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	<title>Digital Happenings Interactive &#187; Raquel Costa</title>
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		<title>Estratégia de Redes Sociais com Charlene Li</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/02/estrategia-de-redes-sociais-com-charlene-li/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2010/02/estrategia-de-redes-sociais-com-charlene-li/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 23:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[ Em março a HSM trará ao Brasil a executiva Charlene Li, autora do livro Groundswell e uma das pessoas mais influentes em redes sociais dos Estados Unidos. Charlene falará sobre estratégias de negócios utilizando as redes.
As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo telefone (11)4689.6666 ou pelo e-mail eventos@hsm.com.br.
Programa Completo
I – Como preparar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4> Em março a <a href="http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?idCMSIdioma=3">HSM</a> trará ao Brasil a executiva <a href="http://www.linkedin.com/in/charleneli">Charlene Li</a>, autora do livro <a href="http://www.forrester.com/Groundswell/book.html">Groundswell </a>e uma das pessoas mais influentes em redes sociais dos Estados Unidos. Charlene falará sobre estratégias de negócios utilizando as redes.</p>
<p>As<a href="http://store.hsmglobal.com/CS/Products/Brasil/Eventos/seminarios/SH-CHLI-10/Default.aspx?Idcampaniamarketing=SCL/1MD/SITE/10"> inscrições </a>estão abertas e podem ser realizadas pelo telefone (11)4689.6666 ou pelo e-mail eventos@hsm.com.br.</p>
<p><a href="http://br.hsmglobal.com/contenidos/conteudo_charlene_li.html">Programa Completo</a></p>
<p>I – Como preparar a sua empresa para utilizar as redes sociais com eficácia<br />
• Qual é o papel que as novas tecnologias de envolvimento com o cliente terão na criação de valor<br />
• Como obter o tipo de relacionamento que você deseja com os seus clientes<br />
• Qual é a trajetória para transformar um relacionamento impessoal e anônimo em um relacionamento duradouro e marcante<br />
• Como entender a “sociografia” dos clientes – a sociografia vai além da demografia, da geografia e da segmentação e oferece uma visão completa e holística dos clientes e do que eles estão fazendo com as mídias sociais</p>
<p>II – Como conectar-se com seus clientes de novas maneiras<br />
• Entendendo as novas maneiras como as pessoas estão se conectando<br />
• Diversos exemplos de empresas que mantêm diálogos autênticos com seus clientes<br />
• Como a participação em uma comunidade existente ou a criação de uma nova comunidade se harmoniza com a sua estratégia<br />
• Como dar permissão e ferramentas para que seus fãs ardorosos e seus clientes apaixonados divulguem seu nome – a campanha de Obama foi um ótimo exemplo deste tipo de atitude</p>
<p>III – Inovando com as Redes Sociais<br />
• Como reduzir custos de suporte ao cliente, recorrendo ao apoio das comunidades<br />
• Como obter conhecimentos e informações da multidão<br />
• Como e quando é apropriado obter conteúdos gerados pelos usuários<br />
• Como conduzir o feedback dos clientes ao ciclo de vida dos produtos e serviços da sua empresa<br />
• Como terceirizar inovações para os clientes</p>
<p>IV – Como liderar uma organização aberta<br />
• O que significa ser uma empresa aberta, autêntica e transparente<br />
• Como incentivar a transparência e o compartilhamento das informações por meio da tecnologia<br />
• Como tornar-se um líder aberto – exemplos reais<br />
• Como criar uma cultura de compartilhamento e aprendizado utilizando as redes sociais<br />
• Como medir o sucesso da sua estratégia de redes sociais</p>
<p>Aqui vai uma palinha da Charlene Li<br />
</h4>
<p></br><br />
<object width="572" height="321"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ByTaTxugy5U&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/ByTaTxugy5U&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="572" height="321"></embed></object></p>
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		<title>Sua localização na rede é mais importante do que a quantidade de amigos que você tem</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estudos sobre o comportamento das pessoas em rede estão pipocando por todos os lados. Principalmente quando se trata de avaliar o poder de disseminação de informação e influência de uma pessoa sobre as outras, já que a recente fusão entre tecnologia, psicologia e interações sociais tem alterado a dinâmica das relações e a percepção do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>
