<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Digital Happenings Interactive &#187; Cibercultura</title>
	<atom:link href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/tag/cibercultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Sep 2010 20:05:49 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Nova metodologia da pesquisa em tempos digitais</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/nova-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/nova-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[autores]]></category>
		<category><![CDATA[bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[referência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=738</guid>
		<description><![CDATA[



Por André de Abreu (via intermezzo)
O chavão “não se pode navegar em novos mares com mapas antigos” talvez caiba na abertura desse post. Com os fenômenos comunicacionais se reconfigurando sob a mediação das mídias digitais e das redes sociais os métodos tradicionais de pesquisa talvez não sejam mais válidos ou não possam mais ser utilizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>Por <a href="http://twitter.com/andredeabreu">André de Abreu</a> (via <a href="http://imezzo.wordpress.com/">intermezzo</a>)</p>
<p>O chavão “<em>não se pode navegar em novos mares com mapas antigos</em>” talvez caiba na abertura desse post. Com os fenômenos comunicacionais se reconfigurando sob a mediação das mídias digitais e das <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21">redes sociais</a> os métodos tradicionais de pesquisa talvez não sejam mais válidos ou não possam mais ser utilizados da maneira usual.</p>
<p>As técnicas de etnografia continuam válidas ao analisarmos redes complexas como <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> ou <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>? Pensando nisso, reproduzo aqui uma pequena bibliografia copilada pela professora <a href="http://encipecom.metodista.br/mediawiki/index.php/Maria_Immacolata_Vassallo_de_Lopes">Maria Immacolata Vassalo de Lopes</a> sobre webmétodos; são autores que buscam justamente uma nova metodologia da pesquisa em comunicação levando em conta as mudanças que o digital trouxe para esse campo do conhecimento. Por isso eu prefiro o termo digimétodos. Afinal, eles são válidos não só para a análise do ambiente web, mas também para outros cenários digitais, como o do celular e dos videogames:</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=X5w1P2_iMNYC">Virtual Ethnography</a><br />
Christine Hine</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=-brpqi0JdJUC">Virtual Methods: Issues in social research on the internet</a><br />
Christine Hine</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=15SksRiDf04C">Doing Internet Research: Critical issues and methods for examining the net</a><br />
Steve Jones</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=fhtAVok8Z5AC">Internet Communication and Qualitative Research: A handbook for researching online</a><br />
Chris Mann e Fiona Stewart</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=B6dT-UoezvoC">Life Online: Researching real experience in virtual space</a><br />
Annette N. Markham</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=g8HYAAAAIAAJ">The Internet: An ethnographic approach</a><br />
Daniel Miller e Don Slater</h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/nova-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entre egos e a realidade: a grande mídia na berlinda do DigitalAge 2.0 2009</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/entre-egos-e-a-realidade-a-grande-midia-na-berlinda-do-digitalage-2-0-2009/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/entre-egos-e-a-realidade-a-grande-midia-na-berlinda-do-digitalage-2-0-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 19:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Saad]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=202</guid>
		<description><![CDATA[




Por Beth Saad - Ao que tudo indica (confiram o blog), o painel “A crise da mídia tradicional. Quem vai publicar as notícias que vão alimentar a conversa?” colocou pimenta nos olhos dos participantes e da platéia. Para mim, como mediadora, foi uma ótima oportunidade de reiterar ao vivo e a cores todas as opiniões que venho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Por Beth Saad - Ao que tudo indica (confiram o <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/antagonismo-entre-mdia-clssica-e-meio-digital-esquenta-debate/" target="_blank"><strong>blog</strong></a>), o painel “<span><strong>A crise da mídia tradicional. Quem vai publicar as notícias que vão alimentar a conversa?</strong>” colocou pimenta nos olhos dos participantes e da platéia. Para mim, como mediadora, foi uma ótima oportunidade de reiterar ao vivo e a cores todas as opiniões que venho postando aqui no Intermezzo em tempos recentes: <strong>as tradicionais marcas de mídia no Brasil posicionam-se entrincheiradas e resistentes à inovação</strong>.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Assistimos a um interessante<strong> embate entre egos</strong> das personalidades mais conhecidas presentes, até com o surgimento de uma nova denominação para as mídias tradicionais: agora é de bom tom referir-se a elas como “mídias clássicas”. Também assistimos a uma tentativa de desvio temático no painel, onde quase todos os participantes centraram-se no antagonismo novas e velhas mídias.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>A proposta de discussão do painel nunca esteve centrada nesse antagonismo. Pelo contrário. <strong>O objetivo do painel</strong>sempre foi discutir algo mais amplo: <strong>a mudança de postura estratégica e cultural de nossas empresas de mídia a partir das tendências globais hoje em curso; o novo patamar de relacionamento com os públicos, integrando a força das redes sociais; e a busca de um novo modelo de negócios dentro do novo contexto.</strong> Para contextualizar as discusões, o jornalista Clayton Melo do <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://idgnow.uol.com.br/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a> publicou uma excelente <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/26/empresas-de-mdia-devem-dialogar-nas-redes-sociais/" target="_blank"><strong>entrevista</strong></a> com esta escriba  no blog do evento, e também foi disponibilizada a <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" target="_blank"><strong>apresentação</strong></a> que fiz como introdução ao tema.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Embates e egos à parte, o painel resultou numa demonstração de que <strong>seus temas principais não eram o foco de atenção de nossos<em> publishers</em></strong>. Ficamos sem saber as respectivas opiniões sobre o que interessa: o mundo da informação digital está mais uma vez em transição e qual seria o posicionamento do <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"><strong>Estadão,</strong></a> da <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://revistaepoca.globo.com/" target="_blank"><strong>Época,</strong></a> da <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm" target="_blank"><strong>CBN</strong></a> e de um <a style="color: #3388cc; text-decoration: none;" href="http://www.caiotulio.com.br/" target="_blank"><strong>especialista</strong></a> sobre o que vem pela frente?</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span>Durante minha introdução ao tema do painel nossos colegas foram instigados com interessantes vertentes da discussão: a síndrome da periodicidade versus fluxo informativo contínuo; o uso desconfigurado do blog como coluna de opinião e do twitter como substituto de feeds RSS; a integração da voz e opinião dos usuários; e as diferentes formas de geração de receitas.<strong>Nada disso pareceu perturbar nossos tótens jornalisticos ali fincados</strong>.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;"><span><strong>Para o Digital Age 2010 proponho colocar pimenta malagueta da boa na mesa: que tal o debate com que já vivencia transição e mudança mundo afora?</strong></span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px;">Note: texto originalmente publicado no <a href="http://imezzo.wordpress.com/">bog intermezzo</a>.</p>
</h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/entre-egos-e-a-realidade-a-grande-midia-na-berlinda-do-digitalage-2-0-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O mais novo buzz: morte da blogsfera (???)</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/o-mais-novo-buzz-morte-da-blogsfera/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/o-mais-novo-buzz-morte-da-blogsfera/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 14:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Saad]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=196</guid>
		<description><![CDATA[


