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	<title>Digital Happenings Interactive</title>
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		<title>Estratégia de Redes Sociais com Charlene Li</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 23:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[ Em março a HSM trará ao Brasil a executiva Charlene Li, autora do livro Groundswell e uma das pessoas mais influentes em redes sociais dos Estados Unidos. Charlene falará sobre estratégias de negócios utilizando as redes.
As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo telefone (11)4689.6666 ou pelo e-mail eventos@hsm.com.br.
Programa Completo
I – Como preparar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F02%2Festrategia-de-redes-sociais-com-charlene-li%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F02%2Festrategia-de-redes-sociais-com-charlene-li%2F" height="61" width="51" /></a></div><h4> Em março a <a href="http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?idCMSIdioma=3">HSM</a> trará ao Brasil a executiva <a href="http://www.linkedin.com/in/charleneli">Charlene Li</a>, autora do livro <a href="http://www.forrester.com/Groundswell/book.html">Groundswell </a>e uma das pessoas mais influentes em redes sociais dos Estados Unidos. Charlene falará sobre estratégias de negócios utilizando as redes.</p>
<p>As<a href="http://store.hsmglobal.com/CS/Products/Brasil/Eventos/seminarios/SH-CHLI-10/Default.aspx?Idcampaniamarketing=SCL/1MD/SITE/10"> inscrições </a>estão abertas e podem ser realizadas pelo telefone (11)4689.6666 ou pelo e-mail eventos@hsm.com.br.</p>
<p><a href="http://br.hsmglobal.com/contenidos/conteudo_charlene_li.html">Programa Completo</a></p>
<p>I – Como preparar a sua empresa para utilizar as redes sociais com eficácia<br />
• Qual é o papel que as novas tecnologias de envolvimento com o cliente terão na criação de valor<br />
• Como obter o tipo de relacionamento que você deseja com os seus clientes<br />
• Qual é a trajetória para transformar um relacionamento impessoal e anônimo em um relacionamento duradouro e marcante<br />
• Como entender a “sociografia” dos clientes – a sociografia vai além da demografia, da geografia e da segmentação e oferece uma visão completa e holística dos clientes e do que eles estão fazendo com as mídias sociais</p>
<p>II – Como conectar-se com seus clientes de novas maneiras<br />
• Entendendo as novas maneiras como as pessoas estão se conectando<br />
• Diversos exemplos de empresas que mantêm diálogos autênticos com seus clientes<br />
• Como a participação em uma comunidade existente ou a criação de uma nova comunidade se harmoniza com a sua estratégia<br />
• Como dar permissão e ferramentas para que seus fãs ardorosos e seus clientes apaixonados divulguem seu nome – a campanha de Obama foi um ótimo exemplo deste tipo de atitude</p>
<p>III – Inovando com as Redes Sociais<br />
• Como reduzir custos de suporte ao cliente, recorrendo ao apoio das comunidades<br />
• Como obter conhecimentos e informações da multidão<br />
• Como e quando é apropriado obter conteúdos gerados pelos usuários<br />
• Como conduzir o feedback dos clientes ao ciclo de vida dos produtos e serviços da sua empresa<br />
• Como terceirizar inovações para os clientes</p>
<p>IV – Como liderar uma organização aberta<br />
• O que significa ser uma empresa aberta, autêntica e transparente<br />
• Como incentivar a transparência e o compartilhamento das informações por meio da tecnologia<br />
• Como tornar-se um líder aberto – exemplos reais<br />
• Como criar uma cultura de compartilhamento e aprendizado utilizando as redes sociais<br />
• Como medir o sucesso da sua estratégia de redes sociais</p>
<p>Aqui vai uma palinha da Charlene Li<br />
</h4>
<p></br><br />
<object width="572" height="321"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ByTaTxugy5U&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/ByTaTxugy5U&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="572" height="321"></embed></object></p>
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		<title>Sua localização na rede é mais importante do que a quantidade de amigos que você tem</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estudos sobre o comportamento das pessoas em rede estão pipocando por todos os lados. Principalmente quando se trata de avaliar o poder de disseminação de informação e influência de uma pessoa sobre as outras, já que a recente fusão entre tecnologia, psicologia e interações sociais tem alterado a dinâmica das relações e a percepção do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F02%2Fsua-localizacao-na-rede-e-mais-importante-do-que-a-quantidade-de-amigos-que-voce-tem%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F02%2Fsua-localizacao-na-rede-e-mais-importante-do-que-a-quantidade-de-amigos-que-voce-tem%2F" height="61" width="51" /></a></div><h4>
