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	<title>Digital Happenings</title>
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		<title>“As redes sociais se tornarão a moldura, o filtro para obter muitas informações”</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 20:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[News & Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro de cinco anos todas as mídias serão sociais<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/as-redes-sociais-se-tornarao-a-moldura-o-filtro-para-obter-muitas-informacoes/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size:18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&ldquo;Dentro de dois a cinco anos, a quest&atilde;o sobre que redes sociais a pessoa usa ser&aacute; irrelevante, porque todas as m&iacute;dias ser&atilde;o sociais&rdquo;, disse Chris Hughes, co-fundador do Facebook, na quinta-feira, 28, em Boston.</span></span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&ldquo;As redes sociais se tornar&atilde;o a moldura, o filtro para obter muitas informa&ccedil;&otilde;es&rdquo;, disse Hughes, 27 anos, durante uma mesa redonda durante a confer&ecirc;ncia de investimento &ldquo;Impacto 2010&Prime;, promovida pela corretora Charles Schwab.</div>
<div>O Facebook tem mais de 500 milh&otilde;es de usu&aacute;rios ativos, entre os quais mais de 150 milh&otilde;es que acessam o site usando aparelhos m&oacute;veis. O n&uacute;mero de usu&aacute;rios registrados do Twitter &eacute; estimado em mais de 165 milh&otilde;es.</div>
<div>As duas empresas t&ecirc;m capital fechado, e os investidores est&atilde;o sempre alertas a quaisquer sinais de que pretendam lan&ccedil;ar a&ccedil;&otilde;es no mercado.</div>
<div>Biz Stone, co-fundador do Twitter, disse que a expans&atilde;o das redes sociais deveria acompanhar de perto a ascens&atilde;o da mobilidade pessoal, com a substitui&ccedil;&atilde;o dos computadores tradicionais por dispositivos como os celulares inteligentes.</div>
<div>&ldquo;Eu gostaria de ver muito menos gente debru&ccedil;ada sobre seus computadores em escrit&oacute;rios, dentro de cinco anos,&rdquo; disse Stone, 36 anos.</div>
<div>Hughes disse que aplicativos como o Facebook Connect seriam cada vez mais integrados ao tecido das redes sociais.</div>
<div>Por exemplo, usu&aacute;rios do Facebook Connect que v&atilde;o ao site do New York Times podem saber que artigos seus amigos est&atilde;o lendo e recomendando.</div>
<div>&ldquo;Bastam alguns cliques para ter uma experi&ecirc;ncia social&rdquo;, disse Hughes, acrescentando que a funcionalidade pode ser maneira de reduzir a sobrecarga de informa&ccedil;&atilde;o que muita gente enfrenta.</div>
<div>&ldquo;N&atilde;o existe filtro melhor do que as pessoas que voc&ecirc; conhece e em quem confia&rdquo;, disse.</div>
<div>Stone tem 1,6 milh&atilde;o de seguidores no Twitter. Ele diz que gosta de seguir os tweets do gato Sockington, um felino de Massachusetts com talento para di&aacute;logos engra&ccedil;ados.</div>
<div>O Twitter, disse, &ldquo;n&atilde;o ser&aacute; um triunfo da tecnologia, mas sim da humanidade&hellip; o potencial de crescimento l&aacute; n&atilde;o &eacute; s&oacute; da perspectiva dos neg&oacute;cios mas sim da perspectiva de uma mudan&ccedil;a positiva.&rdquo;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Font</span>e: Ros Krasny (REUTERS)</span></div>
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		<title>O despertar de uma nova era</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/o-despertar-de-uma-nova-era/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 20:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Veja também]]></category>

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		<description><![CDATA[O que estamos experimentando hoje é radical. A era industrial esta em seus gritos mortais, abrindo o caminho para a era da rede conectada. Vai além do que se viu acontecer quando a revolução industrial sombreou a era agrícola. Naqueles dias, as pessoas saiam das fazendas para as cidades. Olhar as horas no relógio substituiu o trabalho ao ritmo do sol.<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/o-despertar-de-uma-nova-era/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: 18px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">Se você está dando um tempo para que as coisas voltem ao normal após essa crise econômica, a primeira coisa que você precisa entender é que temos uma mudança permanente de clima, e não uma tempestade passageira.</span></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O que estamos experimentando hoje é radical. A era industrial esta em seus gritos mortais, abrindo o caminho para a era da rede conectada. Vai além do que se viu acontecer quando a revolução industrial sombreou a era agrícola. Naqueles dias, as pessoas saiam das fazendas para as cidades. Olhar as horas no relógio substituiu o trabalho ao ritmo do sol.</span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">As funções repetitivas e braçais substituíram a labuta holística com a natureza. Receber ordens substituiu o pensar por si só. Favelas nasceram; a sociedade se emancipou.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">Esperamos que essa revolução econômica seja mais positiva que a última. Mesmo assim, está na hora de nos prepararmos para grandes mudanças. A indústria não desaparecerá, mas cerca de um terço das empresas fabris provavelmente sim. Os índices de desemprego permanente tenderão a subir. Novas categorias de trabalho nascerão visando otimizar as redes, estabelecendo conexões, reconfigurando as funções, o design do empreendimento em tempo real, a destruição construtiva, a mentoria virtual e assim por diante. Leis dogmatizadas, regulações, padrões e memes vão evaporar.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">A administração em si — a arte de planejar, organizar, decidir e controlar — vai ser abandonada. No fundo, o planejamento é suspeito em um mundo imprevisível. Organizar apropria-se de novos significados quando as coisas se auto-organizam. Decidir é negócio de todos quando a rede predomina. Controle é morto numa sociedade de baixo para cima e onde os pares são os quem detém o poder.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">Enquanto as redes continuam a subverter a hierarquia, organizações de sucesso vão abraçar o respeito pelo individuo, a flexibilidade e adaptação, a abertura e transparência, o compartilhar e colaboração, a honestidade e autenticidade, e o imediatismo. O treinamento está obsoleto porque ele trata do passado que não será repetido. O aprendizado será redefinido como solução de problema, na busca por eficácia em seus próprios ambientes e como tendo conexões para lidar com as novas situações.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">O cataclisma iminente descongela a estrutura organizacional abrindo espaço para reorganizar, rearranjar, e substituir o status quo. Sobreviventes desenvolverão e apresentarão agendas para a mudança enquanto as coisas estão em movimento. Aqui está um discurso que ofereço para o mais graduado executivo que pudesse ouvir meus conselhos:</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">“Semana que vem, fecharemos o setor de treinamento. Estaremos transferindo nosso foco de treino para performance. Todos os remanescentes da equipe de treinamento se transformarão em mentores, coaches e facilitadores que trabalharão para a melhoria dos processos nucleares do negócio, fortalecendo relações com clientes e cortando custos.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">“Estou mudando meu título de VP de Treinamento para VP de Habilidades Nucleares. Meus assistentes se tornarão diretor de vendas da prontidão e diretor da vantagem competitiva, respectivamente. A medida de nossas contribuições serão os resultados, não medidas de treinamento. Estamos sucateando o LMS de imediato. Quando oportuno vamos substituir os softwares proprietários por código livre.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">“Todas as nossas energias irão para o aprendizado entre pares, e do tipo ‘self-service’. Se algo não melhorar de forma dramática as habilidades de nosso pessoal, nós não faremos. Estamos detonando os projetos de programas de desenvolvimento muito extensos em troca de desenvolvimento rápido e direto. Abandonaremos as salas de aula.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">“Estamos eliminando todas as viagens e auxiliando os outros a fazerem o mesmo introduzindo Skype e conferências gratuitas em tempo real. Vamos definir um FAQ corporativo em Wiki para capturar e distribuir a informação que já recebemos de pessoas que não mais estão conosco. Nisso tudo e por nossos esforços, tencionamos atuar mais inteligente, não baixar nossos padrões ou a qualidade de nossos serviços.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">“Reconhecendo que os clientes melhores informados são melhores clientes, estamos abrindo a maioria de nossas plataformas para o aprendizado a eles, como também a nossos empregados e ex-funcionarios. Ao ponto de ajudá-los a cortar custos, melhorar a perfomance e implementar métodos melhores, assim ambos ganhamos.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: tahoma,geneva,sans-serif;">“Tudo tem uma etiqueta de preço. Quando eliminarmos nossos custos, eu quero compromisso da alta administração para alocar tempo para que as pessoas ajudem umas as outras, explorar os benefícios das redes sociais e conversar entre si livremente. Este é um programa de mais de ano. Não dará certo se tentarmos implementar enquanto mantivermos o jeito de fazer negócios como sempre. Eliminar as pessoas não é um estratégia de sobrevivência.“Esse é meu plano para esta semana. Se eu tiver o seu apoio, de bom grado voltarei com mais novidades na próxima semana.”</span></span></div>
