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	<title>Digital Happenings Interactive &#187; Beth Saad</title>
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		<title>O que é a cultura digital?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:03:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Saad]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[

Entrevista com Beth Saad.
A entrevista é parte do processo de construção do eixo de Comunicação Digital do Fórum de Cultura Digital.Br
Andre Deak: Essa é uma conversa sobre a delimitação do campo da comunicação digital. No livro Cultura Digital.Br (baixe aqui), a primeira pergunta para todos os entrevistados é “o que é a cultura digital?”. E há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Entrevista com <a href="http://www.linkedin.com/pub/elizabeth-saad-correa/9/719/b81">Beth Saad</a>.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">A entrevista é parte do processo de construção do <a style="text-decoration: none; color: #29568f; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/culturadigital.br/groups/curador-de-comunicacao-digital');" href="http://culturadigital.br/groups/curador-de-comunicacao-digital" target="_blank">eixo de Comunicação Digital</a> do Fórum de Cultura Digital.Br</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: </strong>Essa é uma conversa sobre a delimitação do campo da comunicação digital. No livro Cultura Digital.Br (<a style="text-decoration: none; color: #29568f; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/');" href="http://culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/" target="_blank">baixe aqui</a>), a primeira pergunta para todos os entrevistados é “o que é a cultura digital?”. E há inlusive uma disputa semântica de termos: cibercultura, cultura digital. Mas todos entendem que a cultura digital não é simplesmente a digitalização – o analógico tornado digital. Dizem que muda muito mais, que é uma mudança estruturante da sociedade.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad: </strong>Concordo.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: Na comunicação é possível o mesmo paralelo?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> Tem um complicador. Não dá para negar que vamos continuar tendo os meios tradicionais. Mas maioria tende a limitar a comunicação digital às ações de relacionamento no ciberespaço. E não acham que isso vai envolver todos os demais suportes.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: Mas a comunicação digital vai envolver tudo simplesmente porque o ciberespaço será onipresente, ou mais que isso?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad: </strong>Mais que isso. Algumas coisas vão acontecer no ciberespaço, mas várias outras coisas estarão digitalizadas e vão envolver a lógica digital, de trocas, de bits. Um jornal impresso, hoje, se faz com meios digitais. A lógica digital é o grande chapéu do processo de comunicação. Uma parte do processo é o meio digital puro. Relacionamento com o público: o que vai fazer a diferença é se a relação é unilateral, bilateral, multilateral. O que vejo hoje é que se delimita o relacionamento no mundo virtual como se ele não se misturasse com os demais. Não acredito nisso. Tem que se misturar. Se você se propõe a entrar nas redes sociais, e abrir conta no twitter, no facebook, esse processo vai desembocar em outros processos não são tão virtuais assim. Existe toda uma integração que ainda não está clara. As pessoas acham que o que está no virtual ficará no virtual. Mas não é assim.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Cada vez mais estamos tirando o intermediário do processo, falando diretamente – o gestor, produtor com o consumidor. Isso vai afetar todo o resto. Sinto uma grande dificuldade, especialmente nas corporações privadas. Esse povo tem dificuldade em aceitar essa proximidade. Isso ainda assusta.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: O Marcelo Tas diz que o digital, do termo cultura digital, uma hora desaparece, porque tudo será digital. Na comunicação também?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> Eu diria que sim. A gente fala em comunicação digital hoje porque existe uma necessidade didática de organizar as coisas em caixinhas. Mas cada vez mais as coisas da comunicação vão ocorrer num pacote único. E sempre haverá um processo, ou parte dele, que ocorre em bits. Vamos colocar um tempo aí ainda pra isso acontecer, mas será assim.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: O campo da comunicação digital, portanto, será o campo da comunicação?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad</strong>: Será. Hoje ainda está restrito ao ambientel virtual.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: O livro Cultura Digital.Br talvez seja um exemplo interessante. Ele inverte a lógica com a qual estamos acostumados. O livro, impresso, não é resultado final do processo, mas ao contrário: é o início do processo, um caderno de provocações. Que depois é discutido no virtual – a plataforma <a style="text-decoration: none; color: #29568f; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.culturadigital.br/');" href="http://www.culturadigital.br/">www.culturadigital.br</a> .</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> E as pessoas ainda estão na lógica do linear em que sempre haverá algo palpável no final. Teremos aí um tempo de convivência, entre comunicação digital e tradicional. Hoje o digital é um subcampo.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: E quanto aos atores? São os mesmos do campo e do subcampo?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> Enquanto competências e habilidades, todos precisam pensar no digital. Mas há uma questão de geração que causa alguns impedimentos… (risos). Para ter um conjunto de atores com este pensamento, é preciso formação destes atores. Hoje a gente mantém a formação do comunicador de forma compartimentada. Ou é jornalista, ou publicitário, ou RP. Enquanto não inverter esse processo de formação básica, sempre haverá no final do processo alguém querendo fazer só livro em papel.