<p>Estudos sobre o comportamento das pessoas em rede estão pipocando por todos os lados. Principalmente quando se trata de avaliar o poder de disseminação de informação e influência de uma pessoa sobre as outras, já que a recente fusão entre tecnologia, psicologia e interações sociais tem alterado a dinâmica das relações e a percepção do mundo em que vivemos.</p>
<p>Embora ainda saibamos pouco sobre a dinâmica das relações sociais potencializadas pelas recentes tecnologias, muitos credos e verdades surgem como replicações simples do convencional e conhecido mundo offline, como também de pesquisas e experiências pouco representativas e por vezes mal interpretadas.</p>
<p>A crença atual, defendida por muitos, é a de que quanto maior for a rede de seguidores ou de amigos de uma pessoa, maior o seu poder de disseminação de notícias, idéias, conhecimento e informação. Isto faz com que muitas pessoas e instituições se esforcem e busquem ampliar suas redes, às vezes a qualquer preço, como já foi discutido por <a href="http://updateordie.com/updates/geral/2009/04/twitter-com-anabolizante/">aqui</a>.</p>
<p>Porém, um <a href="http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/24748/?nlid=2711&amp;a=f">estudo</a> realizado pela <a href="http://www.bu.edu/">Universidade de Boston</a> coloca esta crença em cheque ao concluir que os melhores disseminadores não são necessariamente aqueles que possuem o maior número de seguidores ou amigos online (os hubs), mas sim aqueles que estão mais bem posicionados na topologia de uma determinada rede.</p>
<p>Isto quer dizer que pouco importa se uma pessoa é bem relacionada, com grande quantidade de seguidores/amigos, se ela estiver localizada na periferia de uma rede. E que uma pessoa menos conectada só que mais bem posicionada, localizada próximo ao núcleo da rede, pode ter melhores resultados na disseminação de informação.</p>
<p>O estudo é interessante porque enfatiza a importância da posição de uma pessoa na rede em relação à informação que está sendo disseminada, ao invés de considerar apenas a sua quantidade de amigos/seguidores como normalmente se faz.</p>
<p>Penso que este estudo serve como um alerta para clientes, agências e suas estratégias digitais.</p>
<p>E você, o que acha?</p>
</h4>
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		<title>iPad: você precisa ter um?!</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/02/ipad-voce-precisa-ter-um/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 00:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[
Por Beth Saad
A pergunta e/ou afirmação do título tem resposta incerta. Depende do leitor, de seu perfil digital e de seu olhar sobre a vida contemporânea. Desde o lançamento do iPad pela Apple na última semana de janeiro/2010 assisitmos a uma verdadeira avalanche de prós e contras apaixonados ou irados de analistas, entendidos, críticos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F02%2Fipad-voce-precisa-ter-um%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F02%2Fipad-voce-precisa-ter-um%2F" height="61" width="51" /></a></div><h4>
Por <a href="http://br.linkedin.com/pub/elizabeth-saad-correa/9/719/b81">Beth Saad</a></p>
<p>A pergunta e/ou afirmação do título tem resposta incerta. Depende do leitor, de seu perfil digital e de seu olhar sobre a vida contemporânea. Desde o lançamento do iPad pela Apple na última semana de janeiro/2010 assisitmos a uma verdadeira avalanche de prós e contras apaixonados ou irados de analistas, entendidos, críticos e os sempre alerta palpiteiros paraquedistas.</p>
<p>Não vou ser repetitiva e listar todo o conteúdo de comentários que, certamente, os leitores deste Intermezzo já tiveram acesso. Muito menos vou apontar “os melhores e os piores”. Não cabe aqui. A questão que surge é bem anterior: como se posicionar como profissional e especialmente como ser social diante das ondas de inovação que parecem ter estabelecido um fluxo contínuo em nosso cotidiano?</p>
<p><object width="572" height="321"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/smqslH0qw5U&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/smqslH0qw5U&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="572" height="321"></embed></object></p>