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		<title>Conhecimento nasce apenas das trocas entre pessoas?</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/conhecimento-nasce-apenas-das-trocas-entre-pessoas/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 19:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês já buscaram, no Google, por “gestão do conhecimento”? Se não, saibam que os resultados <p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/conhecimento-nasce-apenas-das-trocas-entre-pessoas/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; font-size: 22px;">Vocês já buscaram, no Google, por “gestão do conhecimento”? Se não, saibam que os resultados serão quase exclusivamente referências de tecnologia da informação (TI).</span></p>
<p><span style="font-size: 22px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Nada mais errado.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Embora apenas espelhe as práticas corporativas de gestão do conhecimento, nada mais errado. Conhecimento nasce APENAS de trocas entre pessoas. Máquinas podem ser, na melhor das hipóteses, facilitadoras dessas trocas. Muitas vezes, tornam-se obstáculos, quando fazem as pessoas darem os problemas por resolvidos.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Então, se temos razão, por que as empresas insistem tanto em alocar o tema</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">“gestão do conhecimento” em seu departamento de tecnologia da informação (TI), focando em reunir as melhores práticas para que possam ser registradas, armazenadas, indexadas e passíveis de ser acessadas da forma o mais eficiente possível?</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Essa é uma pergunta sem respostas definitivas e comprovadas. Alguns desconfiam de que seja porque é muito mais fácil lidar com máquinas do que com pessoas – afinal, como se faz com que as pessoas queiram trocar num ambiente de hipercompetitividade e incerteza, em que funcionários contratados vivem sob o fantasma da demissão e em que parceiros e terceirizados são tratados como cidadãos de segunda categoria?</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Outros atribuem o engano à luta por visibilidade por parte dos gerentes – qualquer esforço aparece logo em uma compra de máquinas e aplicativos, saltando aos olhos dos superiores e acionistas como um luminoso além de ser contabilizado como patrimônio corporativo. Há ainda os que acreditam que isso é percebido como a aposta de menor risco, porque o conhecimento dentro de uma máquina não é perdido quando alguém vai embora.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Mas temos razão? Conhecimento nasce apenas das trocas entre pessoas?</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O especialista japonês Ikujiro Nonaka, uma das maiores referências mundiais na área e chamado nos Estados Unidos de “o Peter Drucker de olhos puxados”, garante que TI é um aspecto menor da gestão do conhecimento; a questão é capacitar as pessoas para o aprendizado profundo e as trocas. Nonaka é bem radical, na verdade; segundo ele, empresas e gerentes que tratam a gestão do conhecimento como braço de TI não têm noção de como o conhecimento é gerado.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 16px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Por quê? Basta repassar alguns aspectos de seu surgimento:</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">• Todo conhecimento é produzido e consumido ao mesmo tempo.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">• O valor do conhecimento aumenta com o uso, ao contrário do que acontece com os bens industriais e as commodities, que muitas vezes servem de parâmetro aos gerentes.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">• O conhecimento é um recurso necessariamente criado por pessoas e elas o criam no relacionamento umas com outras.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Para Nonaka, portanto, uma empresa criadora de conhecimento tem de lembrar uma comunidade onde os indivíduos são reconhecidos como únicos, são generosos e têm uma comunicação informal e sincera entre si. Porém… como chegar até aí?</span></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O CONHECIMENTO TÁCITO</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Essa empresa-comunidade de que fala Nonaka é a que cultiva o conhecimento tácito e o controla deliberadamente.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O que é o conhecimento tácito? É aquele não dito, que as pessoas carregam consigo: observações, hábitos, inspirações, palpites e outras formas de consciência que geralmente não são escritas ou codificadas, mas vivem na mente e no corpo dos indivíduos e conferem às organizações grande parte de sua vantagem sobre os concorrentes. É uma sabedoria prática, que leva seus portadores a captar a essência de uma situação e responder a ela criativamente no momento adequado.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O ambiente em que prevalece o conhecimento tácito já foi descrito como um “ba” por Nonaka, termo japonês que define um campo no qual as pessoas compartilham o que sabem, livre e abertamente, com o objetivo de criar algo. Como Nonaka diz, “no ba não há você e eu, há apenas nós, partilhando uma relação aqui e agora”. Ba pode ocorrer em um trabalho em grupo, em uma equipe de projeto, em uma reunião, em uma lista de e-mails, em uma rede social online ou na linha de frente, no contato com os consumidores.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">A resistência das empresas ocidentais a adotar o ba na prática do dia a dia é enorme. Nonaka acredita que o problema tem raízes na tradição científica que predomina no Ocidente desde o Iluminismo. Como diz ele, os ocidentais geralmente valorizam mais o conhecimento explícito (codificado e armazenado em máquinas, portanto) do que o conhecimento tácito. Nas empresas, partem do pressuposto de que o conhecimento explícito é mais confiável e preciso. Quando afirma “Vamos direto aos números”, um gerente está reafirmando isso.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O conhecimento tácito, ao contrário, não pode ser 100% codificado, porque é inseparável do ser humano que o possui. Segundo Nonaka, deve ser transmitido por meio de um relacionamento informal de mestre e aprendiz ou pela orientação um a um –“Como você faz isso?”, “Deixe-me mostrar a você”.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">COMO CHEGAR AO BÁ</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O caminho para a criação de conhecimento é em espiral e tem quatro estágios, segundo artigo publicado na revista HSM Management nº 77:</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Socialização: envolve mobilizar as pessoas para uma comunicação cara a cara e colocá-las em experiências compartilhadas que ajudem a desenvolver empatia com os consumidores. Exemplo empresarial: quando estava desenvolvendo o modelo Fit, a Honda enviou equipes a várias cidades europeias famosas para experimentar a vida urbana local. Carregar o carro com as compras de supermercado, incluindo garrafas de vinho, em um estacionamento sob pesada neve deu aos integrantes do grupo maior percepção sobre o consumidor do que qualquer pesquisa objetiva poderia oferecer.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Externalização: implica a tradução da experiência tácita em palavras e imagens que possam ser partilhadas com um grupo mais amplo; metáforas podem ser muito eficazes para transmitir a sensação da experiência no local de trabalho. Exemplo empresarial: uma equipe de desenvolvimento de produtos da Matsushita Electric, responsável por construir uma secadora de roupas de alta velocidade que operasse por força centrífuga, empregou o processo de fritura na tradicional panela wok chinesa para descrever o movimento rápido que faria um cilindro rotatório eficiente.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Combinação: é a tradução do conhecimento tácito em formas explícitas que possam ser disseminadas por toda a organização. Exemplo empresarial: Thomas Ueno, sócio de uma empresa de contabilidade, usa essa parte da espiral para encorajar as pessoas a “pensar em grandes coisas fora de nosso controle, como mercados, política e ambiente regulatório. Quanto mais conseguirmos conectar [nosso conhecimento tácito] com os desafios do dia a dia, maior a vantagem competitiva que teremos”.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Internalização: trata-se a reincorporação do conhecimento explícito na prática diária. Isso significa retornar ao campo do tácito, mas com a consciência das questões mais amplas e mais complexas. Exemplo empresarial: na empresa de saúde privada Eisai, do Japão, os funcionários foram observar pacientes idosos no hospital; quando voltaram à empresa, falaram com as equipes de projeto, explorando como as novas percepções adquiridas poderiam redefinir suas práticas de pesquisa e desenvolvimento. Com o tempo, essas observações foram incorporadas ao inconsciente da organização.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O processo pode ser visualizado nesta matriz:</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Nonaka também sugere que as empresas mapeiem assiduamente as fontes importantes de conhecimento, tais como:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">experiencial, como as habilidades e os relacionamentos das pessoas;</span></span></li>
