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	<title>Digital Happenings Interactive &#187; IDG Now</title>
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		<title>Estudo revela que 25% dos funcionários roubariam dados corporativos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[IDG Now]]></category>

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Por PC Advisor/Reino Unido (via IDGNow)
Pesquisa realizada pela Cyber-Ark aponta que 40% dos entrevistados já pegaram informações corporativas; pen drive é o meio preferido.
Um entre quatro trabalhadores de escritório roubaria dados da companhia se soubesse que isso ajudaria um amigo ou parente a manter um emprego, segundo estudo da Cyber-Ark Software.
O estudo da empresa também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br><br />
</br></p>
<h4>Por PC Advisor/Reino Unido (via <a href="http://idgnow.uol.com.br/">IDGNow</a>)</p>
<p>Pesquisa realizada pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cyber-Ark">Cyber-Ark</a> aponta que 40% dos entrevistados já pegaram informações corporativas; pen drive é o meio preferido.</p>
<p>Um entre quatro trabalhadores de escritório roubaria dados da companhia se soubesse que isso ajudaria um amigo ou parente a manter um emprego, segundo estudo da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cyber-Ark">Cyber-Ark Software</a>.</p>
<p>O estudo da empresa também revelou que quatro em cada dez trabalhadores já pegaram dados da companhia, e que o meio preferido de transportar informações é por meio de memória flash USB.</p>
<p>A Cyber-Ark também disse que 26% dos que responderam à pesquisa roubariam dados se fossem despedidos, enquanto 24% pegariam informações se ouvissem rumores de que o emprego está em risco. Dos que admitem que roubariam dados, 28% usariam as informações para negociar uma nova posição.</p>
<p>Quase um quarto dos entrevistados disse que roubariam detalhes de contatos de consumidores, enquanto 11% pegariam senhas.</p>
<p>“<em>Não há desculpa para os trabalhadores que estão dispostos a comprometer a sua ética para salvar o trabalho, mas grande parte da responsabilidade de proteger dados de clientes é do empregador</em>”, disse o vice-presidente de produtos e estratégia da Cyber-Ark, <a href="http://www.linkedin.com/pub/adam-bosnian/0/534/4aa">Adam Bosnian</a>.</p>
<p>“<em>As organizações devem se preocupar em fazer melhorias no modo como monitoram e controlam acesso a banco de dados, redes e sistemas – mesmo aquelas onde só usuários privilegiados têm acesso.</em>“</p>
<p>(<a href="http://twitter.com/carrieskinner">Carrie-Ann Skinner</a>)</h4>
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		<title>Beth Saad fala sobre o blog do Planalto em matéria do IDG Now!</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/especialistas-em-comunicacao-digital-criticam-formato-do-blog-do-planalto/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 17:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Beth Saad]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Planalto]]></category>
		<category><![CDATA[IDG Now]]></category>

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Por Clayton Melo , do IDG Now! - Depois de uma estreia tumultuada na segunda-feira (31/8), com problemas de acesso que exigiram a instalação de três novos servidores, o Blog do Planalto teve seu funcionamento estabilizado.
Mas isso não o livrou de continuar a ser alvo de polêmica nas redes sociais durante toda a semana. Proliferam em espaços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h4>
<h4 style="color: #000000; background-color: transparent; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif, freesans; font-weight: normal !important; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: initial; font-size: 12px !important; text-decoration: none; padding: 0px; border: 0px initial initial;">Por <span><span style="background-image: none; background-repeat: no-repeat; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: transparent; background-position: 0px 1px; padding: 0px;"><a style="color: #2238b1 !important; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px !important; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; border-bottom-style: initial !important; border-bottom-color: initial !important; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif, freesans; font-size: 12px !important;" href="mailto:clayton.melo@nowdigital.com.br">Clayton Melo </a></span>, do </span><a href="http://idgnow.uol.com.br/">IDG Now! </a><span>- <span style="font-family: Georgia; line-height: normal; font-size: 13px;">Depois de uma estreia tumultuada na segunda-feira (31/8), com problemas de acesso que exigiram a instalação de três novos servidores, o Blog do Planalto teve seu funcionamento estabilizado.</span></span></h4>