<p>Como disse, depende de quem está do outro lado da telinha…. (aliás, se você acompanha blogs como o Intermezzo grande chance de ter sido capturado pela digitalização da vida). Compartilho alguns pontos a considerar na hora de decidir se vamos questionar ou se envolver.</p>
<p>Se você é um apple addicted, sem discussão: “I need an iPad now“….</p>
<p>Se você está acomodado na gostosa poltrona da crítica refratária, também sem discussão: sem frases….</p>
<p>Agora, se você (eu incluída) atua em qualquer vertente da comunicação digital, o iPad surge, no mínimo, como um importante elemento de análise e objeto de experimentação para subsidiar a atuação de estrategistas, consultores, pesquisadores e analistas do mundo digital, e até dos burocratas que gravitam nesse ambiente. Não dá prá ignorar, não dá prá se posicionar sem assumir a “metodologia da observação participante” no dizer da academia.</p>
<p>Entendo a chegada do iPad no contexto da concretização do efeito cauda longa para uma inovação de ruptura – Chris Anderson contribuiu bastante para a popularização de ambos os conceitos. Seguindo um cuidadoso planejamento mercadológico e de desenvolvimento tecnológico da Apple, o iPad vem como o device subsequente na linha transformadora do modo de escutar e adquirir músicas – com o iPod e o iTunes; no modo de transformar o entretenimento musical e audiovisioual como uma experiência de navegação lúdica e compartilhada com o iPodTouch; no modo de fazer tudo isso e ainda falar ao telefone, com o iPhone; e agora trilhando os primeiros metros da evolução dessa transformação ao agregar tudo isso ao modo de leitura, absorção e armazenamento da informação. Um aspecto complexo e concreto tanto para os ditos “apologistas” do capitalismo demoníaco de Steve Jobs, quanto para os ditos “críticos distanciados” de uma cena irreversível.</p>
<p>Para quem acompanha o ambiente da comunicação e mídia digitais o estardalhaço pré, durante e pós lançamento do iPad promovido pela Apple era previsível e parte de seu modus operandi no mercado. Sabemos que ao longo deste 2010 a Apple vai despejar à nossa frente e a conta-gotas melhorias no modelo inicial, inclusão de funcionalidades, ampliação de capacidade, etc. Totalmente previsível.</p>
<p>Dentro da previsibilidade, o que importa para os profissionais do mundo da comunicação digital é analisar, experimentar, acompanhar e evoluir com o que está subjacente – a interação homem-máquina está cada vez mais próxima do funcionamento natural da lógica humana, incluindo suas idissincracias e sua identificação com o lado lúdico da vida. Steve Jobs, me desculpem os críticos mal-humorados, consegue traduzir isso de forma muito evidente e sedutora.</p>
<p>Os produtores de informação e entretenimento poderiam olhar tal processo evolutivo como uma vantagem competitiva que caiu de presente em seus quintais: um device convergente como o iPad agrega um mercado jovem, que considera o modo touch-lúdico como algo natural, com alto potencial de absorção de informações.  Os NYTimes e Estadão da vida deveriam estar dando pulos de alegria….</p>
<p>Retomando, como atuante na profissão e como envolvida por opção, penso que é inerente ter um iPad: “I want an iPad now and ever…”</p>
<p>Como disse logo no início deste post, surfar nessa onda depende muito do modo de olhar o mundo de cada leitor. Convivemos com os olhares dos míopes, que por meio de lentes, protegem suas fragilidades diante do processo de transformação social; com os olhares dos espectadores, que por meio de confortáveis abrigos, assistem à banda passar; com os olhares dos visionários, que por meio de Hubbles pessoais, saltam à frente de seu tempo e são categorizados como anjos ou demônios; e com os olhares dos atentos, que ao escolher o ponto de exclamação para fechar o título do post, buscam seus papéis sociais  nesse enlouquecido cotidiano digital.</p>
<p>Por ora, quero mais é ser feliz com um iPad. Daqui a pouco, vou estar um tanto enfurecida com a obsolescência do dito, e mais adiante, provavelmente vou ficar novamente feliz por ter conseguido trocá-lo por um iPad 4G….</p>
</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Talk do UoD no Costão do Santinho</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/01/talk-do-uod-no-costao-do-santinho/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 00:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na semana passada tive a grande oportunidade de passar quatro dias maravilhosos em companhia dos updaters Marcos Teixeira, Wagner Brenner e Adriana Salles em um Projeto inusitado no Costão do Santinho em Florianópolis/SC.