<li><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">processual, como os procedimentos que fazem parte das operações diárias;</span></span></li>
<li><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">conceitual, como o design de produtos e a marca; e</span></span></li>
<li><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">sistêmico, como patentes, licenças, propriedade intelectual e bancos de dados.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Identificar tais fontes faz com que a organização possa gerenciar de forma mais eficaz suas pessoas e seus recursos, a serviço da gestão do conhecimento – e, consequentemente, da inovação.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Talvez nem seja tão difícil tudo isso. Mas trabalhoso é, sem dúvida. Tomara que as empresas se inspirem e que um dia a procura no Google por “gestão do conhecimento” resulte em links relativos a pessoas e a aprendizado.</span></span></p>
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		<title>Internet: reforma e, agora, contra-reforma?</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/internet-reforma-e-agora-contra-reforma-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 18:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista The Economist acaba de soltar um artigo comparando o que está acontecendo agora<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/05/internet-reforma-e-agora-contra-reforma-2/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><span style="font-size:20px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(114, 114, 114); line-height: 18px; font-weight: normal; ">No s&eacute;culo 16, a Igreja Cat&oacute;lica, que constitu&iacute;a o poder m&aacute;ximo da Europa de ent&atilde;o, era alvo de muitas insatisfa&ccedil;&otilde;es, acusada de luxo excessivo, usura e falta de &eacute;tica. Isso resultou em um movimento de rebeli&atilde;o e ruptura, a Reforma Protestante. A rea&ccedil;&atilde;o inicial da Igreja foi punir os rebeldes, mas n&atilde;o funcionou e o poder estabelecido partiu para o que ficou conhecido como Contra-Reforma, a reorganiza&ccedil;&atilde;o das estruturas administrativas, que incluiu iniciativas como a cria&ccedil;&atilde;o da ordem linha-dura dos jesu&iacute;tas, a convoca&ccedil;&atilde;o do Conc&iacute;lio de Trento e o restabelecimento da Inquisi&ccedil;&atilde;o.</span></span></span></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">A revista The Economist acaba de soltar um artigo comparando o que est&aacute; acontecendo agora na sociedade, por conta da internet, com o que aconteceu na sociedade no s&eacute;culo 16, por conta da Igreja. Seu racioc&iacute;nio &eacute; o seguinte: 15 anos atr&aacute;s, quando foi criada, a internet equivaleu a uma Reforma, insurgindo-se contra o que seriam a usura e os excessos do capitalismo. Pregava uma plataforma aberta, livre, sem donos e &uacute;nica, um para&iacute;so celestial digital com proposta de democracia direta. Isso ficou evidenciado na &ldquo;Declaration of the Independence of Cyberspace&rdquo; de John-Perry Barlow (o rapaz da foto deste post).</span></span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Agora, contudo, estar&iacute;amos assistindo a um movimento contr&aacute;rio a isso, que &eacute; a fragmenta&ccedil;&atilde;o dessa internet aberta em v&aacute;rias &ldquo;internets fechadas&rdquo;, no sentido de passarem a possuir fronteiras geogr&aacute;ficas e comerciais. &Eacute; como se surgissem &ldquo;internets pedagiadas&rdquo;. A met&aacute;fora-chave curiosamente deixa de ser &ldquo;para&iacute;so celestial&rdquo;, como no in&iacute;cio, e passa a ser &ldquo;nuvem&rdquo;, referindo-se a cada um desses armaz&eacute;ns lotados de computadores, denominados &ldquo;data centers&rdquo;, distribu&iacute;dos por toda internet (seriam o oposto do princ&iacute;pio libert&aacute;rio &ldquo;um computador = uma conex&atilde;o&rdquo;). Escolhendo um termo forte, a Economist sugere que est&aacute; ocorrendo uma &ldquo;balcaniza&ccedil;&atilde;o&rdquo; da internet, que vem sendo dividida entre for&ccedil;as de tr&ecirc;s tipos:</span></span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Governos que querem reassegurar sua soberania. N&atilde;o se trata apenas da censura da China ao Google, que pode ser vista como algo &ldquo;do mal&rdquo;. Nem sempre as motiva&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sinistras. O firewall da Austr&aacute;lia n&atilde;o o &eacute;, por exemplo, e os pedidos de governos para retirar material do Google/YouTube, no ranking que ilustra este post (encabe&ccedil;ado pelo Brasil) tamb&eacute;m n&atilde;o o s&atilde;o necessariamente. Um exemplo significativo s&atilde;o os v&aacute;rios pa&iacute;ses exigindo que suas ag&ecirc;ncias tenham acesso a emails enviados de smartphones Blackberry, culminando com a &Iacute;ndia amea&ccedil;ando cortar o servi&ccedil;o Blackberry da RIM na semana que passou &ndash; e a &Iacute;ndia j&aacute; deu a entender que outros provedores de comunica&ccedil;&atilde;o, como Google e Skype, est&atilde;o na mira.</span></span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px; "><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: normal; "><img align="left" alt="" border="3" class="alignleft" height="353" src="http://economist.com/sites/default/files/images/images-magazine/2010/36/BB/201036BBC196.gif" width="290" /></span>Grandes companhias de TI que est&atilde;o construindo seus territ&oacute;rios digitais, limitando conex&otilde;es com outras partes a internet e estabelecendo regras e controles espec&iacute;ficos. O exemplo t&iacute;pico &eacute; o da Apple, mas ela n&atilde;o est&aacute; sozinha.</span></span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Donos de redes sociais que est&atilde;o tratando diferentemente tipos diferentes de tr&aacute;fegos &ndash; por exemplo, proporcionando vias mais r&aacute;pidas para os pagantes e vias mais lentas para os usu&aacute;rios gratuitos. &Eacute; o caso de redes de relacionamento amoroso, como a brasileira ParPerfeito.&nbsp;</span>N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que esses servi&ccedil;os propriet&aacute;rios emergentes s&atilde;o uma tentativa (v&aacute;lida) de encontrar um modelo de remunera&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel para os neg&oacute;cios, que sustente a cont&iacute;nua inova&ccedil;&atilde;o digital. Mas n&atilde;o se sabe at&eacute; que ponto eles macular&atilde;o o valor essencial da internet, que &eacute; o de de neutralidade e universalidade.</span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;">A universalidade como possibilidade n&atilde;o vai acabar, arrisca-se a prever a Economist, mas &eacute; preciso ver qu&atilde;o altos ser&atilde;o os muros que separar&atilde;o as novas internets, caso a tend&ecirc;ncia se confirme.</span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;">Enfim, a tend&ecirc;ncia de fragmenta&ccedil;&atilde;o da internet parece ser ineg&aacute;vel e est&aacute; apenas come&ccedil;ando. A &ldquo;contra-reforma&rdquo; merece nossa aten&ccedil;&atilde;o, at&eacute; porque a Economist pode estar nos dando um aviso do tipo &ldquo;o gato subiu no telhado&rdquo; ou seja, &ldquo;a internet desejada pelos cidad&atilde;os consumidores talvez seja invi&aacute;vel no nosso sistema econ&ocirc;mico; &eacute; preciso haver sub-redes &lsquo;pedagiadas de algum modo&rsquo; para a rede ser sustent&aacute;vel no longo prazo&rdquo;. Essa &eacute; a l&oacute;gica econ&ocirc;mica, pelo menos. Mas a economia n&atilde;o explica tudo. A absolutamente extraordin&aacute;ria ascens&atilde;o da internet, por exemplo, n&atilde;o &eacute; explic&aacute;vel em termos estritamente econ&ocirc;micos. Nenhum economista ousaria prever que uma rede acad&ecirc;mica criada dentro do Departamento de Defesa dos EUA chegaria aonde chegou, com tal velocidade e gerando tantos benef&iacute;cios para a sociedade e para a economia, incluindo ganhos de efici&ecirc;ncia para os neg&oacute;cios.</span></font></h4>
