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	<title>Digital Happenings Interactive &#187; Social Media</title>
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		<title>Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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Por Luiza Dalmazo &#124; Portal Exame
Enquanto a maioria das pessoas gasta tempo comparando o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.
Os [...]]]></description>
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<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/pub/luiza-dalmazo/a/395/381">Luiza Dalmazo</a> | <a href="http://portalexame.abril.com.br/">Portal Exame</a></p>
<p>Enquanto a maioria das pessoas gasta tempo comparando o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet <a href="http://www.elife.com.br/elifemonitor.do">E-life</a> e a <a href="http://www.inpresspni.com.br/home/home.asp">InPress Porter Novelli</a>, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.</p>
<p>Os quase 1 300 usuários entrevistados disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra quatro a duas vezes semanais o Orkut. É o líder, portanto, em frequencia de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.</p>
<p>A pesquisa ressalta que além do acesso em casa e no trabalho, 43% dos entrevistados já acessam também a internet via celular, por meio das redes 3G, WAP ou Wi-Fi. </p>
<p>Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é a rede social com mais cadastrados no Brasil &#8212; 89,6% dos respondentes têm conta no Orkut. O Twitter é o segundo colocado, com 80,1%, o YouTube o terceiro, com 79,6% e apenas 57,6% dos entrevistados tem conta no Facebook.<br />
</br><br />
<img src="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/1259082658782_35.JPG" alt="1259082658782_35" title="1259082658782_35" width="350" height="758" class="alignleft size-full wp-image-762" /><br />
</br><br />
Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%). </p>
<p>Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. &#8221;As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo&#8221;, diz.</p>
<p>Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. &#8221;Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).&#8221;</h4>
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		<title>Como monitorar as Mídias Sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 06:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Braun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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Nada de invadir território alheio, desvendar códigos ou senhas. Atualmente, podemos contar com serviços gratuitos – e pagos – para o monitoramento de Mídias Sociais. O foco das empresas é saber o que andam falando por aí sobre a sua marca, a qualidade de seus produtos e, &#8211; como quem não quer nada &#8211; da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />
</br></p>
<h4>Nada de invadir território alheio, desvendar códigos ou senhas. Atualmente, podemos contar com serviços gratuitos – e pagos – para o monitoramento de <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21"><strong>Mídias Sociais</strong></a>. O foco das empresas é saber o que andam falando por aí sobre a sua marca, a qualidade de seus produtos e, &#8211; como quem não quer nada &#8211; da fama de seus concorrentes. Tudo funciona de uma forma bem simples e prática. Você adquire o serviço – o <a href="http://www.google.com/alerts"><strong>Google Alerts</strong></a>, por exemplo – e digita palavras-chave, como em uma busca normal. O legal é que ele te retorna de forma organizada, através de um painel de controle, todos os lugares onde foram citadas a sua marca. Inclusive se falaram bem ou mal.</p>
<p>O bacana é saber quais <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21"><strong>Mídias Sociais</strong></a> você deve procurar para correr atrás do prejuízo, ou apenas oferecer um novo produto, um diferencial que só a sua empresa tem. O <a href="http://www.google.com/alerts"><strong>Google Alerts</strong></a>, já citado, oferece um dispositivo que te avisa por e‐mail quando a internet registra uma nova ocorrência daquela palavra ou nome que você digitou.</p>
<p>Você pode também procurar por sua empresa ou produto no Twitter, para ver conversas em tempo real que mencionam ou discutem sua marca. É só adicionar o <a href="http://technorati.com/"><strong>Technorati</strong></a> , mecanismo de busca em blogs. Vai aparecer uma lista completa com tudo o que precisa para colocar a mão na massa e não deixar a desejar aos consumidores.</p>
<p>Agora vamos para a parte real da coisa toda. Como já falamos, existem os serviços gratuitos, que registram as ocorrências da sua marca, mas de uma forma mais manual, onde há a necessidade de um pouco mais de paciência para chegar a resultados concretos.</p>
<p>Entretanto, para ter o painel de controle comentado mais acima, com todas as informações detalhadas disponíveis para mergulhar fundo na história, você precisará pagar. Serviços como <a href="http://www.radian6.com/"><strong>Radian6</strong></a>, <a href="http://www.scoutlabs.com/"><strong>Scout Labs</strong></a> e <a href="http://www.techrigy.com/"><strong>Techrigy</strong></a> organizam todas as respostas que surgem no painel de controle online, explicando as informações de uma forma bem prática. </p>
<p>Uma grande vantagem para a maioria das soluções pagas são suas habilidades em analisar o contexto e o tom das conversas através de algarítimos, que processam a linguagem natural. O que significa que você pode logar o seu serviço, ver que há 250 conversas que mencionaram sua marca esta semana, e que destas, 83% foram positivas, 10% negativas e os outros 7% foram neutras. ..E dá para fazer muito mais.</p>