<p>Estudos sobre o comportamento das pessoas em rede estão pipocando por todos os lados. Principalmente quando se trata de avaliar o poder de disseminação de informação e influência de uma pessoa sobre as outras, já que a recente fusão entre tecnologia, psicologia e interações sociais tem alterado a dinâmica das relações e a percepção do mundo em que vivemos.</p>
<p>Embora ainda saibamos pouco sobre a dinâmica das relações sociais potencializadas pelas recentes tecnologias, muitos credos e verdades surgem como replicações simples do convencional e conhecido mundo offline, como também de pesquisas e experiências pouco representativas e por vezes mal interpretadas.</p>
<p>A crença atual, defendida por muitos, é a de que quanto maior for a rede de seguidores ou de amigos de uma pessoa, maior o seu poder de disseminação de notícias, idéias, conhecimento e informação. Isto faz com que muitas pessoas e instituições se esforcem e busquem ampliar suas redes, às vezes a qualquer preço, como já foi discutido por <a href="http://updateordie.com/updates/geral/2009/04/twitter-com-anabolizante/">aqui</a>.</p>
<p>Porém, um <a href="http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/24748/?nlid=2711&amp;a=f">estudo</a> realizado pela <a href="http://www.bu.edu/">Universidade de Boston</a> coloca esta crença em cheque ao concluir que os melhores disseminadores não são necessariamente aqueles que possuem o maior número de seguidores ou amigos online (os hubs), mas sim aqueles que estão mais bem posicionados na topologia de uma determinada rede.</p>
<p>Isto quer dizer que pouco importa se uma pessoa é bem relacionada, com grande quantidade de seguidores/amigos, se ela estiver localizada na periferia de uma rede. E que uma pessoa menos conectada só que mais bem posicionada, localizada próximo ao núcleo da rede, pode ter melhores resultados na disseminação de informação.</p>
<p>O estudo é interessante porque enfatiza a importância da posição de uma pessoa na rede em relação à informação que está sendo disseminada, ao invés de considerar apenas a sua quantidade de amigos/seguidores como normalmente se faz.</p>
<p>Penso que este estudo serve como um alerta para clientes, agências e suas estratégias digitais.</p>
<p>E você, o que acha?</p>
</h4>
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		<title>Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/orkut-ja-nao-e-a-midia-social-mais-usada-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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Por Luiza Dalmazo &#124; Portal Exame
Enquanto a maioria das pessoas gasta tempo comparando o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.
Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br></p>
<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/pub/luiza-dalmazo/a/395/381">Luiza Dalmazo</a> | <a href="http://portalexame.abril.com.br/">Portal Exame</a></p>
<p>Enquanto a maioria das pessoas gasta tempo comparando o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet <a href="http://www.elife.com.br/elifemonitor.do">E-life</a> e a <a href="http://www.inpresspni.com.br/home/home.asp">InPress Porter Novelli</a>, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.</p>
<p>Os quase 1 300 usuários entrevistados disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra quatro a duas vezes semanais o Orkut. É o líder, portanto, em frequencia de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.</p>
<p>A pesquisa ressalta que além do acesso em casa e no trabalho, 43% dos entrevistados já acessam também a internet via celular, por meio das redes 3G, WAP ou Wi-Fi. </p>
<p>Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é a rede social com mais cadastrados no Brasil &#8212; 89,6% dos respondentes têm conta no Orkut. O Twitter é o segundo colocado, com 80,1%, o YouTube o terceiro, com 79,6% e apenas 57,6% dos entrevistados tem conta no Facebook.<br />
</br><br />
<img src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/1259082658782_35.JPG" alt="1259082658782_35" title="1259082658782_35" width="350" height="758" class="alignleft size-full wp-image-762" /><br />
</br><br />
Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%). </p>
<p>Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. &#8221;As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo&#8221;, diz.</p>
<p>Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. &#8221;Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).&#8221;</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Seis tendências em mídias sociais para 2010</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/seis-tendencias-em-midias-sociais-para-2010/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/11/seis-tendencias-em-midias-sociais-para-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[trend]]></category>

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		<description><![CDATA[
Reproduzo aqui o texto escrito por Marcelo Bastos (Marcelão) para o Blog da HSM.