<h4 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px;">E voc&ecirc;, o que acha?</span></font></h4>
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		<title>Como Medir Influência Nas Redes Sociais</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/04/sua-localizacao-na-rede-e-mais-importante-do-que-a-quantidade-de-amigos-que-voce-tem/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 12:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=396</guid>
		<description><![CDATA[Estudos sobre o comportamento das pessoas em rede estão pipocando<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2011/04/sua-localizacao-na-rede-e-mais-importante-do-que-a-quantidade-de-amigos-que-voce-tem/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:18px;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(105, 105, 105); font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; ">Estudos sobre o comportamento das pessoas em rede est&atilde;o pipocando por todos os lados. Principalmente quando se trata de avaliar o poder de dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o e influ&ecirc;ncia de uma pessoa sobre as outras, j&aacute; que a recente fus&atilde;o entre tecnologia, psicologia e intera&ccedil;&otilde;es sociais tem alterado a din&acirc;mica das rela&ccedil;&otilde;es e a percep&ccedil;&atilde;o do mundo em que vivemos.</span></span><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(114, 114, 114); font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; "><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;">Embora ainda saibamos pouco sobre a din&acirc;mica das rela&ccedil;&otilde;es sociais potencializadas pelas recentes tecnologias, muitos credos e verdades surgem como replica&ccedil;&otilde;es simples do convencional e conhecido mundo offline, como tamb&eacute;m de pesquisas e experi&ecirc;ncias pouco representativas e por vezes mal interpretadas.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;">A cren&ccedil;a atual, defendida por muitos, &eacute; a de que quanto maior for a rede de seguidores ou de amigos de uma pessoa, maior o seu poder de dissemina&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias, ideias, conhecimento e informa&ccedil;&atilde;o. Isto faz com que muitas pessoas e institui&ccedil;&otilde;es se esforcem e busquem ampliar suas redes, &agrave;s vezes a qualquer pre&ccedil;o, como j&aacute; foi discutido por <span style="color:#f00;"><strong><a href="http://updateordie.com/updates/geral/2009/04/twitter-com-anabolizante/">aqui</a></strong></span>.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; ">Por&eacute;m, um </span><span style="color:#f00;"><strong><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "><a href="http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/24748/?nlid=2711&amp;a=f">estudo</a></span></strong></span><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "> realizado pela </span><span style="color:#f00;"><strong><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "><a href="http://www.bu.edu/">Universidade de Boston</a></span></strong></span><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "> coloca esta cren&ccedil;a em cheque ao concluir que os melhores disseminadores n&atilde;o s&atilde;o necessariamente aqueles que possuem o maior n&uacute;mero de seguidores ou amigos online (os hubs), mas sim aqueles que est&atilde;o mais bem posicionados na topologia de uma determinada rede.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;">Isto quer dizer que pouco importa se uma pessoa &eacute; bem relacionada, com grande quantidade de seguidores/amigos, se ela estiver localizada na periferia de uma rede. E que uma pessoa menos conectada s&oacute; que mais bem posicionada, localizada pr&oacute;ximo ao n&uacute;cleo da rede, pode ter melhores resultados na dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;">O estudo &eacute; interessante porque enfatiza a import&acirc;ncia da posi&ccedil;&atilde;o de uma pessoa na rede em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; informa&ccedil;&atilde;o que est&aacute; sendo disseminada, ao inv&eacute;s de considerar apenas a sua quantidade de amigos/seguidores como normalmente se faz.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;">Penso que este estudo serve como um alerta para clientes, ag&ecirc;ncias e suas estrat&eacute;gias digitais.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" color="#727272" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif" size="4"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;">E voc&ecirc;, o que acha?</span></font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prejuízos Com A Perda Ou Uso Indevido De Dados Corporativos</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/prejuizos-com-a-perda-ou-uso-indevido-de-dados-corporativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 12:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=572</guid>
		<description><![CDATA[POR imasters.com.br Qual &#233; o seu ativo mais valioso?&#160; Sem d&#250;vida, a resposta a essa indaga&#231;&#227;o seria: informa&#231;&#227;o. Listas de clientes, informa&#231;&#245;es de produtos, dados de mercado, pre&#231;o, custo, promo&#231;&#245;es ou descontos, dados pessoais de clientes, funcion&#225;rios ou parceiros, emails,<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/prejuizos-com-a-perda-ou-uso-indevido-de-dados-corporativos/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#696969;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; line-height: 21px; ">POR <u><a href="http://imasters.com.br">imasters.com.br</a></u></span></span></p>
<p><span style="font-size:20px;"><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 21px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Qual &eacute; o seu ativo mais valioso?&nbsp;</span></span></font></span></span></p>
<p><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 21px;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span style="font-size:20px;">Sem d&uacute;vida, a resposta a essa indaga&ccedil;&atilde;o seria: informa&ccedil;&atilde;o. Listas de clientes, informa&ccedil;&otilde;es de produtos, dados de mercado, pre&ccedil;o, custo, promo&ccedil;&otilde;es ou descontos, dados pessoais de clientes, funcion&aacute;rios ou parceiros, emails, contratos, prontu&aacute;rios m&eacute;dicos e a lista poderia seguir indefinidamente. Mas e se essas informa&ccedil;&otilde;es, por algum motivo, n&atilde;o estiverem mais sob controle de sua empresa?&nbsp;</span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></span></span></font></span></p>
<p><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Estudos publicados por diversas organiza&ccedil;&otilde;es e por institutos de pesquisa mostram que a perda de dados &eacute; mais comum do que parece: centenas de milh&otilde;es de registros s&atilde;o comprometidos a cada ano, no mundo inteiro. Milhares de incidentes acontecem diariamente, no entanto apenas alguns se tornam p&uacute;blicos, como o epis&oacute;dio que exp&ocirc;s os dados de 12 milh&otilde;es de estudantes do Enem. O mais completo estudo desse tipo de incidente foi conduzido pela Digital Forensics Association (DFA) e computou mais de 2.800 incidentes ao longo de cinco anos, envolvendo o vazamento ou o roubo de mais de 720 milh&otilde;es de registros em 28 pa&iacute;ses. Para se ter uma ideia da dimens&atilde;o do problema, o epis&oacute;dio do Enem representaria menos de 2% dessa fatia.&nbsp;</span></font></span></p>
<p><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">De acordo com a mesma pesquisa, 49% de todos os casos estudados foram ocasionados pela perda de computadores port&aacute;teis e, em 95% deles, o notebook foi roubado. A contar pelo n&uacute;mero de registros, o vetor que mais influenciou foi o dos &quot;hacks&quot;, compostos por acesso e uso indevido, roubo de credenciais, malware, SQL Injection, com 327 milh&otilde;es de registros afetados. O segundo maior vetor de perda de dados, por&eacute;m, foi a categoria Drive/M&iacute;dia (discos e pen drives) com quase 150 milh&otilde;es de registros violados. Observa-se que essa categoria vem ampliando seu grau de vulnerabilidade em decorr&ecirc;ncia da onipresen&ccedil;a dos dispositivos USB, apesar de ser t&atilde;o facilmente mitigado com a utiliza&ccedil;&atilde;o da criptografia.</span></font></span></p>
<p><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Os vazamentos n&atilde;o detectados podem ser particularmente perigosos. N&atilde;o se pode remediar uma situa&ccedil;&atilde;o desconhecida e, talvez, quando o epis&oacute;dio se torne conhecido seja tarde demais. Por isso, pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a e controles devem ser cada vez mais refor&ccedil;ados. Outro dado preocupante &eacute; que, no Brasil, ainda n&atilde;o h&aacute; legisla&ccedil;&atilde;o que torne obrigat&oacute;ria a divulga&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica por empresas que sofram esse tipo de viola&ccedil;&atilde;o e que as mesmas notifiquem as partes afetadas, &nbsp;como determina a legisla&ccedil;&atilde;o em 46 dos 50 estados norte-americanos. Por&eacute;m, mesmo nos Estados Unidos, n&atilde;o existe um &oacute;rg&atilde;o que centralize essa regulamenta&ccedil;&atilde;o, e as leis variam muito de estado para estado.&nbsp;</span></font></span></p>
