as maneiras como uma empresa gera: receita de vendas, lucro bruto, opera&ccedil;&otilde;es, capital de giro e investimento.</span></span></u><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;color:#222222"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%"><o:p>&nbsp;</o:p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Conhecimento Nasce Apenas Das Trocas Entre Pessoas?</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/08/noticia-3/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 15:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora apenas espelhe as práticas corporativas de gestão do conhecimento, nada mais errado. Conhecimento nasce APENAS de trocas entre pessoas. Máquinas podem ser, na melhor das hipóteses, facilitadoras dessas trocas. Muitas vezes, tornam-se obstáculos, quando fazem as pessoas darem os problemas por resolvidos.<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/08/noticia-3/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:22px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Voc&ecirc;s j&aacute; buscaram, no Google, por &ldquo;gest&atilde;o do conhecimento&rdquo;? Se n&atilde;o, saibam que os resultados ser&atilde;o quase exclusivamente refer&ecirc;ncias de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o (TI).</span></span></div>
<div><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/fio(4).jpg" width="560" /></div>
<div>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 22px; ">Nada mais errado</span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">Embora apenas espelhe as pr&aacute;ticas corporativas de gest&atilde;o do conhecimento, nada mais errado. Conhecimento nasce APENAS de trocas entre pessoas. M&aacute;quinas podem ser, na melhor das hip&oacute;teses, facilitadoras dessas trocas. Muitas vezes, tornam-se obst&aacute;culos, quando fazem as pessoas darem os problemas por resolvidos.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">Ent&atilde;o, se temos raz&atilde;o, por que as empresas insistem tanto em alocar o tema&nbsp;</font><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; ">&ldquo;gest&atilde;o do conhecimento&rdquo; em seu departamento de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o (TI), focando em reunir as melhores pr&aacute;ticas para que possam ser registradas, armazenadas, indexadas e pass&iacute;veis de ser acessadas da forma o mais eficiente poss&iacute;vel?</span></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">Essa &eacute; uma pergunta sem respostas definitivas e comprovadas. Alguns desconfiam de que seja porque &eacute; muito mais f&aacute;cil lidar com m&aacute;quinas do que com pessoas &ndash; afinal, como se faz com que as pessoas queiram trocar num ambiente de hipercompetitividade e incerteza, em que funcion&aacute;rios contratados vivem sob o fantasma da demiss&atilde;o e em que parceiros e terceirizados s&atilde;o tratados como cidad&atilde;os de segunda categoria?</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">Outros atribuem o engano &agrave; luta por visibilidade por parte dos gerentes &ndash; qualquer esfor&ccedil;o aparece logo em uma compra de m&aacute;quinas e aplicativos, saltando aos olhos dos superiores e acionistas como um luminoso al&eacute;m de ser contabilizado como patrim&ocirc;nio corporativo. H&aacute; ainda os que acreditam que isso &eacute; percebido como a aposta de menor risco, porque o conhecimento dentro de uma m&aacute;quina n&atilde;o &eacute; perdido quando algu&eacute;m vai embora.</font></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:#696969;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; line-height: 115%; font-family: Arial, sans-serif; ">CONHECIMENTO NASCE APENAS DAS TROCAS ENTRE PESSOAS?</span></strong></span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/fio(4).jpg" width="560" /></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">O especialista japon&ecirc;s Ikujiro Nonaka, uma das maiores refer&ecirc;ncias mundiais na &aacute;rea e chamado nos Estados Unidos de &ldquo;o Peter Drucker de olhos puxados&rdquo;, garante que TI &eacute; um aspecto menor da gest&atilde;o do conhecimento; a quest&atilde;o &eacute; capacitar as pessoas para o aprendizado profundo e as trocas. Nonaka &eacute; bem radical, na verdade; segundo ele, empresas e gerentes que tratam a gest&atilde;o do conhecimento como bra&ccedil;o de TI n&atilde;o t&ecirc;m no&ccedil;&atilde;o de como o conhecimento &eacute; gerado.</font></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;<br />
line-height:normal"><b><span style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;<br />
font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;<br />