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Vejo a formação como algo que irá modificar a mudança do campo. É muito diferente eu ensinar de modo compartimentado do que ensinar a trabalhar com grandes temas. Uma coisa é ensinar a fazer um anúncio para o impresso, outra é pedir para o aluno conceber uma campanha crossmedia, cross-suporte. Se ensinar a pensar sistemicamente, o digital entra naturalmente no processo todo. É preciso mudar o início.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Pense como seria a ECA como um pacote único, e não mais compartimentada. Essa é a proposta mais extrema. E isso não é só no Brasil. Veja a discussão do Protocolo de Bolonha.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: Como é isso?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> O <a style="text-decoration: none; color: #29568f; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.proec.ufg.br/revista_ufg/45anos/K-internacionaliza.html');" href="http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/45anos/K-internacionaliza.html" target="_blank">Protocolo de Bolonha</a> propõe que o aluno europeu possa frequentar o seu curso em vários países. Para isso, houve um prazo de cinco anos para que as universidades da Europa se adaptassem, currículo similar, número de créditos. Para que quem quiser faça um pouco na Inglaterra, um pouco na Espanha, e saia comunicador. Poderíamos, com essa nova proposta, acrescentar umas aulas na história.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Eu conversei com Ramon Salaverría, que atualmente é chefe do depto de jornalismo em Navarra, perguntei para ele: vocês reformaram o curso e incluíram todo o curso de comunicação no pacote? Não. Continua jornalismo, apenas. Não abriram mão. Isso reflete um certo patamar da sociedade que não aceita o fim do cartesianismo, na Europa mais que tudo. Ainda demora um pouco. Apesar do público final já ver que a coisa é outra, as estruturas sociais continuam fechadas.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: Aproveito para abrir para sua análise do campo. Falou dos empresários e da universidade…</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> E tem a comunicação pública. Tem um lado muito adiantado, que é a comunicação de serviços: governo eletrônico, imposto de renda, agenda o INSS pelo computador. Eleição. Tem um avanço bom. Mas não é comunicação, apenas meios facilitadores para reduzir o tempo. Não significa espaço para relacionamento.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: Para as empresas também. Você compra uma passagem de avião, usa o home banking, mas se tiver algum problema….</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> Pois é. Teve o caso do sujeito da United Airlines.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">A United perde o violão dele, ele reclama e ninguém faz nada. O cara é músico, <a style="text-decoration: none; color: #29568f; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=5YGc4zOqozo');" href="http://www.youtube.com/watch?v=5YGc4zOqozo" target="_blank">fez uma música sobre a história</a>, o vídeo estoura (5,6 milhões de views no momento deste post), a empresa fica em crise. A música dele vai para as primeiras paradas do Itunes, ele ainda ganha dinheiro. Aí a empresa corre atrás. Isso é um processo típico do mundo digital. As empresas tem um medo do cão. O cara fala mal no YouTube. O que a empresa faz? Em geral, usa respostas do mundo tradicional para dialogar com o digital. Processa o cara. As pessoas não querem buscar a solução – responder no mesmo formato, conversar.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: A última parte: que políticas públicas poderiam ser feitas para avançar esse processo?</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad: </strong>De novo, agir na base. Política pública de comunicação digital tem que ensinar isso para as crianças, muito mais do que oferecer facilidades. Mudar o modo de pensar. Se tiver que pensar em política pública, eu diria no ensino, nas escolas, no campo comunicacional.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Andre Deak: Daí é um problema oferecer o instrumento, mas bloquear orkut, msn…</strong></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;"><strong>Beth Saad:</strong> Nem mostrar que existe. A gente tem políticas já, como o computador para todos, mas isso não resolve se você não entender que o processo de relacionamento é outro na rede. Ensino à distância. E-learning. O cara acha que é só colocar o teste na rede, depois fazer uma prova… E tudo bem. É a mediação que vai fazer o processo de aprendizagem ocorrer. E hoje o mercado não tem mediadores. Na educação, nos serviços. As pessoas não entenderam ainda este papel: alguém que vai promover os grupos, alimentar a conversa. Isso não tem. E isso será o papel do comunicador.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Estive num congresso agora, em que a maioria das pessoas era jornalista ou publicitário. E eu disse que haveria uma transformação, no sentido de começar a mediação. E houve uma reação assim: mas eu não vou mais escrever? O que eu vou fazer?</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">Está muito difícil das pessoas entenderem…</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/1.6em verdana;">ps. entrevista originalmente publicada <a href="http://www.andredeak.com.br/2009/09/28/comunicacao-digital-entrevista-com-beth-saad/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Beth Saad fala sobre o blog do Planalto em matéria do IDG Now!</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/especialistas-em-comunicacao-digital-criticam-formato-do-blog-do-planalto/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 17:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Saad]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Planalto]]></category>
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Por Clayton Melo , do IDG Now! - Depois de uma estreia tumultuada na segunda-feira (31/8), com problemas de acesso que exigiram a instalação de três novos servidores, o Blog do Planalto teve seu funcionamento estabilizado.