<p><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Nesse contexto, o vazamento ou a viola&ccedil;&atilde;o de dados corporativos &eacute; uma grave amea&ccedil;a ao maior patrim&ocirc;nio das empresas, podendo causar danos irrepar&aacute;veis. E tudo isso pode custar caro: segundo estudo do Instituto Ponemon, nos Estados Unidos, o custo m&eacute;dio das empresas pesquisadas com a perda ou com o roubo de informa&ccedil;&otilde;es foi de US$ 6,75 milh&otilde;es, gerando uma perda de receita/neg&oacute;cios associada de US$ 4,5 milh&otilde;es. O maior preju&iacute;zo identificado custou US$ 31 milh&otilde;es para ser remediado.</span></font></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:16px;"><span style="color:#696969;"><font class="Apple-style-span" face="'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">E seus dados? Est&atilde;o protegidos?&nbsp;</span></font></span></span></p>
<p><span style="color:#696969;"><br />
	</span></p>
<p><span style="color:#696969;"><br />
	</span></p>
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		<title>Internautas De Países Emergentes São Os Mais Ativos</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/internautas-de-paises-emergentes-sao-os-mais-ativos/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 10:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=563</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com o instituto TNS, a maioria dos usu&#225;rios brasileiros e chineses j&#225; criou blog pessoal ou postou coment&#225;rios em f&#243;runs. Um estudo do instituto de pesquisas brit&#226;nico contraria a percep&#231;&#227;o de que quanto mais desenvolvido o pa&#237;s, mais<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/internautas-de-paises-emergentes-sao-os-mais-ativos/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#696969;"><span style="font-size:20px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; ">De acordo com o instituto TNS, a maioria dos usu&aacute;rios brasileiros e chineses j&aacute; criou blog pessoal ou postou coment&aacute;rios em f&oacute;runs.<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></span></span></span></p>
<p style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; "><span style="color:#696969;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span">Um estudo do instituto de pesquisas brit&acirc;nico contraria a percep&ccedil;&atilde;o de que quanto mais desenvolvido o pa&iacute;s, mais as pessoas ficam conectadas &agrave; Internet.</span></span></span></p>
<p align="left" style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; "><span style="color:#696969;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; "><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Segundo o levantamento, as pessoas localizadas em mercados em desenvolvimento s&atilde;o mais ativas na Internet: 88% dos internautas chineses e 51% dos internautas brasileiros j&aacute; criaram o pr&oacute;prio blog ou postaram&nbsp; coment&aacute;rios em f&oacute;runs virtuais.</span></span></span></p>
<p style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; "><span style="color:#696969;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; "><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&ldquo;A Internet ocupa grande parte da vida das pessoas no s&eacute;culo XXI, mas como elas s&atilde;o afetadas pela tecnologia depende muito do lugar onde vivem&rdquo;, escreve Matthew Froggatt, coordenador da pesquisa.&nbsp;</span></span></span></p>
<p style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; "><span style="color:#696969;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; "><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">&ldquo;Em pa&iacute;ses emergentes, em que o acesso &agrave; rede global tem crescido rapidamente, devido ao investimento em infraestrutura, os usu&aacute;rios est&atilde;o usando esses canais de forma mais ativa. O mundo virtual est&aacute; transformando o modo como vivem, criam e interagem; eles t&ecirc;m deixado para tr&aacute;s os internautas de pa&iacute;ses desenvolvidos tanto em termos de atitude e engajamento online, quanto &agrave;s novas oportunidades de comunica&ccedil;&atilde;o que lhe foram abertas&rdquo;, completa Froggatt.</span></span></span></p>
<p style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; "><span style="color:#696969;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; "><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">O instituto tamb&eacute;m concluiu que os dispositivos m&oacute;veis s&atilde;o os grandes respons&aacute;veis pelo crescimento das redes sociais. Os usu&aacute;rios que usam esses aparelhos para se conectar passam, em m&eacute;dia, 3,1 horas por semana em sites como Facebook e Twitter, e s&oacute; 2,2 horas no e-mail. A migra&ccedil;&atilde;o &eacute; justificada pela necessidade, moderna, de gratifica&ccedil;&atilde;o instant&acirc;nea e por causa dos in&uacute;meros formatos de intera&ccedil;&atilde;o que essas redes oferecem, como mensagem r&aacute;pidas e atualiza&ccedil;&otilde;es que chegam a centenas de pessoas.</span></span></span></p>
<p style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; "><span style="color:#696969;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; "><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Para a TNS, a tend&ecirc;ncia &eacute; que as pessoas se tornem ainda mais soci&aacute;veis na Internet a partir de seus smartphones. A maioria dos entrevistados respondeu que prefere tais dispositivos para o uso de redes sociais que seus computadores.</span></span></span></p>
<p style="border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; line-height: 16px; font-family: Arial; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; ">POR <u><a href="http://computerworld.uol.com.br" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">computerworld</a></u></p>
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		<title>Internet: Reforma E, Agora, Contra-Reforma?</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 16:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[No s&#233;culo 16, a Igreja Cat&#243;lica, que constitu&#237;a o poder m&#225;ximo da Europa de ent&#227;o, era alvo de muitas insatisfa&#231;&#245;es, acusada de luxo excessivo, usura e falta de &#233;tica. Isso resultou em um movimento de rebeli&#227;o e ruptura, a Reforma<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/internet-reforma-e-agora-contra-reforma/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; font-size: 20px; ">No s&eacute;culo 16, a Igreja Cat&oacute;lica, que constitu&iacute;a o poder m&aacute;ximo da Europa de ent&atilde;o, era alvo de muitas insatisfa&ccedil;&otilde;es, acusada de luxo excessivo, usura e falta de &eacute;tica. Isso resultou em um movimento de rebeli&atilde;o e ruptura, a Reforma Protestante.<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12px;"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">A rea&ccedil;&atilde;o inicial da Igreja foi punir os rebeldes, mas n&atilde;o funcionou e o poder estabelecido partiu para o que ficou conhecido como Contra-Reforma, a reorganiza&ccedil;&atilde;o das estruturas administrativas, que incluiu iniciativas como a cria&ccedil;&atilde;o da ordem linha-dura dos jesu&iacute;tas, a convoca&ccedil;&atilde;o do Conc&iacute;lio de Trento e o restabelecimento da Inquisi&ccedil;&atilde;o.</span></font></span></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">A revista <u><a href="http://economist.com/node/16941635" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">The Economist</a></u> acaba de soltar um artigo comparando o que est&aacute; acontecendo agora na sociedade, por conta da internet, com o que aconteceu na sociedade no s&eacute;culo 16, por conta da Igreja. Seu racioc&iacute;nio &eacute; o seguinte: 15 anos atr&aacute;s, quando foi criada, a internet equivaleu a uma Reforma, insurgindo-se contra o que seriam a usura e os excessos do capitalismo. Pregava uma plataforma aberta, livre, sem donos e &uacute;nica, um para&iacute;so celestial digital com proposta de democracia direta. Isso ficou evidenciado na &ldquo;<u><a href="https://projects.eff.org/~barlow/Declaration-Final.html" onclick="window.open(this.href, '', 'resizable=no,status=no,location=no,toolbar=no,menubar=no,fullscreen=no,scrollbars=no,dependent=no'); return false;">Declaration of the Independence of Cyberspace</a></u>&rdquo; de John-Perry Barlow (o rapaz da foto deste post).