Encontrei no blog  da Harvard Business, um artigo de David Armano em que ele aponta seis tendências para mídias sociais. Segundo Armano, em 2009 tivemos um aumento exponencial na comunicação social. Somente o Twitter, segundo a Nielsen, cresceu mais de 1382% no período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>
Reproduzo aqui o texto escrito por Marcelo Bastos (<a href="http://marcelao.wordpress.com/">Marcelão</a>) para o <a href="http://hsm.updateordie.com/">Blog da HSM</a>.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Encontrei no <a href="http://blogs.harvardbusiness.org/cs/2009/11/six_social_media_trends.html">blog  da Harvard Business</a>, um artigo de <a href="http://twitter.com/Armano">David Armano</a> em que ele aponta seis tendências para mídias sociais. Segundo Armano, em 2009 tivemos um aumento exponencial na comunicação social. Somente o Twitter, segundo a Nielsen, cresceu mais de 1382% no período de um ano, registrando mais de sete milhões de visitantes únicos somente nos Estados Unidos. E ainda segundo o autor, em 2010 as redes sociais vão ficar ainda mais populares, mais móveis e mais exclusivas.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">As seis tendências em mídias sociais são:</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>1.  Meios de comunicação sociais começarão a parecer menos sociais.</strong> Pode ser estranho, mas com a facilidade de se criar grupos, listas e redes de nicho popularizando cada vez mais as redes podem começar a tornar-se mais “exclusivas”. Nem todos conseguem acompanhar todas as informações veiculdas nas suas redes de relacionamento o que acaba criando muito “ruído” na comunicação. Talvez não se tornarão menos sociais, mas pode ser que as pessoas comecem a procurar a chegar a um acordo quanto a obtenção de valor nas redes através da filtragem da desordem;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>2. Empresas começaram a investir em relacionamento com clientes através das midias sociais. </strong>Há relativamente poucas grandes empresas que têm escala iniciativas sociais para além do marketing one-off ou iniciativas de comunicação. Empresas como Best Buy já deslocaram centenas de funcionários para prestar apoio aos seus clientes pelo Twitter. Aqui no Brasil, já é mais do que conhecido o sucesso da Tecnisa no uso de redes sociais para realizar promoções. Este é um sinal de que no próximo ano as empresas voltarão mais seus olhares para descobrir as economias ou servir os clientes de forma mais eficaz através de alavancagem de tecnologias sociais;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>3. Investir em social business ganha cada vez mais importância:</strong> Os participantes são incentivados e recompensados através de maiores níveis de participação. Como os participantes da sua rede não tem vinculo com sua empresa, eles podem facilmente abandonar sua rede e ir para concorrência. Nesse caso, a alternativa é procurar formas de incentivar a atividade dentro das redes internas e externas de forma a mante-las o maior tempo possível;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>4. Sua empresa terá uma política de comunicação social:</strong> Se a empresa onde você trabalha ainda não tem uma política de comunicação social em vigor, com regras específicas de participação em várias redes, é provável que você verá algo formalizado sobre como a sua empresa participará nessas mídias sociais;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>5. Mobilidade torna-se a salvação para as mídias sociais: </strong>Com cerca de 70 por cento das organizações proibindo o uso de redes sociais e, simultaneamente, as vendas de smartphones em ascensão, é provável que os trabalhadores procurarão alimentar seus vícios de mídia social em seus dispositivos móveis. Como resultado, podemos ver mais melhorias nas versões móveis de nossa droga social favorita;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong>6. Compartilhamento não significa mais e-mail:</strong> O jornal New York Times desenvolveu um aplicativo para Iphone que adiciona a funcionalidade de partilha, que permite ao usuário facilmente transmitir um artigo através de redes como o Facebook e o Twitter. Muitos sites já suportam esta funcionalidade, mas é provável que veremos um aumento no comportamento do usuário conforme se torna mais popular para as pessoas compartilharem com as redes assim como elas costumavam fazer com listas de e-mail;</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Além das seis tendências acima citadas, recomendo que vocês assistam a entrevista que o Diretor de marketing da IBM, <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/">Mauro Segura</a>, concedeu ao jornalista Heródoto Barbeiro no programa “Mundo Corporativo” da Rádio CBN durante a realização da FutureCom 2009. Para quem não se lembra do Mauro, foi ele que apresentou, durante o evento Digital Age, as <a href="http://hsm.updateordie.com/inovacao/2009/09/10-razoes-para-adotar-redes-sociais-nas-empresas/">10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas</a>.</p>
</h4>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sleVUlXZpWw&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/sleVUlXZpWw&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Como destruir a reputação de uma marca em 4 dias</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/como-destruir-sua-reputacao-em-4-dias/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>

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Por Raquel Costa &#8211; E surge um novo case de como &#8220;não se deve fazer na internet” para a gente contar e recontar aos quatro cantos e a quem interessar.