<p><span style="line-height: normal;">Mas isso não o livrou de continuar a ser alvo de polêmica nas redes sociais durante toda a semana. Proliferam em espaços como o Twitter, blogs e fóruns de discussões críticas ao fato de o canal não interagir com os leitores, algo afetado especialmente por não permitir comentários.</span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;">As reclamações não param por aí. A abordagem editorial e a linguagem dos textos são vistas por muitos como peça de propaganda governamental. Como se não bastasse, acaba de surgir na internet um <a style="color: #2238b1; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #cccccc;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/04/clone-do-blog-do-planalto-permite-comentarios-dos-leitores/">clone</a> do canal da presidência. Aparentemente, o blog replica na íntegra o mesmo conteúdo do original. A diferença é a possibilidade de deixar comentários.</p>
<p>O jornalista e apresentador do programa CQC, da Band, Marcelo Tas, escreveu em sua página na internet que o “Blog do Planalto não é blog nem é do Planalto”. “Estreou, finalmente, o Blog do Planalto, aquele que seria o canal de comunicação direta do presidente com a sociedade. Seria, caro internauta, seria&#8230; O Blog do Planalto não é de autoria do presidente”, disse Tas, uma das figuras populares nas mídias sociais no País.</p>
<p>Tas se refere ao fato de o canal se colocar como meio de comunicação da presidência, ou seja, da instituição, e não do presidente. “Por ‘Presidência da República’ entenda-se uma equipe que cuida da ‘imagem’ e de empacotar a ‘opinião’ do presidente”, critica. “Tem mais: o Blog do Planalto não é, acredite, um blog! Afinal, o que é um blog? É um site no qual o autor se expressa de forma direta e em contato e confronto permanente com os comentários dos visitantes. Exatamente como acontece agora, nesse post, no ‘Blog do Tas’ ou em qualquer outro blog.”</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;"><strong>Linguagem inadequada</strong></p>
<p>Professora da PUC-SP e doutora em mídias digitais, Pollyana Ferrari engrossa o coro de críticas. “A linguagem adotada nos posts é a da assessoria de imprensa, o que não permite criar proximidade com o leitor”, diz, referindo-se ao que considera tom de autopromoção das ações do governo federal. “O blog adotou um caráter muito oficial, o que é inadequado para esse canal. Parece uma Radiobrás que se quer 2.0”, ironiza Pollyana. Em razão de o projeto ter características como essas, Pollyana afirma que a iniciativa se distancia do conceito dessa ferramenta de comunicação. “Criar um blog que não é blog é complicado”.</p>
<p>Diretora de estratégias na rede da Digital Happenings e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Beth Saad partilha do mesmo pensamento. “Como escolheram a plataforma de blog, é preciso adotar os princípios dessa ferramenta”, afirma.</p>
<p>Ela faz referência, por exemplo, ao impedimento aos comentários e à falta de recursos de interação e diálogo.  “A iniciativa é boa e conduzida por gente séria. Mas ficou a sensação de que eles tiveram de se submeter a limitações políticas e tecnológicas. Essa incoerência é um problema”, diz.</p>
<p>A impossibilidade de comentários foi motivada pelo receio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), órgão encarregado do blog, de que a disputa político-partidária fosse levada para o novo canal. “Se optaram pela não abertura de comentários, pelo menos deveriam deixado isso claro para o leitor, dar alguma explicação no blog”, reforça.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;"><strong>Tom ufanista</strong></p>
<p>Sobre a linguagem utilizada, Beth avalia que é compreensível o uso de um tom formal nos textos, pois se trata de um canal da presidência da República. “Mesmo assim, não deveria utilizar a linguagem de jornal impresso, com estrutura baseada em lead, por exemplo”, diz, citando jargão jornalístico para denominar o começo das matérias. ‘Outro problema é que o recorte editorial é ufanista. Não permite fugir da ideia de que é propaganda do governo. Para ser blog, teria de utilizar os recursos de um blog, como uma linguagem coloquial e espaço para a participação”, afirma.</p>
<p>O aspecto ruim de o projeto ser apresentado como blog, mas não ter as características de tal ferramenta, é criar uma expectativa do leitor de algo que não será atendido. “Como um projeto como esse foi chamado de blog, o internauta espera encontrar determinadas situações ali, como a participação efetiva. Ao não encontrar, ele se frustra. O grande volume de críticas nas redes sociais decorre justamente do fato de que o Blog do Planalto quebrou as regras do blog”, analisa Beth Saad.</p>
<p>“O barulho em torno do assunto é ampliado em razão de se tratar de uma ferramenta que está no contexto das redes sociais. Assim, o internauta mais conectado é o primeiro a visitar e a comentar o projeto. E esse público, compostos pelos ‘interneteiros’, é mais crítico que a média da população em assuntos ligados à internet”, analisa Beth.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: normal;">Procurada pela reportagem do <strong>IDG Now!</strong>, a Secom preferiu não se pronunciar. Alegou que sua posição está no <a style="color: #2238b1; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #cccccc;" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/02/blog-do-planalto-se-manifesta-sobre-problemas-de-acesso/">post </a>publicado no Blog do Planalto na terça-feira ( 2/9)</p>
</h4>
</div>
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