Por Beth Saad &#8211; O Estadão de ontem (24/08/09), em seu caderno Link, dedica várias páginas ao tema blogsfera e sua possível “morte”. Destacam-se a matéria sobre o blog do Planalto, a entrevista de Steve Rubel, analista e consultor web norte-americano e autor do blog Micropersuasion; e a coluna de Pedro Dória. Os dois comentaristas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>Por Beth Saad &#8211; O Estadão de ontem (24/08/09), em seu caderno Link, dedica várias páginas ao tema blogsfera e sua possível “morte”. Destacam-se a matéria sobre o blog do Planalto, a entrevista de Steve Rubel, analista e consultor web norte-americano e autor do blog Micropersuasion;<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>e a coluna de Pedro Dória. Os dois comentaristas, de uma maneira ou de outra, preconizam não mais escrever em blogs, seja pela falta de tempo, seja pelo esgotamento da ferramenta. E o blog do Planalto aparece como algo um tanto defasado do contexto atual, tema já discutido aqui, à exaustão. (no momento em que escrevo esse post o Link ainda não tinha atualizado todas as matérias da edição de 24/08/09).</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Ao que parece, mais uma vez temos um conteúdo chamativo, midiático, mas com pouca sustentação de base analítica. Mais um buzz pinçado na onda das mídias sociais.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Deixo aqui meu depoimento como blogueira desse Intermezzo, usuária das mídias sociais e analista.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Até um passado recentíssimo – prá não dizer do próprio presente – o foco das discussões sobre mídias sociais era como integrar todas as ferramentas e possibilidades dos diálogos e conversações às propostas do que chamamos “mídias tradicionais” na web. A questão da participação e da expressão do usuário protagoniza as decisões de gestores de portais, editores de marcas jornalísticas, entre outros. Como integrar? Como estar presente no Twitter? Ter uma página do Facebook? São temas cotidianos ainda não solucionados.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Surge agora um novo foco: a integração dentro do próprio âmbito das mídias sociais.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">O termo complementariedade é fundamental. Cada uma das ferramentas<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>– blog, twitter, facebook, por exemplo, possuem características próprias de estilo narrativo e forma de relacionamento com os leitores/usuários/seguidores. O que postamos num blog, bastante opinativo e correlacional, pode ser condensado em 140 caracteres para o twitter, que prima pela objetividade informativa e multiplicação de idéias, e pode ser propagado num facebook por meio de um convite para a rede de amigos à leitura<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>e comentários do post.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">A experiência nesse Intermezzo tem sido nosso campo de provas sobre tal proposição. Percebemos, cada vez mais, que nossa audiência a cada post vem direcionada pelas nossas micro-postagens nas redes sociais; e que em médio e longo prazo a audiência para o blog em geral e seu conteúdo passado vem das ferramentas de busca. Os comentários, quase sempre canalizados nas redes sociais. Nada mais complementar! e, por outro lado, nada mais trabalhoso! Estar na rede, hoje, se confiigura cada vez mais numa ação de envolvimento e engajamento contínuos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Com isso, não parece adequada a afirmação sobre a morte da blogsfera. O que temos, claramente, é uma reconfiguração de objetivos, aonde o blog se identifica com o website de destino do usuário para aprofundamento da informação e conhecimento mais amplo da opinião autoral; o twitter como a “plataforma de embarque” dos usuários da rede num dado tipo de conteúdo; e o Facebook e similares, como plataforma de diálogo e conversação complementar aos comentários postados no próprio blog – quase uma Ágora contemporânea.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Para quem está nesse mundo conectado por paixão e/ou profissão, só nos resta torcer pelo surgimento de plataformas integradoras (já existem várias) que juntem blog, twitter, redes sociais num mesmo espaço de operação e controle.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Ou seguir a recomendação de Steve Rubel e adentrar aoLifestreamming. Só vejo muito trabalho pela frente.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Note: texto originalmente publicado no bog intermezzo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
</h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/o-mais-novo-buzz-morte-da-blogsfera/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