Mas isso não o livrou de continuar a ser alvo de polêmica nas redes sociais durante toda a semana. Proliferam em espaços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h4>
<h4 style="color: #000000; background-color: transparent; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif, freesans; font-weight: normal !important; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: initial; font-size: 12px !important; text-decoration: none; padding: 0px; border: 0px initial initial;">Por <span><span style="background-image: none; background-repeat: no-repeat; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: transparent; background-position: 0px 1px; padding: 0px;"><a style="color: #2238b1 !important; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; border-bottom-style: initial !important; border-bottom-color: initial !important; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif, freesans; font-size: 12px !important;" href="mailto:clayton.melo@nowdigital.com.br">Clayton Melo </a></span>, do </span><a href="http://idgnow.uol.com.br/">IDG Now! </a><span>- <span style="font-family: Georgia; line-height: normal; font-size: 13px;">Depois de uma estreia tumultuada na segunda-feira (31/8), com problemas de acesso que exigiram a instalação de três novos servidores, o Blog do Planalto teve seu funcionamento estabilizado.</span></span></h4>
<p><span style="line-height: normal;">Mas isso não o livrou de continuar a ser alvo de polêmica nas redes sociais durante toda a semana. Proliferam em espaços como o Twitter, blogs e fóruns de discussões críticas ao fato de o canal não interagir com os leitores, algo afetado especialmente por não permitir comentários.</span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;">As reclamações não param por aí. A abordagem editorial e a linguagem dos textos são vistas por muitos como peça de propaganda governamental. Como se não bastasse, acaba de surgir na internet um <a style="color: #2238b1; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #cccccc;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/04/clone-do-blog-do-planalto-permite-comentarios-dos-leitores/">clone</a> do canal da presidência. Aparentemente, o blog replica na íntegra o mesmo conteúdo do original. A diferença é a possibilidade de deixar comentários.</p>
<p>O jornalista e apresentador do programa CQC, da Band, Marcelo Tas, escreveu em sua página na internet que o “Blog do Planalto não é blog nem é do Planalto”. “Estreou, finalmente, o Blog do Planalto, aquele que seria o canal de comunicação direta do presidente com a sociedade. Seria, caro internauta, seria&#8230; O Blog do Planalto não é de autoria do presidente”, disse Tas, uma das figuras populares nas mídias sociais no País.</p>
<p>Tas se refere ao fato de o canal se colocar como meio de comunicação da presidência, ou seja, da instituição, e não do presidente. “Por ‘Presidência da República’ entenda-se uma equipe que cuida da ‘imagem’ e de empacotar a ‘opinião’ do presidente”, critica. “Tem mais: o Blog do Planalto não é, acredite, um blog! Afinal, o que é um blog? É um site no qual o autor se expressa de forma direta e em contato e confronto permanente com os comentários dos visitantes. Exatamente como acontece agora, nesse post, no ‘Blog do Tas’ ou em qualquer outro blog.”</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;"><strong>Linguagem inadequada</strong></p>
<p>Professora da PUC-SP e doutora em mídias digitais, Pollyana Ferrari engrossa o coro de críticas. “A linguagem adotada nos posts é a da assessoria de imprensa, o que não permite criar proximidade com o leitor”, diz, referindo-se ao que considera tom de autopromoção das ações do governo federal. “O blog adotou um caráter muito oficial, o que é inadequado para esse canal. Parece uma Radiobrás que se quer 2.0”, ironiza Pollyana. Em razão de o projeto ter características como essas, Pollyana afirma que a iniciativa se distancia do conceito dessa ferramenta de comunicação. “Criar um blog que não é blog é complicado”.</p>
<p>Diretora de estratégias na rede da Digital Happenings e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Beth Saad partilha do mesmo pensamento. “Como escolheram a plataforma de blog, é preciso adotar os princípios dessa ferramenta”, afirma.</p>
<p>Ela faz referência, por exemplo, ao impedimento aos comentários e à falta de recursos de interação e diálogo.  “A iniciativa é boa e conduzida por gente séria. Mas ficou a sensação de que eles tiveram de se submeter a limitações políticas e tecnológicas. Essa incoerência é um problema”, diz.</p>
<p>A impossibilidade de comentários foi motivada pelo receio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), órgão encarregado do blog, de que a disputa político-partidária fosse levada para o novo canal. “Se optaram pela não abertura de comentários, pelo menos deveriam deixado isso claro para o leitor, dar alguma explicação no blog”, reforça.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;"><strong>Tom ufanista</strong></p>