</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Agora, contudo, estar&iacute;amos assistindo a um movimento contr&aacute;rio a isso, que &eacute; a fragmenta&ccedil;&atilde;o dessa internet aberta em v&aacute;rias &ldquo;internets fechadas&rdquo;, no sentido de passarem a possuir fronteiras geogr&aacute;ficas e comerciais. &Eacute; como se surgissem &ldquo;internets pedagiadas&rdquo;. A met&aacute;fora-chave curiosamente deixa de ser &ldquo;para&iacute;so celestial&rdquo;, como no in&iacute;cio, e passa a ser &ldquo;nuvem&rdquo;, referindo-se a cada um desses armaz&eacute;ns lotados de computadores, denominados &ldquo;data centers&rdquo;, distribu&iacute;dos por toda internet (seriam o oposto do princ&iacute;pio libert&aacute;rio &ldquo;um computador = uma conex&atilde;o&rdquo;). Escolhendo um termo forte, a Economist sugere que est&aacute; ocorrendo uma &ldquo;balcaniza&ccedil;&atilde;o&rdquo; da internet, que vem sendo dividida entre for&ccedil;as de tr&ecirc;s tipos:</span></span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Governos que querem reassegurar sua soberania. N&atilde;o se trata apenas da censura da China ao Google, que pode ser vista como algo &ldquo;do mal&rdquo;. Nem sempre as motiva&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sinistras. O firewall da Austr&aacute;lia n&atilde;o o &eacute;, por exemplo, e os pedidos de governos para retirar material do Google/YouTube, no ranking que ilustra este post (encabe&ccedil;ado pelo Brasil) tamb&eacute;m n&atilde;o o s&atilde;o necessariamente. Um exemplo significativo s&atilde;o os v&aacute;rios pa&iacute;ses exigindo que suas ag&ecirc;ncias tenham acesso a emails enviados de smartphones Blackberry, culminando com a &Iacute;ndia amea&ccedil;ando cortar o servi&ccedil;o Blackberry da RIM na semana que passou &ndash; e a &Iacute;ndia j&aacute; deu a entender que outros provedores de comunica&ccedil;&atilde;o, como Google e Skype, est&atilde;o na mira.</span></span><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Grandes companhias de TI que est&atilde;o construindo seus territ&oacute;rios digitais, limitando conex&otilde;es com outras partes a internet e estabelecendo regras e controles espec&iacute;ficos. O exemplo t&iacute;pico &eacute; o da Apple, mas ela n&atilde;o est&aacute; sozinha.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Donos de redes sociais que est&atilde;o tratando diferentemente tipos diferentes de tr&aacute;fegos &ndash; por exemplo, proporcionando vias mais r&aacute;pidas para os pagantes e vias mais lentas para os usu&aacute;rios gratuitos. &Eacute; o caso de redes de relacionamento amoroso, como a brasileira ParPerfeito.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><img align="left" alt="" height="353" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/please.png" width="310" /></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que esses servi&ccedil;os propriet&aacute;rios emergentes s&atilde;o uma tentativa (v&aacute;lida) de encontrar um modelo de remunera&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel para os neg&oacute;cios, que sustente a cont&iacute;nua inova&ccedil;&atilde;o digital. Mas n&atilde;o se sabe at&eacute; que ponto eles macular&atilde;o o valor essencial da internet, que &eacute; o de de neutralidade e universalidade. A universalidade como possibilidade n&atilde;o vai acabar, arrisca-se a prever a Economist, mas &eacute; preciso ver qu&atilde;o altos ser&atilde;o os muros que separar&atilde;o as novas internets, caso a tend&ecirc;ncia se confirme.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">Enfim, a tend&ecirc;ncia de fragmenta&ccedil;&atilde;o da internet parece ser ineg&aacute;vel e est&aacute; apenas come&ccedil;ando. A &ldquo;contra-reforma&rdquo; merece nossa aten&ccedil;&atilde;o, at&eacute; porque a Economist pode estar nos dando um aviso do tipo &ldquo;o gato subiu no telhado&rdquo; ou seja, &ldquo;a internet desejada pelos cidad&atilde;os consumidores talvez seja invi&aacute;vel no nosso sistema econ&ocirc;mico; &eacute; preciso haver sub-redes &lsquo;pedagiadas de algum modo&rsquo; para a rede ser sustent&aacute;vel no longo prazo&rdquo;. Essa &eacute; a l&oacute;gica econ&ocirc;mica, pelo menos. Mas a economia n&atilde;o explica tudo. A absolutamente extraordin&aacute;ria ascens&atilde;o da internet, por exemplo, n&atilde;o &eacute; explic&aacute;vel em termos estritamente econ&ocirc;micos. Nenhum economista ousaria prever que uma rede acad&ecirc;mica criada dentro do Departamento de Defesa dos EUA chegaria aonde chegou, com tal velocidade e gerando tantos benef&iacute;cios para a sociedade e para a economia, incluindo ganhos de efici&ecirc;ncia para os neg&oacute;cios.</span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></span></font></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><font class="Apple-style-span" face="'Lucida Sans', sans-serif"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">E voc&ecirc;, o que acha?</span></font></span></p>
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		<title>Como As Mídias Sociais Estão Mudando Os Negócios Das Empresas</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/527/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 15:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[As M&#237;dias Sociais moldam uma nova era. Uma &#233;poca de transpar&#234;ncia e envolvimento nos neg&#243;cios. Uma &#233;poca que cria novos desafios e oportunidades. J&#225; ficaram para tr&#225;s os dias em que as empresas podiam contar apenas com press releases e<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/527/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:20px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Sans', sans-serif; ">As M&iacute;dias Sociais moldam uma nova era. Uma &eacute;poca de transpar&ecirc;ncia e envolvimento nos neg&oacute;cios. Uma &eacute;poca que cria novos desafios e oportunidades.<img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">J&aacute; ficaram para tr&aacute;s os dias em que as empresas podiam contar apenas com press releases e campanhas publicit&aacute;rias para falar com seus clientes. Na era das M&iacute;dias Sociais as regras mudaram radicalmente. Agora, as pessoas procuram uma rela&ccedil;&atilde;o mais honesta e direta com as empresas das quais adquirem produtos ou servi&ccedil;os.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Estas empresas, por sua vez, fazem face a um dilema critico. Ou se tornam cada vez mais controladoras e escondidas, ou utilizam as M&iacute;dias Sociais para reavaliar seu lado humano e transparente, a fim de estabelecer novas rela&ccedil;&otilde;es com seus clientes. Os velhos approaches, sem d&uacute;vida, chegaram ao fim. Resta agora a pergunta: O que as empresas devem fazer para ter sucesso nesta nova era?</span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Sans', sans-serif; ">1. Esque&ccedil;a o &ldquo;Tentar vender&rdquo; e mude para o &ldquo;Fazer Conex&otilde;es&rdquo;</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A fim de mudar o contexto do relacionamento com os clientes do &ldquo;tentar vender&rdquo; para o &ldquo;tentar envolver&rdquo;, as empresas precisam recorrer a diversos meios &ndash; incluindo sites como Facebook e Twitter &ndash; para interagir socialmente com outras pessoas. As marcas mais populares nas M&iacute;dias Sociais s&atilde;o as que tendem a publicar menos sobre seus produtos e servi&ccedil;os e mais sobre as coisas que ajudam seus clientes a conhecer os profissionais e a personalidade que est&atilde;o por tr&aacute;s de uma empresa. O objetivo deve ser menos sobre a &ldquo;venda&rdquo; e mais sobre o &ldquo;envolvimento&rdquo;. &Eacute; atrav&eacute;s desse &ldquo;envolvimento&rdquo; que os consumidores come&ccedil;am a se sentir mais confort&aacute;veis ao se relacionar com as empresas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><img alt="" height="451" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/jeff-timberland.jpg" width="600" /></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Jeff Swartz (@Timberland_Jeff), presidente e CEO da Timberland, &eacute; um grande exemplo disso. Swartz usa sua conta pessoal do Twitter para falar sobre o seu dia a dia e quest&otilde;es sociais, ao inv&eacute;s dos cal&ccedil;ados que sua empresa faz.</span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">2.&nbsp;Ponha de lado as &ldquo;Grandes Campanhas&rdquo; e parta para as &ldquo;Pequenas A&ccedil;&otilde;es&rdquo;</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Com sites como Facebook e Twitter, todos n&oacute;s temos nossa pr&oacute;pria rede de radiodifus&atilde;o, e as empresas est&atilde;o come&ccedil;ando a ver que, ao inv&eacute;s de gastar milh&otilde;es de d&oacute;lares em campanhas publicit&aacute;rias, as pequenas a&ccedil;&otilde;es podem ser mais valiosas &ndash; j&aacute; que as pessoas v&atilde;o, inevitavelmente, compartilhar experi&ecirc;ncias que tiveram com essas marcas atrav&eacute;s da socializa&ccedil;&atilde;o que essas m&iacute;dias lhes permitem.