Inusitado porque ao mesmo tempo em que é pouco provável encontrar pessoas com o gabarito dos carinhas aí de cima em um Resort [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F01%2Ftalk-do-uod-no-costao-do-santinho%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2010%2F01%2Ftalk-do-uod-no-costao-do-santinho%2F" height="61" width="51" /></a></div><p><img class="alignleft size-full wp-image-845" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/updaters1.JPG" alt="updaters" width="618" height="234" /></p>
<h4>Na semana passada tive a grande oportunidade de passar quatro dias maravilhosos em companhia dos updaters <a href="http://updateordie.com/updates/author/marcos-teixeira/">Marcos Teixeira</a>, <a href="http://updateordie.com/updates/author/wagner-brenner/">Wagner Brenner</a> e <a href="http://updateordie.com/updates/author/agomes/">Adriana Salles</a> em um <a href="http://updateordie.com/updates/trends-insights/2010/01/update-or-die-no-costao/">Projeto</a> inusitado no Costão do Santinho em Florianópolis/SC.</p>
<p>Inusitado porque ao mesmo tempo em que é pouco provável encontrar pessoas com o gabarito dos carinhas aí de cima em um Resort para um bate-papo sobre as mudanças que estamos vivendo, foi extraordinário encontrar pessoas com disposição de abdicar algumas horas de suas férias para trocas realmente interessantes como as que tiveram.</p>
<p>A parte que me coube nesta empreitada foi falar sobre as Redes Sociais, aquelas que se formam quando as pessoas se relacionam umas com as outras, com ou sem internet, dentro dos famosos Facebooks e Orkuts da vida e fora deles.</p>
<p>O que de fato está acontecendo com as nossas relações sociais, a importância dos nossos vínculos sociais fracos, a influência de nossas idéias, conhecimento, atitudes e postura perante a vida sobre os nossos amigos, e os amigos dos nossos amigos (e vice-versa), a fantástica vida que estamos experimentando conectados e cada vez mais próximos uns dos outros (Small World) foram alguns dos assuntos debatidos em meu Talk.</p>
<p>Tudo isso recheado com pesquisas de professores de Harvard que comprovam que obesidade, felicidade e até inteligências podem ser contagiosas pelas redes, e que quando se trata de arrumar emprego e saber das novidades, nossos vínculos sociais fracos são mais importantes do que nossas solidas amizades.</p>
<p>Devo dizer que aprendi muito, e que valeu cada segundo, desde o exercício de priorizar os assuntos para o Talk, as conversas e trocas que fizemos em grupo, os bate-papos com pessoas tão diferentes e interessantes e, por fim, de ter curtido essa galera em um local tão bonito e inspirador.</h4>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa Mídias Sociais: em qual estágio está a sua empresa?</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/12/pesquisa-midias-sociais-em-qual-estagio-esta-a-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[


Apesar de muitas empresas reconhecerem o poder das mídias sociais e o seu potencial impacto na reputação de suas marcas e produtos, poucas dedicam tempo e recurso para o efetivo monitoramento das redes, sem contar que o desenvolvimento de estratégias para evitar e lidar com incidentes ainda é quase nulo.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F12%2Fpesquisa-midias-sociais-em-qual-estagio-esta-a-sua-empresa%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F12%2Fpesquisa-midias-sociais-em-qual-estagio-esta-a-sua-empresa%2F" height="61" width="51" /></a></div><p></br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>Apesar de muitas empresas reconhecerem o poder das mídias sociais e o seu potencial impacto na reputação de suas marcas e produtos, poucas dedicam tempo e recurso para o efetivo monitoramento das redes, sem contar que o desenvolvimento de estratégias para evitar e lidar com incidentes ainda é quase nulo.</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-804" title="tabela" src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/tabela7.jpg" alt="tabela" width="506" height="1743" /></p>
<script type='text/javascript' language='javascript' charset='utf-8' src='http://s3.polldaddy.com/p/2336102.js'></script><noscript> <a href='http://answers.polldaddy.com/poll/2336102/'>View Poll</a></noscript>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/orkut-ja-nao-e-a-midia-social-mais-usada-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/orkut-ja-nao-e-a-midia-social-mais-usada-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[

Por Luiza Dalmazo &#124; Portal Exame
Enquanto a maioria das pessoas gasta tempo comparando o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.
Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Forkut-ja-nao-e-a-midia-social-mais-usada-no-brasil%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Forkut-ja-nao-e-a-midia-social-mais-usada-no-brasil%2F" height="61" width="51" /></a></div><p></br><br />
</br></p>
<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/pub/luiza-dalmazo/a/395/381">Luiza Dalmazo</a> | <a href="http://portalexame.abril.com.br/">Portal Exame</a></p>
<p>Enquanto a maioria das pessoas gasta tempo comparando o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet <a href="http://www.elife.com.br/elifemonitor.do">E-life</a> e a <a href="http://www.inpresspni.com.br/home/home.asp">InPress Porter Novelli</a>, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.</p>
<p>Os quase 1 300 usuários entrevistados disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra quatro a duas vezes semanais o Orkut. É o líder, portanto, em frequencia de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.</p>
<p>A pesquisa ressalta que além do acesso em casa e no trabalho, 43% dos entrevistados já acessam também a internet via celular, por meio das redes 3G, WAP ou Wi-Fi. </p>
<p>Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é a rede social com mais cadastrados no Brasil &#8212; 89,6% dos respondentes têm conta no Orkut. O Twitter é o segundo colocado, com 80,1%, o YouTube o terceiro, com 79,6% e apenas 57,6% dos entrevistados tem conta no Facebook.<br />
</br><br />
<img src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/1259082658782_35.JPG" alt="1259082658782_35" title="1259082658782_35" width="350" height="758" class="alignleft size-full wp-image-762" /><br />
</br><br />
Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%). </p>
<p>Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. &#8221;As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo&#8221;, diz.</p>
<p>Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. &#8221;Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).&#8221;</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Estudo revela que 25% dos funcionários roubariam dados corporativos</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/estudo-revela-que-25-dos-funcionarios-roubariam-dados-corporativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[IDG Now]]></category>

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		<description><![CDATA[


Por PC Advisor/Reino Unido (via IDGNow)
Pesquisa realizada pela Cyber-Ark aponta que 40% dos entrevistados já pegaram informações corporativas; pen drive é o meio preferido.
Um entre quatro trabalhadores de escritório roubaria dados da companhia se soubesse que isso ajudaria um amigo ou parente a manter um emprego, segundo estudo da Cyber-Ark Software.
O estudo da empresa também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Festudo-revela-que-25-dos-funcionarios-roubariam-dados-corporativos%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Festudo-revela-que-25-dos-funcionarios-roubariam-dados-corporativos%2F" height="61" width="51" /></a></div><p></br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>Por PC Advisor/Reino Unido (via <a href="http://idgnow.uol.com.br/">IDGNow</a>)</p>
<p>Pesquisa realizada pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cyber-Ark">Cyber-Ark</a> aponta que 40% dos entrevistados já pegaram informações corporativas; pen drive é o meio preferido.</p>
<p>Um entre quatro trabalhadores de escritório roubaria dados da companhia se soubesse que isso ajudaria um amigo ou parente a manter um emprego, segundo estudo da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cyber-Ark">Cyber-Ark Software</a>.</p>
<p>O estudo da empresa também revelou que quatro em cada dez trabalhadores já pegaram dados da companhia, e que o meio preferido de transportar informações é por meio de memória flash USB.</p>
<p>A Cyber-Ark também disse que 26% dos que responderam à pesquisa roubariam dados se fossem despedidos, enquanto 24% pegariam informações se ouvissem rumores de que o emprego está em risco. Dos que admitem que roubariam dados, 28% usariam as informações para negociar uma nova posição.</p>
<p>Quase um quarto dos entrevistados disse que roubariam detalhes de contatos de consumidores, enquanto 11% pegariam senhas.</p>
<p>“<em>Não há desculpa para os trabalhadores que estão dispostos a comprometer a sua ética para salvar o trabalho, mas grande parte da responsabilidade de proteger dados de clientes é do empregador</em>”, disse o vice-presidente de produtos e estratégia da Cyber-Ark, <a href="http://www.linkedin.com/pub/adam-bosnian/0/534/4aa">Adam Bosnian</a>.</p>
<p>“<em>As organizações devem se preocupar em fazer melhorias no modo como monitoram e controlam acesso a banco de dados, redes e sistemas – mesmo aquelas onde só usuários privilegiados têm acesso.</em>“</p>