<p>Sobre a linguagem utilizada, Beth avalia que é compreensível o uso de um tom formal nos textos, pois se trata de um canal da presidência da República. “Mesmo assim, não deveria utilizar a linguagem de jornal impresso, com estrutura baseada em lead, por exemplo”, diz, citando jargão jornalístico para denominar o começo das matérias. ‘Outro problema é que o recorte editorial é ufanista. Não permite fugir da ideia de que é propaganda do governo. Para ser blog, teria de utilizar os recursos de um blog, como uma linguagem coloquial e espaço para a participação”, afirma.</p>
<p>O aspecto ruim de o projeto ser apresentado como blog, mas não ter as características de tal ferramenta, é criar uma expectativa do leitor de algo que não será atendido. “Como um projeto como esse foi chamado de blog, o internauta espera encontrar determinadas situações ali, como a participação efetiva. Ao não encontrar, ele se frustra. O grande volume de críticas nas redes sociais decorre justamente do fato de que o Blog do Planalto quebrou as regras do blog”, analisa Beth Saad.</p>
<p>“O barulho em torno do assunto é ampliado em razão de se tratar de uma ferramenta que está no contexto das redes sociais. Assim, o internauta mais conectado é o primeiro a visitar e a comentar o projeto. E esse público, compostos pelos ‘interneteiros’, é mais crítico que a média da população em assuntos ligados à internet”, analisa Beth.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;">Procurada pela reportagem do <strong>IDG Now!</strong>, a Secom preferiu não se pronunciar. Alegou que sua posição está no <a style="color: #2238b1; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #cccccc;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/02/blog-do-planalto-se-manifesta-sobre-problemas-de-acesso/">post </a>publicado no Blog do Planalto na terça-feira ( 2/9)</p>
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		<title>Entre egos e a realidade: a grande mídia na berlinda do DigitalAge 2.0 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 19:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
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Por Beth Saad - Ao que tudo indica (confiram o blog), o painel “A crise da mídia tradicional. Quem vai publicar as notícias que vão alimentar a conversa?” colocou pimenta nos olhos dos participantes e da platéia. Para mim, como mediadora, foi uma ótima oportunidade de reiterar ao vivo e a cores todas as opiniões que venho [...]]]></description>
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<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Por Beth Saad - Ao que tudo indica (confiram o <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/antagonismo-entre-mdia-clssica-e-meio-digital-esquenta-debate/" target="_blank"><strong>blog</strong></a>), o painel “<span><strong>A crise da mídia tradicional. Quem vai publicar as notícias que vão alimentar a conversa?</strong>” colocou pimenta nos olhos dos participantes e da platéia. Para mim, como mediadora, foi uma ótima oportunidade de reiterar ao vivo e a cores todas as opiniões que venho postando aqui no Intermezzo em tempos recentes: <strong>as tradicionais marcas de mídia no Brasil posicionam-se entrincheiradas e resistentes à inovação</strong>.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Assistimos a um interessante<strong> embate entre egos</strong> das personalidades mais conhecidas presentes, até com o surgimento de uma nova denominação para as mídias tradicionais: agora é de bom tom referir-se a elas como “mídias clássicas”. Também assistimos a uma tentativa de desvio temático no painel, onde quase todos os participantes centraram-se no antagonismo novas e velhas mídias.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>A proposta de discussão do painel nunca esteve centrada nesse antagonismo. Pelo contrário. <strong>O objetivo do painel</strong>sempre foi discutir algo mais amplo: <strong>a mudança de postura estratégica e cultural de nossas empresas de mídia a partir das tendências globais hoje em curso; o novo patamar de relacionamento com os públicos, integrando a força das redes sociais; e a busca de um novo modelo de negócios dentro do novo contexto.</strong> Para contextualizar as discusões, o jornalista Clayton Melo do <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://idgnow.uol.com.br/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a> publicou uma excelente <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/26/empresas-de-mdia-devem-dialogar-nas-redes-sociais/" target="_blank"><strong>entrevista</strong></a> com esta escriba  no blog do evento, e também foi disponibilizada a <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" target="_blank"><strong>apresentação</strong></a> que fiz como introdução ao tema.