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">No passado, se tiv&eacute;ssemos uma m&aacute; ou uma boa experi&ecirc;ncia com uma empresa, poderia levar dias ou semanas at&eacute; que pud&eacute;ssemos contar o ocorrido a nossos amigos e familiares. Hoje, em quest&atilde;o de minutos, podemos deixar todos os nossos amigos no Facebook, ou seguidores no Twitter, saberem sobre o que aconteceu. Quando a experi&ecirc;ncia de um cliente com uma marca passa a ser amplamente difundida, pequenos problemas transformam-se em grandes problemas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Loic Le Meur, diretor executivo da empresa de software Seesmic, uma vez disse que um dos trabalhos mais importantes de um CEO &eacute; ouvir o que as pessoas est&atilde;o dizendo sobre o produto da empresa em todos os canais de M&iacute;dia Social, e de lhes prestar satisfa&ccedil;&atilde;o direta.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p><img alt="" height="451" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/comcast.jpg" width="600" />&nbsp;</o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Empresas maiores como a Southwest Airlines e a Comcast est&atilde;o usando o Twitter da mesma forma &ndash; ouvindo e se certificando de que os problemas dos clientes s&atilde;o solucionados. Como j&aacute; sabemos m&aacute;s experi&ecirc;ncias s&atilde;o transmitidas t&atilde;o r&aacute;pido quanto as boas, o que leva as empresas a prestar mais aten&ccedil;&atilde;o ao relacionamento um a um.</span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">3. Fugir do &ldquo;Controlar a nossa Imagem&rdquo; e encarar o &ldquo;Sermos n&oacute;s mesmos&rdquo;</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&Eacute; evidente que as empresas necessitam implantar manuais de conduta online para os seus colaboradores &ndash; e n&atilde;o se pode dar as costas aos que falam mal das empresas onde trabalham. As corpora&ccedil;&otilde;es mais populares nas M&iacute;dias Sociais s&atilde;o as que d&atilde;o aos seus colaboradores a liberdade de ter seus pr&oacute;prios espa&ccedil;os online. O objetivo n&atilde;o deve ser controlar e polir a imagem da empresa, mas sim oferecer aos colaboradores os meios necess&aacute;rios para que eles pr&oacute;prios possam se colocar a favor da empresa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><img alt="" height="451" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/blog-adobe.jpg" width="600" /></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">John Nack, Diretor Gerente de Produto da Adobe, d&aacute; um bom exemplo disso. A Adobe &eacute; uma empresa que incentiva e fornece meios para que os seus colaboradores criem seus blogs &ndash; e quem l&ecirc; o blog de John Nack vai notar que a Adobe n&atilde;o coloca muitas restri&ccedil;&otilde;es sobre o que as pessoas escrevem. Seu blog est&aacute; voltado quase que exclusivamente a sua &aacute;rea de interesse &ndash; design gr&aacute;fico e manipula&ccedil;&atilde;o de iimagens. Mas, ele n&atilde;o publica posts exclusivamente sobre os produtos Adobe. Muitos de seus projetos e links para artigos n&atilde;o t&ecirc;m nada a ver com a Adobe, e alguns podem at&eacute; ter sido criados usando o software de empresas concorrentes. <img src='http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">4.&nbsp;Deixar de lado o &ldquo;Dif&iacute;cil de conseguir&rdquo; e se tornar &ldquo;Dispon&iacute;vel em toda parte&rdquo;</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Para interagir com os clientes, j&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente ter um endere&ccedil;o de e-mail e um n&uacute;mero de atendimento ao cliente na Internet. Hoje, as pessoas querem interagir e se envolver com as empresas, seja atrav&eacute;s do Twitter, Facebook, f&oacute;runs de discuss&atilde;o e outros sites.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Se eu quiser me comunicar com uma empresa, a tend&ecirc;ncia &eacute; procur&aacute;-la, primeiramente no Twitter. Saber que eu posso me comunicar com uma empresa nas redes sociais das quais eu j&aacute; sou usu&aacute;rio me faz sentir mais seguro para adquirir algum de seus produtos ou servi&ccedil;os &ndash; j&aacute; que sei que se eu tiver gum problema, h&aacute; algu&eacute;m da empresa com quem eu posso me comunicar atrav&eacute;s destes meios.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O Novo Paradigma de Neg&oacute;cios na Era da M&iacute;dia Social</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Na era das M&iacute;dias Sociais, as empresas s&atilde;o obrigadas a ser cada vez mais transparentes e pessoais. Evidente que a publicidade tradicional ainda tem seu lugar, mas servi&ccedil;os como o Twitter e o Facebook permitem que um novo tipo de comunica&ccedil;&atilde;o, que era anteriormente desconhecido para a maioria das empresas, tenham um novo lugar. Mais importante para as empresas do que obter um grande n&uacute;mero de seguidores em sites de M&iacute;dia Social &eacute; a possibilidade de estabelecer conex&otilde;es mais genu&iacute;nas e diretas com seus clientes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;">As empresas que optam por n&atilde;o se adaptar &agrave; nova cultura estar&atilde;o em uma crescente desvantagem. Estamos agora na era da comunica&ccedil;&atilde;o aberta, do di&aacute;logo estabelecido, quando o sucesso das empresas ter&aacute; menos a ver com o tamanho dos or&ccedil;amentos de suas campanhas publicit&aacute;rias e mais com a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es que elas obt&eacute;m com os seus clientes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&quot;Lucida Sans&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p>
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		<title>Influence Vs Popularity On Twitter</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 13:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
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		<description><![CDATA[Kim Kardashian isn’t the most popular celeb on Twitter. She’s a couple million followers behind the heavy -hitters of Internet<p class="more"><a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/10/influence-versus-popularity-on-twitter/">Leia mais ></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:24px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">Kim Kardashian isn&rsquo;t the most popular celeb on&nbsp;<a href="http://mashable.com/category/twitter" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; ">Twitter</a>. She&rsquo;s a couple million followers behind the heavy-hitters of Internet-savvy entertainers; however, she&rsquo;s accomplished something no other individual celebrity has done: She&rsquo;s the celeb who gets the&nbsp;<a href="http://weblogs.hitwise.com/robin-goad/2010/09/kim_kardashian_most_popular_ce.html" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; " target="_blank">most traffic refferals from Twitter</a>.</span></span></span><img alt="" height="1" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/image/fio.jpg" width="560" /></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida sans unicode', 'lucida grande', sans-serif; font-size: 14px; ">And at the end of the day, would you rather have a&nbsp;<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; ">Twitter<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; "><a class="blippr-inline-smiley blippr-inline-smiley-07" href="http://www.blippr.com/apps/336651-Twitter" rel="http://www.blippr.com/apps/336651-Twitter.whtml" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none !important; width: 12px; " target="_blank"><img alt="Twitter" class="wp-smiley" height="14" original="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_07.png?1265851550" src="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_07.png?1265851550" style="border-top-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px !important; border-style: initial; border-color: initial; display: inline !important; margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 4px !important; padding-top: 1px !important; padding-right: 1px !important; padding-bottom: 1px !important; padding-left: 1px !important; vertical-align: middle; border-top-style: solid !important; border-right-style: solid !important; border-bottom-style: solid !important; border-left-style: solid !important; border-top-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-right-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-bottom-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-left-color: rgb(201, 214, 221) !important; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " width="14" /></a></span></span>&nbsp;follower who essentially remains just a number, or would you rather have convertible traffic on your own website? We think Kardashian&rsquo;s got the long end of the stick by optimizing for influence over popularity.</span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">We all know the roll-call of celebs who rule Twitter and other social media platforms.&nbsp;<a href="http://twitter.com/#!/ladygaga" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; " target="_blank">Lady Gaga</a>&nbsp;weighs in at 6.5 million Twitter followers, for example;&nbsp;<a href="http://twitter.com/#!