<p>(<a href="http://twitter.com/carrieskinner">Carrie-Ann Skinner</a>)</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Nova metodologia da pesquisa em tempos digitais</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/nova-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[autores]]></category>
		<category><![CDATA[bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[referência]]></category>

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Por André de Abreu (via intermezzo)
O chavão “não se pode navegar em novos mares com mapas antigos” talvez caiba na abertura desse post. Com os fenômenos comunicacionais se reconfigurando sob a mediação das mídias digitais e das redes sociais os métodos tradicionais de pesquisa talvez não sejam mais válidos ou não possam mais ser utilizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Fnova-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Fnova-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais%2F" height="61" width="51" /></a></div><p></br><br />
</br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>Por <a href="http://twitter.com/andredeabreu">André de Abreu</a> (via <a href="http://imezzo.wordpress.com/">intermezzo</a>)</p>
<p>O chavão “<em>não se pode navegar em novos mares com mapas antigos</em>” talvez caiba na abertura desse post. Com os fenômenos comunicacionais se reconfigurando sob a mediação das mídias digitais e das <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21">redes sociais</a> os métodos tradicionais de pesquisa talvez não sejam mais válidos ou não possam mais ser utilizados da maneira usual.</p>
<p>As técnicas de etnografia continuam válidas ao analisarmos redes complexas como <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> ou <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>? Pensando nisso, reproduzo aqui uma pequena bibliografia copilada pela professora <a href="http://encipecom.metodista.br/mediawiki/index.php/Maria_Immacolata_Vassallo_de_Lopes">Maria Immacolata Vassalo de Lopes</a> sobre webmétodos; são autores que buscam justamente uma nova metodologia da pesquisa em comunicação levando em conta as mudanças que o digital trouxe para esse campo do conhecimento. Por isso eu prefiro o termo digimétodos. Afinal, eles são válidos não só para a análise do ambiente web, mas também para outros cenários digitais, como o do celular e dos videogames:</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=X5w1P2_iMNYC">Virtual Ethnography</a><br />
Christine Hine</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=-brpqi0JdJUC">Virtual Methods: Issues in social research on the internet</a><br />
Christine Hine</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=15SksRiDf04C">Doing Internet Research: Critical issues and methods for examining the net</a><br />
Steve Jones</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=fhtAVok8Z5AC">Internet Communication and Qualitative Research: A handbook for researching online</a><br />
Chris Mann e Fiona Stewart</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=B6dT-UoezvoC">Life Online: Researching real experience in virtual space</a><br />
Annette N. Markham</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=g8HYAAAAIAAJ">The Internet: An ethnographic approach</a><br />
Daniel Miller e Don Slater</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Como monitorar as Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/como-monitorar-as-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 06:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[

Nada de invadir território alheio, desvendar códigos ou senhas. Atualmente, podemos contar com serviços gratuitos – e pagos – para o monitoramento de Mídias Sociais. O foco das empresas é saber o que andam falando por aí sobre a sua marca, a qualidade de seus produtos e, &#8211; como quem não quer nada &#8211; da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Fcomo-monitorar-as-midias-sociais%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Fcomo-monitorar-as-midias-sociais%2F" height="61" width="51" /></a></div><p></br><br />
</br></p>
<h4>Nada de invadir território alheio, desvendar códigos ou senhas. Atualmente, podemos contar com serviços gratuitos – e pagos – para o monitoramento de <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21"><strong>Mídias Sociais</strong></a>. O foco das empresas é saber o que andam falando por aí sobre a sua marca, a qualidade de seus produtos e, &#8211; como quem não quer nada &#8211; da fama de seus concorrentes. Tudo funciona de uma forma bem simples e prática. Você adquire o serviço – o <a href="http://www.google.com/alerts"><strong>Google Alerts</strong></a>, por exemplo – e digita palavras-chave, como em uma busca normal. O legal é que ele te retorna de forma organizada, através de um painel de controle, todos os lugares onde foram citadas a sua marca. Inclusive se falaram bem ou mal.</p>