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Embates e egos à parte, o painel resultou numa demonstração de que <strong>seus temas principais não eram o foco de atenção de nossos<em> publishers</em></strong>. Ficamos sem saber as respectivas opiniões sobre o que interessa: o mundo da informação digital está mais uma vez em transição e qual seria o posicionamento do <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"><strong>Estadão,</strong></a> da <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://revistaepoca.globo.com/" target="_blank"><strong>Época,</strong></a> da <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm" target="_blank"><strong>CBN</strong></a> e de um <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.caiotulio.com.br/" target="_blank"><strong>especialista</strong></a> sobre o que vem pela frente?</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Durante minha introdução ao tema do painel nossos colegas foram instigados com interessantes vertentes da discussão: a síndrome da periodicidade versus fluxo informativo contínuo; o uso desconfigurado do blog como coluna de opinião e do twitter como substituto de feeds RSS; a integração da voz e opinião dos usuários; e as diferentes formas de geração de receitas.<strong>Nada disso pareceu perturbar nossos tótens jornalisticos ali fincados</strong>.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span><strong>Para o Digital Age 2010 proponho colocar pimenta malagueta da boa na mesa: que tal o debate com que já vivencia transição e mudança mundo afora?</strong></span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Note: texto originalmente publicado no <a href="http://imezzo.wordpress.com/">bog intermezzo</a>.</p>
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		<title>O mais novo buzz: morte da blogsfera (???)</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 14:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
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Por Beth Saad &#8211; O Estadão de ontem (24/08/09), em seu caderno Link, dedica várias páginas ao tema blogsfera e sua possível “morte”. Destacam-se a matéria sobre o blog do Planalto, a entrevista de Steve Rubel, analista e consultor web norte-americano e autor do blog Micropersuasion; e a coluna de Pedro Dória. Os dois comentaristas, [...]]]></description>
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<h4>Por Beth Saad &#8211; O Estadão de ontem (24/08/09), em seu caderno Link, dedica várias páginas ao tema blogsfera e sua possível “morte”. Destacam-se a matéria sobre o blog do Planalto, a entrevista de Steve Rubel, analista e consultor web norte-americano e autor do blog Micropersuasion;<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>e a coluna de Pedro Dória. Os dois comentaristas, de uma maneira ou de outra, preconizam não mais escrever em blogs, seja pela falta de tempo, seja pelo esgotamento da ferramenta. E o blog do Planalto aparece como algo um tanto defasado do contexto atual, tema já discutido aqui, à exaustão. (no momento em que escrevo esse post o Link ainda não tinha atualizado todas as matérias da edição de 24/08/09).</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Ao que parece, mais uma vez temos um conteúdo chamativo, midiático, mas com pouca sustentação de base analítica. Mais um buzz pinçado na onda das mídias sociais.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Deixo aqui meu depoimento como blogueira desse Intermezzo, usuária das mídias sociais e analista.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Até um passado recentíssimo – prá não dizer do próprio presente – o foco das discussões sobre mídias sociais era como integrar todas as ferramentas e possibilidades dos diálogos e conversações às propostas do que chamamos “mídias tradicionais” na web. A questão da participação e da expressão do usuário protagoniza as decisões de gestores de portais, editores de marcas jornalísticas, entre outros. Como integrar? Como estar presente no Twitter? Ter uma página do Facebook? São temas cotidianos ainda não solucionados.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Surge agora um novo foco: a integração dentro do próprio âmbito das mídias sociais.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">O termo complementariedade é fundamental. Cada uma das ferramentas<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>– blog, twitter, facebook, por exemplo, possuem características próprias de estilo narrativo e forma de relacionamento com os leitores/usuários/seguidores. O que postamos num blog, bastante opinativo e correlacional, pode ser condensado em 140 caracteres para o twitter, que prima pela objetividade informativa e multiplicação de idéias, e pode ser propagado num facebook por meio de um convite para a rede de amigos à leitura<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>e comentários do post.