Tudo começou com uma simples resenha de seis linhas. Sim, seis linhas. O redator e blogueiro Raphael Quatrocciz fez, como de costume, uma resenha do que achou de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br></p>
<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/in/raquelcosta">Raquel Costa</a> &#8211; E surge um novo case de como &#8220;não se deve fazer na internet” para a gente contar e recontar aos quatro cantos e a quem interessar.</p>
<p>Tudo começou com uma simples resenha de seis linhas. Sim, seis linhas. O redator e blogueiro Raphael Quatrocciz fez, como de costume, uma resenha do que achou de um bar na Vila Madalena. Com um linguajar coloquial, típico da moçada, registrou no dia 25 de setembro seus dissabores com o tal bar. Criticou o chopp, a insistência e a cara feia dos garçons, o péssimo atendimento do local.</p>
<p>Até aí tudo bem. Certo? Errado. O fato é que apareceu alguém lá no <a href="http://resenhaem6.blogspot.com/">blog</a> se dizendo funcionário do bar, fez crítica à resenha e ameaçou processar o blog.</p>
<p>Depois disso, uma enxurrada de comentários apareceu em defesa do blog, pico de acessos, <a href="http://topsy.com/s?q=bar+sao+bento">posts no twitter</a>, comentários de clientes (do bar) insatisfeitos, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nhtkxwQpBV0&amp;feature=player_embedded">vídeo no youtube</a>, matérias em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u630810.shtml">portais de grande</a> audiência e afins.</p>
<p>Resumo: o tal bar encaminhou uma <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/30/donos-notificam-extrajudicialmente-e-blog-tira-do-ar-critica-sobre-bar/">notificação extrajudicial</a> e o blog teve que retirar a crítica do ar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Pessoal,</p>
<p>Uma grande oportunidade de melhorar os serviços foi desperdiçada. É uma pena. Claro que certamente é mais fácil calar as críticas e fingir que tudo está bem do que melhorar.</p>
<p>Ainda que com a consciência de não ter feito absolutamente nada de errado, não temos nenhuma intenção de entrar numa batalha jurídica &#8211; que, dependendo do caso, deve ser mais fácil de levar do que investir na qualidade do serviço.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p>Leia <a href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/comunicado.html">aqui </a>a íntegra do comunicado.</p></blockquote>
<p>Pergunta: O que os donos do bar e seus advogados pretendiam com isso? Será que cessar a discussão? Bem provável, mas se enganaram! O que eles fizeram foi justamente o contrário, colocaram mais lenha na fogueira.</p>
<p>Agora, além dos clientes insatisfeitos, surge um batalhão de pessoas que não conhece o bar mas discorda da postura agressiva e autoritária de seus donos. E um post aparentemente simples, em um blog com baixa audiência, gerou um prejuízo incalculável.</p>
<p>O que as empresas precisam entender é que as mídias sociais possibilitam que pequenos grupos se manifestem e ganhem voz facilmente. E que no mundo digital, a reputação das empresas depende muito de como elas se relacionam, do que dizem, das percepções que criam e, principalmente, de suas atitudes. Neste caso, o bar deveria ter se colocado a disposição do blogueiro para entender o que aconteceu, aceitar e identificar os possíveis erros e, ainda, aproveitar a ocasião para melhorar seus serviços e transformar uma crítica em percepções positivas para a marca.</p>
<p>Uma pena, agora já é tarde!</h4>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como mensurar resultados de ações em redes sociais</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/como-mensurar-resultados-de-acoes-em-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/como-mensurar-resultados-de-acoes-em-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[

ROI &#8211; Return on Influence &#8211; A especialista em mídias sociais Amy Martin, da Digital Royalty, explica como mensurar resultados de ações em redes sociais.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br></p>
<h4>ROI &#8211; Return on Influence &#8211; A especialista em mídias sociais Amy Martin, da Digital Royalty, explica como mensurar resultados de ações em redes sociais.</h4>
<p></br><br />
<object width="572" height="321"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sx74jrzBRsU&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/sx74jrzBRsU&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="572" height="321"></embed></object></p>
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		<title>Social Media Guideline, toda empresa vai ter um</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/09/social-media-guideline-toda-empresa-deve-ter-um/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 16:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[ibm]]></category>
		<category><![CDATA[intel]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[social media guideline]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raquel Costa &#8211; O incidente que ocorreu com a Domino’s Pizza no início do ano comprova, mais uma vez, a força das mídias sociais na disseminação de informações e deixa um alerta: a ameaça pode surgir de dentro da própria empresa. Ignorar o fato de que os funcionários são, antes de tudo, usuários de mídias sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/in/raquelcosta">Raquel Costa</a> &#8211; O incidente que ocorreu com a <a href="http://hsm.updateordie.com/empresas/2009/04/o-desgosto-digital-da-domino%C2%B4s/" target="_blank">Domino’s Pizza</a> no início do ano comprova, mais uma vez, a força das mídias sociais na disseminação de informações e deixa um alerta: a ameaça pode surgir de dentro da própria empresa. Ignorar o fato de que os funcionários são, antes de tudo, usuários de mídias sociais pode ser fatal.</p>
<p>Apesar de muitas empresas reconhecerem o poder das mídias sociais e o seu potencial impacto na reputação de suas marcas e produtos, poucas dedicam tempo e recurso para o efetivo monitoramento das redes, sem contar que o desenvolvimento de estratégias para evitar e lidar com incidentes ainda é quase nula.</p>
<p>Hoje, com um número cada vez maior de adeptos nas redes sociais, as empresas devem monitorar não apenas o que falam seus consumidores, mas também o que dizem seus funcionários.</p>