color:dimgray;mso-fareast-language:PT-BR">POR QU&Ecirc;? BASTA REPASSAR ALGUNS ASPECTOS DE SEU SURGIMENTO:</span></b><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/fio(5).jpg" width="560" /></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">&bull; Todo conhecimento &eacute; produzido e consumido ao mesmo tempo.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">&bull; O valor do conhecimento aumenta com o uso, ao contr&aacute;rio do que acontece com os bens industriais e as commodities, que muitas vezes servem de par&acirc;metro aos gerentes.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">&bull; O conhecimento &eacute; um recurso necessariamente criado por pessoas e elas o criam no relacionamento umas com outras.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">Para Nonaka, portanto, uma empresa criadora de conhecimento tem de lembrar uma comunidade onde os indiv&iacute;duos s&atilde;o reconhecidos como &uacute;nicos, s&atilde;o generosos e t&ecirc;m uma comunica&ccedil;&atilde;o informal e sincera entre si. Por&eacute;m&hellip; como chegar at&eacute; a&iacute;?</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-size:16px;">O CONHECIMENTO T&Aacute;CITO</span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/fio(4).jpg" width="560" /></font></span></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">Essa empresa-comunidade de que fala Nonaka &eacute; a que cultiva o conhecimento t&aacute;cito e o controla deliberadamente.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">O que &eacute; o conhecimento t&aacute;cito? &Eacute; aquele n&atilde;o dito, que as pessoas carregam consigo: observa&ccedil;&otilde;es, h&aacute;bitos, inspira&ccedil;&otilde;es, palpites e outras formas de consci&ecirc;ncia que geralmente n&atilde;o s&atilde;o escritas ou codificadas, mas vivem na mente e no corpo dos indiv&iacute;duos e conferem &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es grande parte de sua vantagem sobre os concorrentes. &Eacute; uma sabedoria pr&aacute;tica, que leva seus portadores a captar a ess&ecirc;ncia de uma situa&ccedil;&atilde;o e responder a ela criativamente no momento adequado.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">O ambiente em que prevalece o conhecimento t&aacute;cito j&aacute; foi descrito como um &ldquo;ba&rdquo; por Nonaka, termo japon&ecirc;s que define um campo no qual as pessoas compartilham o que sabem, livre e abertamente, com o objetivo de criar algo. Como Nonaka diz, &ldquo;no ba n&atilde;o h&aacute; voc&ecirc; e eu, h&aacute; apenas n&oacute;s, partilhando uma rela&ccedil;&atilde;o aqui e agora&rdquo;. Ba pode ocorrer em um trabalho em grupo, em uma equipe de projeto, em uma reuni&atilde;o, em uma lista de e-mails, em uma rede social online ou na linha de frente, no contato com os consumidores.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">A resist&ecirc;ncia das empresas ocidentais a adotar o ba na pr&aacute;tica do dia a dia &eacute; enorme. Nonaka acredita que o problema tem ra&iacute;zes na tradi&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica que predomina no Ocidente desde o Iluminismo. Como diz ele, os ocidentais geralmente valorizam mais o conhecimento expl&iacute;cito (codificado e armazenado em m&aacute;quinas, portanto) do que o conhecimento t&aacute;cito. Nas empresas, partem do pressuposto de que o conhecimento expl&iacute;cito &eacute; mais confi&aacute;vel e preciso. Quando afirma &ldquo;Vamos direto aos n&uacute;meros&rdquo;, um gerente est&aacute; reafirmando isso.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">O conhecimento t&aacute;cito, ao contr&aacute;rio, n&atilde;o pode ser 100% codificado, porque &eacute; insepar&aacute;vel do ser humano que o possui. Segundo Nonaka, deve ser transmitido por meio de um relacionamento informal de mestre e aprendiz ou pela orienta&ccedil;&atilde;o um a um &ndash;&ldquo;Como voc&ecirc; faz isso?&rdquo;, &ldquo;Deixe-me mostrar a voc&ecirc;&rdquo;.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-size:16px;">COMO CHEGAR AO B&Aacute;</span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/fio(4).jpg" width="560" /></font></span></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif">O caminho para a cria&ccedil;&atilde;o de conhecimento &eacute; em espiral e tem quatro est&aacute;gios, segundo artigo publicado na revista HSM Management n&ordm; 77:</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-size:16px;"><u>Socializa&ccedil;&atilde;o</u>:</span> envolve mobilizar as pessoas para uma comunica&ccedil;&atilde;o cara a cara e coloc&aacute;-las em experi&ecirc;ncias compartilhadas que ajudem a desenvolver empatia com os consumidores. Exemplo empresarial: quando estava desenvolvendo o modelo Fit, a Honda enviou equipes a v&aacute;rias cidades europeias famosas para experimentar a vida urbana local. Carregar o carro com as compras de supermercado, incluindo garrafas de vinho, em um estacionamento sob pesada neve deu aos integrantes do grupo maior percep&ccedil;&atilde;o sobre o consumidor do que qualquer pesquisa objetiva poderia oferecer.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><u><span style="font-size:16px;">Externaliza&ccedil;&atilde;o</span></u>: implica a tradu&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia t&aacute;cita em palavras e imagens que possam ser partilhadas com um grupo mais amplo; met&aacute;foras podem ser muito eficazes para transmitir a sensa&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia no local de trabalho. Exemplo empresarial: uma equipe de desenvolvimento de produtos da Matsushita Electric, respons&aacute;vel por construir uma secadora de roupas de alta velocidade que operasse por for&ccedil;a centr&iacute;fuga, empregou o processo de fritura na tradicional panela wok chinesa para descrever o movimento r&aacute;pido que faria um cilindro rotat&oacute;rio eficiente.