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">A experiência nesse Intermezzo tem sido nosso campo de provas sobre tal proposição. Percebemos, cada vez mais, que nossa audiência a cada post vem direcionada pelas nossas micro-postagens nas redes sociais; e que em médio e longo prazo a audiência para o blog em geral e seu conteúdo passado vem das ferramentas de busca. Os comentários, quase sempre canalizados nas redes sociais. Nada mais complementar! e, por outro lado, nada mais trabalhoso! Estar na rede, hoje, se confiigura cada vez mais numa ação de envolvimento e engajamento contínuos.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Com isso, não parece adequada a afirmação sobre a morte da blogsfera. O que temos, claramente, é uma reconfiguração de objetivos, aonde o blog se identifica com o website de destino do usuário para aprofundamento da informação e conhecimento mais amplo da opinião autoral; o twitter como a “plataforma de embarque” dos usuários da rede num dado tipo de conteúdo; e o Facebook e similares, como plataforma de diálogo e conversação complementar aos comentários postados no próprio blog – quase uma Ágora contemporânea.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Para quem está nesse mundo conectado por paixão e/ou profissão, só nos resta torcer pelo surgimento de plataformas integradoras (já existem várias) que juntem blog, twitter, redes sociais num mesmo espaço de operação e controle.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Ou seguir a recomendação de Steve Rubel e adentrar aoLifestreamming. Só vejo muito trabalho pela frente.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Note: texto originalmente publicado no bog intermezzo.</span></p>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
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		<title>Blog da Petrobrás é apenas a ponta do iceberg</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Saad]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Beth Saad - Desde o dia 2/06/2009 estamos acompanhando o impacto do lançamento e as repercussões do blog Fatos e Dados da Petrobrás. Um embate de gente grande, de um lado o poder da maior empresa brasileira que, além de tudo, é estatal; e de outro os grandes jornais do país, representando o poder da informação. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Por Beth Saad - Desde o dia 2/06/2009 estamos acompanhando o impacto do lançamento e as repercussões do blog <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Fatos e Dados</strong></a> da Petrobrás. Um <strong>embate de gente grande</strong>, de um lado o poder da maior empresa brasileira que, além de tudo, é estatal; e de outro os grandes jornais do país, representando o poder da informação. No meio disso tudo a questão forte: uma <strong>efetiva e perigosa quebra da relação fonte-veículo de informação</strong>. A Petrobrás, ao publicar no blog perguntas e respostas a ela enderaçadas pelos jornais <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/06/10/blog-da-petrobras-e-apenas-a-ponta-do-iceberg/www.estadao.com.br" target="_blank">O Estado de S. Paulo</a>, <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/06/10/blog-da-petrobras-e-apenas-a-ponta-do-iceberg/www.folhaonline.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> e <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/06/10/blog-da-petrobras-e-apenas-a-ponta-do-iceberg/www.oglobo.com.br" target="_blank">O Globo </a>(um material tipicamente de apuração) coloca em questão a <strong>atividade mais básica do jornalismo que é a edição</strong>. Isso sem falar que tal atitude também põe no mesmo pacote o papel de mediação, a credibilidade, a ética, entre outros pontos fundantes.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Na origem, o blog foi criado, segundo texto da própria empresa para apresentar “<em>fatos e dados recentes da Petrobras e o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)</em>“. Tudo certo, em princípio, pois, num <strong>momento de dinamismo comunicacional a Petrobrás optou pelo formato blog, bastante adequado à situação</strong>. Esse Intermezzo não vai detalhar ainda mais o tema sob o ponto de vista dos preceitos jornalísticos. Muitas foram as avaliações e destacamos os posts dos professores <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://monitorando.wordpress.com/2009/06/09/o-blog-da-petrobras-e-os-interesses-desacomodados/" target="_blank"><strong>Rogério Christofoletti</strong></a> e <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2009/06/09/imprensa433.shtml" target="_blank"><strong>Wilson Bueno</strong></a>, e do blog <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://dicasdeumfucador.blogspot.com/" target="_blank">Dicas de um Fuçador. </a>Sem contar, claro, com a enormidade de posts que surgem no<a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://search.twitter.com/search?q=petrobras" target="_blank"><strong> Twitter</strong></a>. Em resumo, a Petrobrás apenas faz uso daquilo que está disponível gratuitamente da web para posicionar-se. Se ela usa adequadamente ou não é tema para outro post.