<p>Vamos dizer que você encontra um consumidor chateado com o serviço que ele recebeu em seu escritório hoje, pela manhã. Levando em conta que o que ele disser a seus amigos &#8211; que naturalmente possuem a predisposição em concordar principalmente com indicações negativas &#8211; irá garantir que sua empresa seja vista negativamente por todas as pessoas que participarem daquela conversa.</p>
<p>Entretanto, estudos mostram que entrando em uma conversa deste tipo com um simples:<br />
&#8220;<em>Desculpe por você ter tido uma má experiência. O que posso fazer para ajudá-lo?</em>&#8220;, mostra ao cliente desapontado &#8211; e ao seu bando de amigos maria-vai-com-as-outras &#8211; que você está realmente interessado em resolver a situação. A reação do consumidor será quase sempre: &#8220;<em>Nossa, eu não sabia que você estava escutando. Obrigado por se oferecer</em>&#8220;. Agora vamos saber um pouco como esse monitoramento pode nos ajudar a se destacar da concorrência.</p>
<p>O seu painel de controle menciona que seu concorrente direto possui um produto que as pessoas acham ótimo, mas que não dura muito tempo. Você pode, então, mudar o rumo de sua campanha para anunciar o fato de que o seu produto, no caso, dura até três vezes mais que o da concorrência. Viva!</p>
<p>Mais um exemplo. Supondo que você possua um produto nacional que venda em quantidades diferentes de região para região. Seu monitoramento mostra que as pessoas do Noroeste enxergam quais são as vantagens e desvantagens de seu produto, mas as respostas são diferentes das pessoas do Sul. Esta inteligência o ajuda a manter o produto no mercado, baseado em especificações geográficas e culturais que podem ser a diferença na escolha dos consumidores sobre seus produtos.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, um monitoramento sofisticado pode até revelar consumidores individuais que são ponto de apoio em decisões de compra, disponibilizando que você o alcance e o ajude a se aproximar de seu produto num tempo perfeito.</p>
<p>Agora que você tem uma idéia do que o monitoramento de <a href="http://www.digitalhappenings.com.br/blog/?cat=21"><strong>Mídias Sociais</strong></a> pode fazer por você e sua empresa, faça um teste! Inicie com o Google Alert adicionando alguns termos que os consumidores possam usar em discussões sobre a sua marca. Inclua uma palavra para cada concorrente.</p>
<p>Conforme você se sentir confortável, adicione o Technorati nas pesquisas do Twitter – e, cada vez mais, explore essas ferramentas de monitoramento. Na pior das hipóteses, você pelo menos terá uma idéia do que as pessoas falam sobre você.</h4>
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		<title>O poder da internet e das redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 12:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Digital Happenings Interactive</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raquel Costa
Duas novas pesquisas acabam de ser divulgadas pelo Ibope Inteligência. A primeira, que afeta diretamente os jornais e o mercado imobiliário, mostra que a internet já se tornou o principal meio de informação para a compra de imóvel na cidade de São Paulo, passando os jornais. Hoje, 49% dos interessados em comprar imóvel na capital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Por <a href="http://www.linkedin.com/in/raquelcosta">Raquel Costa</a></h4>
<h4>Duas novas pesquisas acabam de ser <a href="http://www.propmarktv.com.br/propmark/?cat=&amp;pagina=1&amp;video=1395" target="_blank">divulgadas </a>pelo <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;comp=Grupo+IBOPE&amp;db=caldb&amp;docid=4F935496C90F3E6183256EBC00477205" target="_blank">Ibope Inteligência</a>. A primeira, que afeta diretamente os jornais e o mercado imobiliário, mostra que a internet já se tornou o principal meio de informação para a compra de imóvel na cidade de São Paulo, passando os jornais. Hoje, 49% dos interessados em comprar imóvel na capital paulista (classes A/B/C) fazem suas pesquisas na internet, superando os 44% que ainda pesquisam nos classificados impressos.</p>
<p>A segunda revela que para os “heavy users” (usuários freqüentes) da internet, as opiniões dos consumidores em sites de lojas, blogs ou redes sociais são mais relevantes como fonte de informação para compra do que as propagandas tradicionais (TV, Rádio, Revista e Jornais).</p>
<p>Os dados comprovam o poder da internet e das redes sociais na decisão de compra e fidelização dos clientes. Hoje, os consumidores falam entre si, trocam informações sobre as experiências que tiveram com as marcas, detalham vantagens e desvantagens de produtos, criticam, elogiam e decidem o comportamento que terão com uma determinada marca/empresa a partir destas informações.</p>
<p>Segundo Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência, não cabe mais às empresas decidirem se vão ou não participar das conversações que estão ocorrendo na web 2.0, uma vez que elas já estão presentes na web através das opiniões dos seus consumidores (que colocam suas marcas no Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, Blogs, etc).  O que resta agora é aprender como interagir.</p>
<p>Entretanto, ainda existem empresas que preferem ignorar a realidade e ficar de fora. Se este for o caso da sua empresa, cuidado! Os dados são reais e não mais previsões de futuro.</p>
<p>E uma coisa é certa: com esse cenário 2.0, o melhor é fazer parte das conversas que estão acontecendo entre os consumidores do que ficar de fora com a orelha queimando. Concorda?</p>
<p>O importante e ter coragem e mostrar a cara. E já que não existe nenhuma receita mágica capaz de determinar o sucesso de uma empresa na web, penso que uma boa saída é usar ao menos estes quatro ingredientes: presença, atitude, consistência e transparência.</p>
<p>E aí, de que lado está sua empresa?</h4>
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