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-size:16px;"><u>Combina&ccedil;&atilde;o</u></span>: &eacute; a tradu&ccedil;&atilde;o do conhecimento t&aacute;cito em formas expl&iacute;citas que possam ser disseminadas por toda a organiza&ccedil;&atilde;o. Exemplo empresarial: Thomas Ueno, s&oacute;cio de uma empresa de contabilidade, usa essa parte da espiral para encorajar as pessoas a &ldquo;pensar em grandes coisas fora de nosso controle, como mercados, pol&iacute;tica e ambiente regulat&oacute;rio. Quanto mais conseguirmos conectar [nosso conhecimento t&aacute;cito] com os desafios do dia a dia, maior a vantagem competitiva que teremos&rdquo;.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><u><span style="font-size:16px;">Internaliza&ccedil;&atilde;o</span></u>: trata-se a reincorpora&ccedil;&atilde;o do conhecimento expl&iacute;cito na pr&aacute;tica di&aacute;ria. Isso significa retornar ao campo do t&aacute;cito, mas com a consci&ecirc;ncia das quest&otilde;es mais amplas e mais complexas. Exemplo empresarial: na empresa de sa&uacute;de privada Eisai, do Jap&atilde;o, os funcion&aacute;rios foram observar pacientes idosos no hospital; quando voltaram &agrave; empresa, falaram com as equipes de projeto, explorando como as novas percep&ccedil;&otilde;es adquiridas poderiam redefinir suas pr&aacute;ticas de pesquisa e desenvolvimento. Com o tempo, essas observa&ccedil;&otilde;es foram incorporadas ao inconsciente da organiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O processo pode ser visualizado nesta matriz:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><o:p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&nbsp;</span></span></o:p><img src="http://gramconsulting.com/wp-content/uploads/2009/04/spiral_kcreation.jpg" /></p>
<p class="MsoNormal"><o:p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&nbsp;</span></span></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Nonaka tamb&eacute;m sugere que as empresas mapeiem assiduamente as fontes importantes de conhecimento, tais como:</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">experiencial</span>, como as habilidades e os relacionamentos das pessoas;</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">processual</span>, como os procedimentos que fazem parte das opera&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias;</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">conceitual</span>, como o design de produtos e a marca; e</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">sist&ecirc;mico</span>, como patentes, licen&ccedil;as, propriedade intelectual e bancos de dados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Identificar tais fontes faz com que a organiza&ccedil;&atilde;o possa gerenciar de forma mais eficaz suas pessoas e seus recursos, a servi&ccedil;o da gest&atilde;o do conhecimento &ndash; e, consequentemente, da inova&ccedil;&atilde;o.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Talvez nem seja t&atilde;o dif&iacute;cil tudo isso. Mas trabalhoso &eacute;, sem d&uacute;vida. Tomara que as empresas se inspirem e que um dia a procura no Google por &ldquo;gest&atilde;o do conhecimento&rdquo; resulte em links relativos a pessoas e a aprendizado.</span></span></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>“Fazer Uma Social” VS. “Ser Social”</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/08/noticia-4/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 23:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Veja também]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquela “festa da firma”, a sua ou uma que seja cliente, a que você gostaria muito de não ir mas se sente na obrigação de fazê-lo? Você até vai, mas, antes de partir, diz em casa: “Lá deve ser muito chato; vou fazer uma social e volto logo”.<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/08/noticia-4/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:24px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; ">Voc&ecirc; sabe a diferen&ccedil;a entre fazer uma social e ser social? No mundo das pessoas, provavelmente sim.</span></span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; ">Sabe aquela &ldquo;festa da firma&rdquo;, a sua ou uma que seja cliente, a que voc&ecirc; gostaria muito de n&atilde;o ir mas se sente na obriga&ccedil;&atilde;o de faz&ecirc;-lo? Voc&ecirc; at&eacute; vai, mas, antes de partir, diz em casa: &ldquo;L&aacute; deve ser muito chato; vou fazer uma social e volto logo&rdquo;. Agora, se voc&ecirc; &eacute; social por natureza e &iacute;ndole, qualquer festa da firma acaba sendo um prazer, mesmo se a firma em quest&atilde;o for, potencialmente, a mais enfadonha do mundo, porque voc&ecirc; sabe que acabar&aacute; se divertindo l&aacute; com algu&eacute;m ou com algum assunto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">POIS A MESMA DIFEREN&Ccedil;A &Eacute; ENCONTRADA NO MUNDO DAS EMPRESAS.</span></span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></p>