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Gostaria de comentar, um pouco mais, sobre o fato de que,<strong>uma grande empresa estatal, ao entrar no mundo da web 2.0, se constituindo como um novo pólo de emissão na rede, ameaça os tradicionais emissores de nossa sociedade em seu papel constituído do Quarto Poder</strong>. O fato, em seu todo, inaugura uma nova etapa de reconstituição de forças do poder da informação, só possível nos ambientes de mídias sociais. A gritaria geral da imprensa tradicional (hiper justificável pela questão jornalística) também se dá pela<strong>incapacidade de nossos veículos se defrontarem com a prática da web 2.0 e sua multiplicidade de vozes</strong>.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Para essa discussão remeto ao texto do professor <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.buzzmachine.com/2009/06/07/processjournalism/" target="_blank"><strong>Jeff Jarvis</strong></a>que analisa a <strong>convivência entre jornalismo e blogs</strong> em recente ação do <em>The New York Times</em>. Sua frase: “.<em>..here we see a clash over journalistic culture and methods – product journalism v. process journalism</em>” deixa claro que a questão é cultural e essencialmente de método.  Penso ir mais adiante<strong>vinculando cultura e métodos ao ambiente de mídias sociais em redes digitais.</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">O primeiro ponto é saber se as empresas informativas sabem como <strong>agir em rede</strong>. Se sabem <strong>o que significa para sua marca, imagem e credibilidade informativa estar em paridade com múltiplos emissores, jornalísticos ou não, e especialmente dialogar com os elos fortes e fracos de múltiplas redes</strong>. A novidade para os grandes nomes da mídia tradicional, ao que parece, é buscar um novo papel para si nesse cenário: <strong>ser o influenciador favorito para os usuários/leitores. Como se destacar em intensidade, importância e referência, diante de um conjunto diversificado que compõe as redes sociais na web</strong>.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">No caso específico do blog da Petrobrás como, apesar da força informativa que a empresa pretende impor, tornar-se o provedor de informação favorito para os interessados no tema. É possível?</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">O segundo ponto, bem mais sensível, é a<strong> mudança cultural e formativa do profissional. Aqui a palavra-chave é mudança. Irreversível</strong>. O que assistimos, hoje, no ambiente brasileiro é um <strong>descompasso no ritmo dessas mudanças</strong>. No presente momento vemos a academia, Ministério da Educação e as entidades representativas da indústria em discussão “lenta e gradual” das novas diretrizes curriculares para os cursos de jornalismo e da obrigatoriedade do diploma, pautados pelos preceitos da preservação da espécie; e de outro lado temos o ambiente em ebulição, que faz suas mudanças a toque de caixa, que exige posturas de ação-reação típicas do meio digital e que deixa prá trás quem está fora de compasso.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Nesse contexto, estariam os nossos profissionais preparados para a dinâmica contemporânea? Profissionais, empresas informativas e escolas querem efetivamente promover mudanças? Rápidas?</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Por fim, enquanto as empresas informativas buscam entender o que é estratégia de diferenciação no mundo 2.0, e  a academia e as instituições hesitam em absorver uma nova cultura, <strong>corre em paralelo o embate entre o padrão de produção e consumo da informação no impresso e no online.</strong> Na era da informação 2.0, para Jeff Jarvis, o “mito da perfeição”  de processo jornalístico que todo profissional almeja entra em crise quando confrontado ao novo patamar de relacionamento e diálogo exigido por um ambiente de multiplicidade de vozes.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Na verdade, o blog da Petrobrás apenas desencadeou uma discussão que estava abrigada no nível subliminar de nosso Jornalismo. A ponta de um enorme iceberg de rota desconhecida.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Note: texto originalmente publicado no </span><a href="http://imezzo.wordpress.com/">bog intermezzo</a><span>.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">
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