<p>A melhor forma de não se tornar uma vítima das circunstancias é deixar claro os limites existentes na relação entre empresa e funcionário. Entretanto, não basta elencar uma relação de regras de conduta, é necessário esclarecer como funcionam as mídias sociais e os perigos existentes para a reputação de ambas as partes, além de apresentar caminhos e possibilidades.</p>
<p>Algumas empresas já fizeram sua lição de casa e criaram seus Social Media Guideline que, em alguns casos, se tornaram verdadeiras bíblias entre os funcionários.</p>
<p>O curioso é que muitos desses <em>guidelines </em>estão disponíveis na web para qualquer um acessar. Penso que isso faça parte da estratégia das empresas, pois, à medida que divulgam para o mercado, e não apenas para os seus funcionários, as empresas demarcam seus territórios e deixam claro para todos o que esperam de seus profissionais (o que aumenta ainda mais responsabilidade do outro lado).</p>
<p>Se a sua empresa ainda não tem um guia de como usar as mídias sociais e quer ter um,  veja alguns exemplos que com certeza vão servir de inspiração para você.</p>
<ol>
<li><a href="http://bit.ly/cwKpH" target="_blank">IBM’s Social Computing Guidelines</a></li>
<li><a href="http://bit.ly/eePbH" target="_blank">Dell’s Online Communication Policy</a></li>
<li><a href="http://bit.ly/vwxc0" target="_blank">Intel Social Media Guidelines</a></li>
<li><a href="http://bit.ly/D4NQv" target="_blank">Gartner’s Public Web Partcipation Guidelines</a></li>
<li><a href="http://bit.ly/D4NQv" target="_blank"></a><a href="http://www.af.mil/shared/media/document/AFD-090406-036.pdf" target="_blank">United States Air Force</a></li>
</ol>
<p><img class="alignnone" src="http://blog.foghound.com/wp-content/uploads/2009/01/airforce-social-media-guideline-graphjpeg.jpg" alt="" width="405" height="601" /></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_02f24nJ8yic/SfF9lUibLcI/AAAAAAAABeU/KFfm3d1fvQk/s400/enemy-blogs.png"><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_02f24nJ8yic/SfF9lUibLcI/AAAAAAAABeU/KFfm3d1fvQk/s400/enemy-blogs.png" alt="" width="379" height="400" /></a></p>
<p><strong>Outras ótimas dicas, </strong><a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/89163"><strong>aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>iTunes &#8211; Em primeiro lugar, disparado.</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/itunes-em-primeiro-lugar-disparado/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/itunes-em-primeiro-lugar-disparado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 14:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[itunes]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raquel Costa - De acordo com o novo relatório da NPD Group, divulgado hoje, o iTunes está em primeiro lugar no ranking de vendas de música nos Estados Unidos, sendo responsável por 25% de todo o mercado americano. Já o Walmart, permanece em segundo lugar com 14% e a Best Buy em terceiro.
Nos seis primeiros meses deste ano, o download pago [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Por <a href="http://www.linkedin.com/in/raquelcosta">Raquel Costa</a> - De acordo com o <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.npd.com/press/releases/press_090818.html');" href="http://www.npd.com/press/releases/press_090818.html" target="_blank">novo relatório</a> da <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.npd.com/corpServlet?nextpage=corp_welcome.html');" href="http://www.npd.com/corpServlet?nextpage=corp_welcome.html" target="_blank">NPD Group</a>, divulgado hoje, o <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.apple.com/itunes/overview/?cid=OAS-US-DOMAINS-itunes.com');" href="http://www.apple.com/itunes/overview/?cid=OAS-US-DOMAINS-itunes.com" target="_blank">iTunes</a> está em primeiro lugar no ranking de vendas de música nos Estados Unidos, sendo responsável por 25% de todo o mercado americano. Já o <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/mp3.walmart.com/store/home');" href="http://mp3.walmart.com/store/home" target="_blank">Walmart</a>, permanece em segundo lugar com 14% e a <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bestbuy.com/site/olspage.jsp?id=cat02001&amp;type=category');" href="http://www.bestbuy.com/site/olspage.jsp?id=cat02001&amp;type=category" target="_blank">Best Buy</a> em terceiro.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Nos seis primeiros meses deste ano, o download pago de músicas totalizou 35% das vendas, contra 20% em 2007 e 30% em 2008. O <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://hsm.updateordie.com/author/raquelcosta/www.itunes.com/" target="_blank">iTunes</a>, ficou com 69% do mercado dos downloads pagos, deixando para trás, em segundo lugar, a <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.amazon.com/MP3-Music-Download/b?ie=UTF8&amp;node=163856011');" href="http://www.amazon.com/MP3-Music-Download/b?ie=UTF8&amp;node=163856011" target="_blank">AmazonMP3</a> com apenas 8%.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Apesar dos CDs ainda representarem 65% do total de vendas de música nos Estados Unidos (1º semestre de 2009), os downloads pagos devem superar os CDs vendidos até o final de 2010.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Há apenas oitos anos, em janeiro de 2001, a <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.apple.com/');" href="http://www.apple.com/" target="_blank">Apple </a>lançava a primeira versão do iTunes, e o seu grande mérito foi tornar o download de música digital fácil e conveniente, combinando hardware, software e serviço.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Os números não mentem. Inovação é isso!</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Note: texto originalmente publicado no <a href="http://hsm.updateordie.com/">blog da HSM</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cabeça não é HD &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/cabeca-nao-e-hd-parte-2/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/cabeca-nao-e-hd-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 14:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[

Por Raquel Costa &#8211; Este é um post-comment. Acontece que o updater @jorgecarvalho trouxe para cá um assunto que muito me interessa: o uso de nossa capacidade cognitiva em atividades que vão além do armazenamento de informação. Então, resolvi aproveitar o post e o seu ótimo título para amplificar um pouco mais essa discussão por aqui.