<p>O bacana é saber quais <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21"><strong>Mídias Sociais</strong></a> você deve procurar para correr atrás do prejuízo, ou apenas oferecer um novo produto, um diferencial que só a sua empresa tem. O <a href="http://www.google.com/alerts"><strong>Google Alerts</strong></a>, já citado, oferece um dispositivo que te avisa por e‐mail quando a internet registra uma nova ocorrência daquela palavra ou nome que você digitou.</p>
<p>Você pode também procurar por sua empresa ou produto no Twitter, para ver conversas em tempo real que mencionam ou discutem sua marca. É só adicionar o <a href="http://technorati.com/"><strong>Technorati</strong></a> , mecanismo de busca em blogs. Vai aparecer uma lista completa com tudo o que precisa para colocar a mão na massa e não deixar a desejar aos consumidores.</p>
<p>Agora vamos para a parte real da coisa toda. Como já falamos, existem os serviços gratuitos, que registram as ocorrências da sua marca, mas de uma forma mais manual, onde há a necessidade de um pouco mais de paciência para chegar a resultados concretos.</p>
<p>Entretanto, para ter o painel de controle comentado mais acima, com todas as informações detalhadas disponíveis para mergulhar fundo na história, você precisará pagar. Serviços como <a href="http://www.radian6.com/"><strong>Radian6</strong></a>, <a href="http://www.scoutlabs.com/"><strong>Scout Labs</strong></a> e <a href="http://www.techrigy.com/"><strong>Techrigy</strong></a> organizam todas as respostas que surgem no painel de controle online, explicando as informações de uma forma bem prática. </p>
<p>Uma grande vantagem para a maioria das soluções pagas são suas habilidades em analisar o contexto e o tom das conversas através de algarítimos, que processam a linguagem natural. O que significa que você pode logar o seu serviço, ver que há 250 conversas que mencionaram sua marca esta semana, e que destas, 83% foram positivas, 10% negativas e os outros 7% foram neutras. ..E dá para fazer muito mais.</p>
<p>Vamos dizer que você encontra um consumidor chateado com o serviço que ele recebeu em seu escritório hoje, pela manhã. Levando em conta que o que ele disser a seus amigos &#8211; que naturalmente possuem a predisposição em concordar principalmente com indicações negativas &#8211; irá garantir que sua empresa seja vista negativamente por todas as pessoas que participarem daquela conversa.</p>
<p>Entretanto, estudos mostram que entrando em uma conversa deste tipo com um simples:<br />
&#8220;<em>Desculpe por você ter tido uma má experiência. O que posso fazer para ajudá-lo?</em>&#8220;, mostra ao cliente desapontado &#8211; e ao seu bando de amigos maria-vai-com-as-outras &#8211; que você está realmente interessado em resolver a situação. A reação do consumidor será quase sempre: &#8220;<em>Nossa, eu não sabia que você estava escutando. Obrigado por se oferecer</em>&#8220;. Agora vamos saber um pouco como esse monitoramento pode nos ajudar a se destacar da concorrência.</p>
<p>O seu painel de controle menciona que seu concorrente direto possui um produto que as pessoas acham ótimo, mas que não dura muito tempo. Você pode, então, mudar o rumo de sua campanha para anunciar o fato de que o seu produto, no caso, dura até três vezes mais que o da concorrência. Viva!</p>
<p>Mais um exemplo. Supondo que você possua um produto nacional que venda em quantidades diferentes de região para região. Seu monitoramento mostra que as pessoas do Noroeste enxergam quais são as vantagens e desvantagens de seu produto, mas as respostas são diferentes das pessoas do Sul. Esta inteligência o ajuda a manter o produto no mercado, baseado em especificações geográficas e culturais que podem ser a diferença na escolha dos consumidores sobre seus produtos.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, um monitoramento sofisticado pode até revelar consumidores individuais que são ponto de apoio em decisões de compra, disponibilizando que você o alcance e o ajude a se aproximar de seu produto num tempo perfeito.</p>
<p>Agora que você tem uma idéia do que o monitoramento de <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21"><strong>Mídias Sociais</strong></a> pode fazer por você e sua empresa, faça um teste! Inicie com o Google Alert adicionando alguns termos que os consumidores possam usar em discussões sobre a sua marca. Inclua uma palavra para cada concorrente.</p>
<p>Conforme você se sentir confortável, adicione o Technorati nas pesquisas do Twitter – e, cada vez mais, explore essas ferramentas de monitoramento. Na pior das hipóteses, você pelo menos terá uma idéia do que as pessoas falam sobre você.</h4>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Seis tendências em mídias sociais para 2010</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/seis-tendencias-em-midias-sociais-para-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[trend]]></category>

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		<description><![CDATA[
Reproduzo aqui o texto escrito por Marcelo Bastos (Marcelão) para o Blog da HSM.