<p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Fazer uma social significa elaborar planos para relacionar-se, definir objetivos e resultados a alcan&ccedil;ar com isso, monitorar e medir o sucesso alcan&ccedil;ado, fazer ajustes ao longo do caminho &ndash; ou seja, tratar o social apenas como mais uma tarefa a cumprir. A maioria das empresas come&ccedil;a sua socializa&ccedil;&atilde;o assim, com seus departamentos de marketing e vendas &ldquo;fazendo uma social&rdquo; para aumentar o tr&aacute;fego em seus perfis nas redes sociais e alavancar o conhecimento de seus produtos e/ou servi&ccedil;os, e com isso gerar novas vendas. Isso costuma ser percebido nas redes sociais online como gerentes de marketing usando ferramentas sociais para mandar suas mensagens ao mundo.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">SER SOCIAL &Eacute; OUTRA COISA</span></span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></p>
<p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">completamente distinta. Significa construir compet&ecirc;ncias na organiza&ccedil;&atilde;o inteira para encorajar, apoiar e institucionalizar o uso de ferramentas sociais pelos mais variados tipos de funcion&aacute;rios e outros stakeholders. Se uma organiza&ccedil;&atilde;o quer ser social, os funcion&aacute;rios que a integram precisam ser sociais. Uma organiza&ccedil;&atilde;o nada mais &eacute; do que as pessoas que a comp&otilde;em. E ser social requer saber utilizar as ferramentas existentes numa web aberta, ter voz pr&oacute;pria e seguran&ccedil;a para interagir online com clientes e consumidores em geral.</span></span></p>
<p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Voc&ecirc; tem alguma d&uacute;vida sobre qual perfil &eacute; mais eficaz em uma rede social online? A empresa que faz social ou a empresa que &eacute; social?</span></span></p>
<p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Eis um checklist para voc&ecirc; saber se sua empresa j&aacute; &eacute;, ao menos um pouco, social:</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; Existe uma boa parcela de pessoas dentro da empresa que t&ecirc;m autoriza&ccedil;&atilde;o e habilidades para usar as m&iacute;dias sociais, mencionando a empresa, inclusive?</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; Essas pessoas est&atilde;o espalhadas por v&aacute;rios departamentos, de marketing a recursos humanos, de vendas a engenharia?</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; As Orienta&ccedil;&otilde;es de Uso das M&iacute;dias Sociais saiu do papel e percorreu os v&aacute;rios departamentos em forma de debate para uma melhor compreens&atilde;o e assimila&ccedil;&atilde;o de seus conceitos?</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; Est&atilde;o dispon&iacute;veis na organiza&ccedil;&atilde;o diferentes canais para promover encontros online com &nbsp;e entre seus Stakeholders de forma transparente e aberta?</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; Dados obtidos em redes sociais s&atilde;o inclu&iacute;dos em sistemas como CRM, avaliadores de satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente e SACs? Ou seja, os diferentes bancos de dados est&atilde;o conectados, de alguma maneira, &agrave;s redes sociais online para que se saiba quais s&atilde;o as necessidades de relacionamento dos clientes?</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; Os consumidores e clientes s&atilde;o realmente o centro da estrat&eacute;gia da empresa e, por isso, as redes sociais s&atilde;o levadas a s&eacute;rio para que se possa entend&ecirc;-los e encant&aacute;-los?</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; "><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&bull; A postura do &ldquo;ser social&rdquo; &eacute; compreendida e respeitada por todos? Dica: elas t&ecirc;m a ver com: ser generoso com ideias, saber valorizar os outros (e agradecer-lhes), liderar em pensamento e manter relacionamentos online. E &eacute; important&iacute;ssimo isto: organiza&ccedil;&otilde;es social d&atilde;o mais do que tiram dos clientes.</span></span></p>
<p style="margin-left: 40px; ">&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Voc&ecirc; sabia que a m&eacute;dia de vida natural corporativa deveria ser de dois ou tr&ecirc;s s&eacute;culos, segundo estudiosos, mas as companhias geralmente morrem jovens? Nem estamos falando do Brasil. Mesmo na Europa e no Jap&atilde;o, 12,5 anos &eacute; o tempo de vida m&eacute;dio de uma empresa. Qual &eacute; a raz&atilde;o disso na opini&atilde;o de voc&ecirc;s?</span></span></p>
<p><span style="font-size:20px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Talvez o tema deste post seja uma pista.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%"><o:p></o:p></span></span><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%"><o:p></o:p></span></p>
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