Não preciso contar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br></p>
<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/in/raquelcosta">Raquel Costa</a> &#8211; Este é um post-comment. Acontece que o updater <a href="http://www.linkedin.com/in/jorgepcarvalho">@jorgecarvalho</a> trouxe <a href="http://hsm.updateordie.com/tecnologia/2009/06/cabeca-nao-e-hd/" target="_blank">para cá</a> um assunto que muito me interessa: o uso de nossa capacidade cognitiva em atividades que vão além do armazenamento de informação. Então, resolvi aproveitar o post e o seu ótimo título para amplificar um pouco mais essa discussão por aqui.</p>
<p>Não preciso contar para ninguém que a quantidade de informação que existe hoje fora da sala de aula supera de longe a quantidade de dados e informações existentes dentro dela. E que as crianças deveriam aprender a lidar com toda essa informação que já está disponível, do que memorizá-la para que um dia, talvez, possam usá-la. Certo?</p>
<p>Porém, mesmo sabendo disso, as escolas e universidades brasileiras &#8211; com raras exceções, preferem ignorar a realidade e seguir adiante com suas pastelarias. A grande ironia é que as vítimas dos seus ingredientes são crianças e adolescentes que já vivem em uma sociedade em rede, mas que mesmo assim precisam se enquadrar nos esquemas obsoletos e mesquinhos de pais e educadores sem visão.</p>
<p>No último final de semana, acompanhei o martírio do meu sobrinho de apenas oito anos ao se preparar para as provas trimestrais. Sem exagero, foi de dar dó. A quantidade de informação que ele deveria saber na “ponta da língua” era impraticável. A mãe, louca para que o filho seja um dos primeiros da classe &#8211; e presa a um paradigma que já era obsoleto há trinta anos, ali do lado que nem um leão de chácara. Sua grande ameaça, a antiga e famosa chamada oral. De tudo que vi naquele dia a única coisa que faltou, comparado às histórias que minha mãe contava sobre sua infância, foi a vara de marmelo. O resto foi exatamente igual: pressão, medo e tristeza.</p>
<p>Sei que milhares de crianças passam por isso diariamente. E que as escolas particulares, em especial, com o intuito de manter seu <em>status quo</em> e de mostrar serviço, se aliam a pais que adoram o esquema enlatado “preparação para o vestibular” que começa logo após a alfabetização (uma pena), onde simulados pré-vestibulares ocorrem mensalmente a partir do quinto ano do ensino fundamental.</p>
<p>Mas meu Deus, quem precisa disso?</p>
<p>O problema é que apesar de todas as discussões que vem ocorrendo no campo da educação, e das intermináveis conversas sobre unificar ou não os vestibulares, ninguém aparece para propor algo diferente. Algo que valorize e potencialize o aprendizado em rede, a capacidade de criar e construir coletivamente, de compartilhar conhecimentos e avaliar critérios de seleção e orientação de conteúdos, para que as crianças aprendam a navegar com segurança através dos dados e informações que circulam na rede.</p>
<p>Nunca, na história da humanidade, tivemos tanta oportunidade para estimular as crianças a resolver problemas reais de maneira estimulante como nos dias de hoje. Elas dispõem de recursos informacionais tão sofisticados, que se trabalhados corretamente,  podem facilitar pesquisas e tarefas, em equipes, para solucionar diversos tipos de problemas.</p>
<p>Entretanto, exigir que saibam de cor e salteado conteúdos que já estão disponíveis em rede e que não tem nenhuma relação com suas realidades é uma violência. Além de causar um desestímulo ao aprendizado, que é um tiro no pé, perdemos o melhor que as tecnologias da informação podem fazer para o futuro delas e do nosso país.</p>
<p>Quem me acompanha sabe que sou fã de carteirinha de alguns pensadores e, sempre que posso, os menciono em meus post. Hoje terei que mencioná-los novamente. Penso, que nada melhor para dar um puxão de orelha em muitos pais e educadores do que as sábias palavras de alguns estudiosos que há anos falam sobre a necessidade de mundaças na educação. Enjoy!</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Serres" target="_blank"><strong>Michel Serres</strong></a> fala de forma encantadora sobre os processos envolvidos na evolução do homem, com especial ênfase no “perder para ganhar”. Perdemos algumas habilidades para ganhar outras melhores. Veja <a href="http://updateordie.com/updates/trends-insights/2008/10/michel-serres-update-or-die/" target="_blank">aqui</a>, vale cada segundo.</p>
<p><a href="http://www.henryjenkins.org/" target="_blank"><strong>Henry Jenking</strong></a> fala sobre as novas tecnologias e a necessidade das escolas e dos educadores incentivarem a produção coletiva ao invés do aprendizado autônomo. Leia <a href="http://coruja.updateordie.com/educacao/2009/06/um-novo-paradigma-para-educacao/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rubem_Alves" target="_blank">Rubem Alves</a></strong> em “Gaiolas e Asas” fala sobre as diferenças entre escolas que são gaiolas e escolas que são asas. Veja <a href="http://www.cuidardoser.com.br/gaiolas-e-asas.htm" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ken_Robinson_(British_author)" target="_blank"><strong>Ken Robinson</strong></a> faz altas críticas à educação formal e alega que as crianças são educadas para serem bons trabalhadores e não pensadores criativos. Defende a idéia que desenvolver a criatividade nas crianças é tão importante quanto à alfabetização. Veja <a href="http://hsm.updateordie.com/educacao/2009/05/como-andam-nossas-escolas/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marshall_McLuhan" target="_blank"><strong>Marshall McLuhan</strong></a>, lá longe, em 1966, já falava sobre o impacto do replay no aprendizado, do significado sem a experiência e, como não podia faltar, do novo papel das escolas:</p>