Encontrei no blog  da Harvard Business, um artigo de David Armano em que ele aponta seis tendências para mídias sociais. Segundo Armano, em 2009 tivemos um aumento exponencial na comunicação social. Somente o Twitter, segundo a Nielsen, cresceu mais de 1382% no período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 40px; top; margin-top: 20px"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Fseis-tendencias-em-midias-sociais-para-2010%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.digitalhappenings.com.br%2Fblog%2F2009%2F11%2Fseis-tendencias-em-midias-sociais-para-2010%2F" height="61" width="51" /></a></div><h4>
Reproduzo aqui o texto escrito por Marcelo Bastos (<a href="http://marcelao.wordpress.com/">Marcelão</a>) para o <a href="http://hsm.updateordie.com/">Blog da HSM</a>.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Encontrei no <a href="http://blogs.harvardbusiness.org/cs/2009/11/six_social_media_trends.html">blog  da Harvard Business</a>, um artigo de <a href="http://twitter.com/Armano">David Armano</a> em que ele aponta seis tendências para mídias sociais. Segundo Armano, em 2009 tivemos um aumento exponencial na comunicação social. Somente o Twitter, segundo a Nielsen, cresceu mais de 1382% no período de um ano, registrando mais de sete milhões de visitantes únicos somente nos Estados Unidos. E ainda segundo o autor, em 2010 as redes sociais vão ficar ainda mais populares, mais móveis e mais exclusivas.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">As seis tendências em mídias sociais são:</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>1.  Meios de comunicação sociais começarão a parecer menos sociais.</strong> Pode ser estranho, mas com a facilidade de se criar grupos, listas e redes de nicho popularizando cada vez mais as redes podem começar a tornar-se mais “exclusivas”. Nem todos conseguem acompanhar todas as informações veiculdas nas suas redes de relacionamento o que acaba criando muito “ruído” na comunicação. Talvez não se tornarão menos sociais, mas pode ser que as pessoas comecem a procurar a chegar a um acordo quanto a obtenção de valor nas redes através da filtragem da desordem;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>2. Empresas começaram a investir em relacionamento com clientes através das midias sociais. </strong>Há relativamente poucas grandes empresas que têm escala iniciativas sociais para além do marketing one-off ou iniciativas de comunicação. Empresas como Best Buy já deslocaram centenas de funcionários para prestar apoio aos seus clientes pelo Twitter. Aqui no Brasil, já é mais do que conhecido o sucesso da Tecnisa no uso de redes sociais para realizar promoções. Este é um sinal de que no próximo ano as empresas voltarão mais seus olhares para descobrir as economias ou servir os clientes de forma mais eficaz através de alavancagem de tecnologias sociais;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>3. Investir em social business ganha cada vez mais importância:</strong> Os participantes são incentivados e recompensados através de maiores níveis de participação. Como os participantes da sua rede não tem vinculo com sua empresa, eles podem facilmente abandonar sua rede e ir para concorrência. Nesse caso, a alternativa é procurar formas de incentivar a atividade dentro das redes internas e externas de forma a mante-las o maior tempo possível;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>4. Sua empresa terá uma política de comunicação social:</strong> Se a empresa onde você trabalha ainda não tem uma política de comunicação social em vigor, com regras específicas de participação em várias redes, é provável que você verá algo formalizado sobre como a sua empresa participará nessas mídias sociais;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>5. Mobilidade torna-se a salvação para as mídias sociais: </strong>Com cerca de 70 por cento das organizações proibindo o uso de redes sociais e, simultaneamente, as vendas de smartphones em ascensão, é provável que os trabalhadores procurarão alimentar seus vícios de mídia social em seus dispositivos móveis. Como resultado, podemos ver mais melhorias nas versões móveis de nossa droga social favorita;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>6. Compartilhamento não significa mais e-mail:</strong> O jornal New York Times desenvolveu um aplicativo para Iphone que adiciona a funcionalidade de partilha, que permite ao usuário facilmente transmitir um artigo através de redes como o Facebook e o Twitter. Muitos sites já suportam esta funcionalidade, mas é provável que veremos um aumento no comportamento do usuário conforme se torna mais popular para as pessoas compartilharem com as redes assim como elas costumavam fazer com listas de e-mail;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Além das seis tendências acima citadas, recomendo que vocês assistam a entrevista que o Diretor de marketing da IBM, <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/">Mauro Segura</a>, concedeu ao jornalista Heródoto Barbeiro no programa “Mundo Corporativo” da Rádio CBN durante a realização da FutureCom 2009. Para quem não se lembra do Mauro, foi ele que apresentou, durante o evento Digital Age, as <a href="http://hsm.updateordie.com/inovacao/2009/09/10-razoes-para-adotar-redes-sociais-nas-empresas/">10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas</a>.</p>
</h4>
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