/britneyspears" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; " target="_blank">Britney Spears</a>&nbsp;has just over 6 million;&nbsp;<a href="http://twitter.com/#!/aplusk" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; " target="_blank">Ashton Kutcher</a>&rsquo;s got 5.8 million; and even the pint-sized<a href="http://twitter.com/#!/justinbieber" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; " target="_blank">Justin Bieber</a>&nbsp;has 5.5 million Twitter followers. Ms. Kardashian has yet to break the 5-million-followers mark as of press time.</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">Nevertheless, Kardashian&rsquo;s&nbsp;<a href="http://kimkardashian.celebuzz.com/" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none; " target="_blank">official website</a>&nbsp;gets a ton of traffic from Twitter &mdash; more than any of these other celebs do. In fact, her site ranks 54 of all websites that get clickthroughs from Twitter users, and she&rsquo;s number 20 in the entertainment category. The types of sites that outrank her are media hosting sites (<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; ">Flickr<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; "><a class="blippr-inline-smiley blippr-inline-smiley-05" href="http://www.blippr.com/apps/336659-Flickr" rel="http://www.blippr.com/apps/336659-Flickr.whtml" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none !important; width: 12px; " target="_blank"><img alt="Flickr" class="wp-smiley" height="14" original="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_05.png?1265851550" src="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_05.png?1265851550" style="border-top-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px !important; border-style: initial; border-color: initial; display: inline !important; margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 4px !important; padding-top: 1px !important; padding-right: 1px !important; padding-bottom: 1px !important; padding-left: 1px !important; vertical-align: middle; border-top-style: solid !important; border-right-style: solid !important; border-bottom-style: solid !important; border-left-style: solid !important; border-top-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-right-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-bottom-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-left-color: rgb(201, 214, 221) !important; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " width="14" /></a></span></span>,<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; ">TwitPic<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; "><a class="blippr-inline-smiley blippr-inline-smiley-05" href="http://www.blippr.com/apps/337621-Twitpic" rel="http://www.blippr.com/apps/337621-Twitpic.whtml" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none !important; width: 12px; " target="_blank"><img alt="Twitpic" class="wp-smiley" height="14" original="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_05.png?1265851550" src="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_05.png?1265851550" style="border-top-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px !important; border-style: initial; border-color: initial; display: inline !important; margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 4px !important; padding-top: 1px !important; padding-right: 1px !important; padding-bottom: 1px !important; padding-left: 1px !important; vertical-align: middle; border-top-style: solid !important; border-right-style: solid !important; border-bottom-style: solid !important; border-left-style: solid !important; border-top-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-right-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-bottom-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-left-color: rgb(201, 214, 221) !important; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " width="14" /></a></span></span>&nbsp;and&nbsp;<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; ">Vimeo<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; "><a class="blippr-inline-smiley blippr-inline-smiley-05" href="http://www.blippr.com/apps/336792-Vimeo" rel="http://www.blippr.com/apps/336792-Vimeo.whtml" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none !important; width: 12px; " target="_blank"><img alt="Vimeo" class="wp-smiley" height="14" original="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_05.png?1265851550" src="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_05.png?1265851550" style="border-top-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px !important; border-style: initial; border-color: initial; display: inline !important; margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 4px !important; padding-top: 1px !important; padding-right: 1px !important; padding-bottom: 1px !important; padding-left: 1px !important; vertical-align: middle; border-top-style: solid !important; border-right-style: solid !important; border-bottom-style: solid !important; border-left-style: solid !important; border-top-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-right-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-bottom-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-left-color: rgb(201, 214, 221) !important; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " width="14" /></a></span></span>, for example) and a plethora of sports and news sites.</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">There&rsquo;s a lot of conversation going on about the value of Twitter followers. Do they click on links? Do they make purchases? Do they retweet your content?</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">In other words, if you have a whole boatload of Twitter followers, does that necessarily mean you have a whole boatload of power on the social web?</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">Kardashian&rsquo;s stats prove that popularity and influence &mdash; quantity and quality &mdash; are two different things. And we think the ability to direct web traffic is a pretty big part of influence.</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">The socialite tweets personable, relatable clickbait. Fans are alerted about pictures of her European outfits, a contest to attend her birthday party, a breast cancer awareness drive &mdash; the kind of content her fans clearly want to see. The rest of her tweets are social; such a statement seems obvious until you scan other streams that reek of PR and marketing influence, begging followers to buy a product or consume content. Other celeb streams are almost entirely link-free and designed to facilitate interaction around that individual&rsquo;s personality rather than create a desired action in the user.</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">In short, Kardashian&rsquo;s stream is optimized to gracefully direct traffic to her website. And her website is optimized for the social web, too, with tweets and blog posts prominently featured.</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; ">These days, one out of five visitors to Kardashian&rsquo;s site comes from Twitter. Twitter is almost referring as much traffic as&nbsp;<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; ">Google<span class="blippr-nobr" style="white-space: nowrap; "><a class="blippr-inline-smiley blippr-inline-smiley-07" href="http://www.blippr.com/apps/336661-Google" rel="http://www.blippr.com/apps/336661-Google.whtml" style="color: rgb(34, 102, 187); text-decoration: none !important; width: 12px; " target="_blank"><img alt="Google" class="wp-smiley" height="14" original="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_07.png?1265851550" src="http://netdna.blippr.com/images/inline-face_07.png?1265851550" style="border-top-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px !important; border-style: initial; border-color: initial; display: none; margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 4px !important; padding-top: 1px !important; padding-right: 1px !important; padding-bottom: 1px !important; padding-left: 1px !important; vertical-align: middle; border-top-style: solid !important; border-right-style: solid !important; border-bottom-style: solid !important; border-left-style: solid !important; border-top-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-right-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-bottom-color: rgb(201, 214, 221) !important; border-left-color: rgb(201, 214, 221) !important; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " width="14" /></a></span></span>:</span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 18px; "><img alt="" height="440" src="http://cdn.mashable.com/wp-content/uploads/2010/09/kim-kardashian-twitter.jpg" width="550" /></span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 1.5em; "><span style="font-size:14px;"><span style="font-family:lucida sans unicode,lucida grande,sans-serif;">POR <a href="http://mashable.com">mashable.com</a></span></span></p>
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