<p>“Vivemos na era do replay instantâneo, e esse é um dos desenvolvimentos mais notáveis de qualquer época, visto como nos permite ter o significado sem a experiência. Você não precisa assistir ao jogo. Pode ter o significado do jogo menos a experiência. A condição usual do homem é ter a experiência sem o significado. Isso é universal. O replay não é uma técnica de cognição, mas de recognição.”</p>
<p>“Qual seria, pois, o futuro da educação num mundo em que as proporções se inverteram? No passado humano comum, o conhecimento e a informação eram maiores dentro da sala de aula do que fora dela. Com a inversão dessa situação, dir-se-ia que é possível que a função da escola também se tenha invertido, que a função da escola já não seja instruir, mas descobrir. E a função do estabelecimento de ensino é treinar a percepção do ambiente exterior em vez de meramente reproduzir informação e introduzi-la nos crânios dos alunos.”</h4>
<p>Note: texto originalmente publicado no <a href="http://hsm.updateordie.com/">blog da HSM</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Cultura do Fã e do Remix</title>
		<link>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/a-cultura-do-fa-e-do-remix/</link>
		<comments>http://www.digitalhappenings.com.br/blog/2009/08/a-cultura-do-fa-e-do-remix/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?p=184</guid>
		<description><![CDATA[
Por Raquel Costa - Em entrevista ao Programa Milênio, da GNT,  Henry Jenkins, professor e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT, e autor do livro Cultura da Convergência, explora as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo com as multiplicações de conteúdos.
Jenkins fala sobre a questão da convergência, não pelo lado tecnológico, mas como um processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Por <a href="http://www.linkedin.com/in/raquelcosta">Raquel Costa</a> - Em entrevista ao <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM902783-7823-UMA+ANALISE+DA+REVOLUCAO+DA+MIDIA+PARTICIPATIVA+E+AS+CONSEQUENCIAS+PARA+O+FUTURO,00.html');" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM902783-7823-UMA+ANALISE+DA+REVOLUCAO+DA+MIDIA+PARTICIPATIVA+E+AS+CONSEQUENCIAS+PARA+O+FUTURO,00.html" target="_blank">Programa Milênio</a>, da GNT,  <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.henryjenkins.org/');" href="http://www.henryjenkins.org/" target="_blank">Henry Jenkins</a>, professor e diretor do <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/cms.mit.edu/');" href="http://cms.mit.edu/" target="_blank">programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT</a>, e autor do livro <a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2618680&amp;sid=01139423711224581356472253&amp;k5=2995FB84&amp;uid=');" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2618680&amp;sid=01139423711224581356472253&amp;k5=2995FB84&amp;uid=" target="_blank">Cultura da Convergência</a>, explora as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo com as multiplicações de conteúdos.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><a style="outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; color: #333333; text-decoration: none; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.henryjenkins.org/');" href="http://www.henryjenkins.org/" target="_blank">Jenkins</a> fala sobre a questão da convergência, não pelo lado tecnológico, mas como um processo cultural que estimula a participação dos usuários/consumidores em decisões que antigamente ficavam restritas aos interesses dos veículos e das marcas. No que ele chama &#8220;A Cultura do Fã&#8221;, onde pessoas comuns interagem, modificam e remixam conteúdos que foram originalmente criados pelas marcas.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Resolvi trazer o assunto para cá (apesar de não ser novo) porque volte e meia acompanho discussões sobre a origem de algumas  idéias apresentadas em campanhas e projetos. E o plágio também é bastante discutido. Penso que os conceitos e as tendências apresentados pelo Profº Jenkins podem servir como boa fonte de reflexão.</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">Outro ponto interessante é que as  marcas passam a ser produtores de conteúdos dinâmicos. Ou seja, os conteúdos (roteiros, anúncios, jingle, obra musical, etc.) devem ser pensados como “produtos em fluxo” que poderão ser trabalhados, remixados ou até veiculados pelo próprio público, o que sem dúvida nenhuma cria maior envolvimento com a marca. Enjoy!</p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong><em>A Cultura do Fã</em></strong></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>A palavra “fã” sempre foi tratada com desconfiança e nervosismo através dos tempos. É uma palavra que, até recentemente, era sempre aplicada ao outro, nunca a si mesmo.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Na verdade, ela remete à palavra “fane”, palavra em latim que se referia ao templo de Vesta. Os “fãs” originais eram virgens vestais que praticavam venerações orgiásticas.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Posteriormente, isso foi traduzido como “fanatismo”.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>No século 20, o fã era a pessoa que consumia, mas não produzia. Essa foi a concepção. Antes, fãs assistiam a esportes sem jogar, iam ao teatro sem atuar.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Mas, hoje, os fãs estão produzindo ativamente. Eles estão contando histórias e divulgando-as on-line, no Japão, fazem seus figurinos e encenam peças na rua; estão editando podcasts; eles se envolvem em discussões críticas na internet; eles estão reinventando os jogos de computador. É o segmento mais criativo da sociedade. Eles já aprenderam a viver dentro dessa sociedade da informação em rede. Eles são o coração da cultura da convergência.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong><em>Remix</em></strong></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Em princípio, precisamos reconhecer que, na história humana, a cultura advém da cultura. Às vezes, seguimos uma lógica “alquímica” de que a cultura provém da cabeça do artista, que ela é criada do nada.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Mas, na verdade, Homero remixou as histórias da mitologia grega, a Capela Sistina é uma colagem de temas bíblicos e as grandes obras literárias conscientemente “pegaram emprestados” os recursos de que precisavam.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Precisamos partir da premissa de que, em todo processo criativo, o artista constrói sobre a cultura existente. Mas para isso precisamos respeitar a cultura. Precisamos conhecer e identificar as fontes do material que usou. Para mim, a diferença entre remixagem e plágio é que o plágio oculta suas fontes enquanto a remixagem as celebra e as expõe.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>A remixagem procura construir um diálogo com o passado em vez de reivindicar para si a autoria das obras. É um processo de colaboração com a cultura que nos cerca. Um dos problemas de hoje e que as leis de direitos autorais inibem a cultura, restringindo o uso das obras aos seus proprietários.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Nessa transição pela qual passamos, o uso justo precisa ser defendido. Cada vez mais pessoas se tornando artistas, elas exigem a velha idéia de direito autoral ao utilizar materiais da sua cultura, causando uma disputa sobre quais são os termos que distinguem direito autoral do uso justo.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Jovens e empresas estão confusos sobre os limites dos dois conceitos numa época em que cada vez mais pessoas produzem mídia.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><strong><em>Creative Commons</em></strong></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>É um movimento forte, e espero que prospere. O Creative Commons permite que os artistas determinem quais direitos querem manter e quais querem liberar. É baseado num modelo de economia moral em que concordamos nos guiar por princípios éticos na utilização de materiais alheios.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Essa deveria ser a nossa premissa básica. O problema é que, hoje, só artistas independentes usam tais licenças, enquanto os da grande mídia, aqueles que tem o maior impacto no imaginário social, não usam.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Ainda nos vemos impedidos de usar essa estrutura aberta no conteúdo dos mais populares programas de TV, filmes e livros da sociedade. Em contrapartida, fãs e veículos de mídia independentes começaram a aplicar conceitos como o Creative Commons em conteúdo de grande circulação.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>O mundo virtual tal como se encontra, é uma experiência de democracia e liberdade. Cidadãos podem aprender a se expressar coletivamente, individualmente, se respeitando e respeitando direitos autorais. Como aprender a viver num mundo em que há cada vez mais democracias prometendo liberdades aos cidadãos?</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Acredito que deva ser aberto à participação de todos. Todos enxergam assim, a questão é como participar. Por isso negociamos a cada dia cada escolha diferente. Empresas de mídia negociam para manter o máximo possível de direitos, cidadãos negociam em relação a governos tentando criar governos mais transparentes, fãs lutam por um uso mais justo para poderem ser mais criativos ao utilizar material pré-existente.</em></p>
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;">
<p style="margin-top: 13px; margin-right: 0px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; padding: 0px;"><em>Note: texto publicado originalmente no <a href="http://hsm.updateordie.com/">blog da HSM</a></em></p>
</h4>
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